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  • Samuel Casal
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    EDITORIAL
    Quem manda no mundo
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Samuel Casal
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    EDITORIAL
    Dossiê 10

    Quem manda no mundo

    04/07/2012
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  • Samuel Casal
    APRESENTAÇÃO
    Um nome e um endereço
    Há anos, um banco fornece à administração norte-americana seus mais influentes funionários encarrgados principalmente da liberalização dos mercados
    por: Silvio Caccia Bava,Renaud Lambert
    04/07/2012
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  • Orlando
    MUNDO ECONÔMICO
    Tudo começou na ilha de Robinson
    Em 1719, o escritor Daniel Defoe criou o personagem Robinson Crusoé, viajante, que naufraga em uma ilha na Venezuela. Para o economista Stephen Hymer, a vida que se compõe então – caça, agricultura e a submissão do nativo – constitui uma perfeita alegoria que funda o modo de produção capitalista: a acumulação primitiva
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Mello
    MUNDO ECONÔMICO
    O pulmão do capitalismo norte-americano
    Em 1992, o presidente dos Estados Unidos fez a seguinte declaração: “O sucesso do Walmart é o sucesso da América”. Agora, a multinacional de distribuição é a maior empresa do mundo. E o dumping social que pratica – baixos salários, pressão sobre os fornecedores etc. – contamina a economia ocidental
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Maria Eugênia
    MUNDO ECONÔMICO
    Intrusão operária no cenáculo de acionistas
    Uma cena incomum perturbou os 2 mil acionistas reunidos em 2008 na assembleia geral da holding LVMH: ameaçadas de perder o emprego em razão da transferência da fábrica para a Polônia, operárias da costura entraram no salão luxuoso do Carrousel du Louvre decididas a discutir com os patrões
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • MUNDO ECONÔMICO
    O universo em expansão do mundo das finanças
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • MUNDO ECONÔMICO
    O Poder corporativo dos intermediários financeiros
    Pesquisa divulgada recentemente revelou dados assombrosos: corporações formam uma gigantesca estrutura em rede, em que grande parte do controle flui para um núcleo pequeno e fortemente articulado de instituições financeiras, que, por sua vez, exerce um poder muito maior do que se poderia supor com base em sua riqueza
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Julia Fernandes
    MUNDO ECONÔMICO
    A Bolsa, onde tudo faz sentido
    Negócio da dívida, controle de empresas privadas, especulação à velocidade da luz. A Bolsa não é apenas uma das engrenagens-chave do sistema capitalista − desde sua aparição, encarna um propulsor fundamental: a insaciável busca do poder de gerar cada vez mais dinheiro
    por: Silvio Caccia Bava,Angelo Riva
    04/07/2012
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  • Laura Teixeira
    MUNDO ECONÔMICO
    O reinado das agências de classificação de risco
    Longe das urnas, as três principais agências de classificação de risco dão a medida da crise que sacode a Europa, orquestrando o que o então presidente da Autoridade dos Mercados Financeiros (AMF) da França, Jean-Pierre Jouyet, qualificou de “ditadura de fato” dos mercados
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Lollo
    Universo Político
    Nos jantares do Siècle, a elite se fortalece em silêncio
    Os membros da classe dirigente constituem um grupo social consciente de si e separado dos outros. Mas a integração a esse mundo não acontece espontaneamente: iniciada no momento dos estudos, ela passa por círculos elitistas onde se encontram as vedetes saídas de diversos horizontes profissionais
    por: Silvio Caccia Bava,Paul Lagneau-Ymonet,Sylvain Thine
    04/07/2012
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  • Alves
    Universo Político
    E agora, as estrelas!
    Se o poder se encontra enfraquecido pela utilização da violência, ele pode se reforçar graças à ameaça – mais ou menos discreta – de coerção física. Em plena Guerra Fria, as estrelas ofereceram, por um tempo, um novo cenário às promessas mundiais de aniquilação.
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Daniel Kondo
    Universo Político
    Uma escola de torturadores nas Américas
    “Pode ser um desgraçado, mas é nosso desgraçado”, teria dito Franklin D. Roosevelt sobre o ditador nicaraguense Anastazio Somoza. A fim de facilitar o recrutamento de perfis desse tipo na América Latina, o exército norte-americano logo imaginou uma escola não exatamente como as outras
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Elcerdo
    Universo Político
    Israel, um país dominado por seu exército
    Em guerra quase permanente desde sua criação em 1948, o Estado israelense confere um espaço desmedido a seu exército. A influência militar excede a questão da segurança nacional para penetrar nos campos econômico, político e científico
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Rafael Coutinho
    Universo Político
    A transmutação chinesa nos corredores da OMC
    “Tomar primeiro as pequenas e médias cidades e as vastas regiões rurais e, em seguida, as grandes cidades.” Em outras palavras, transformar o centro pelas margens. Paradoxalmente, esse mesmo princípio maoísta motivou “reformadores” chineses quando decidiram que o país deveria fazer parte da OMC
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Rodrigo Leão
    Esfera social
    A vida do imigrante começa no guichê
    Empregado durante muitos meses como funcionário administrativo nos serviços franceses de imigração, o sociólogo Alexis Spire revela os bastidores dessa “máquina de triagem”. Se oficialmente os agentes do Estado simplesmente aplicam a lei, ao mesmo tempo dispõem de certa margem de interpretação dos regulamentos
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Gabriel K.
    Esfera social
    “Pau para toda obra” made in Filipinas
    Para os poderosos, a dominação é menos desconfortável quando é consentida pelos dominados, quando todo bom empregado se esforça para manifestar a seu empregador a plenitude que sua condição propicia. Esse “júbilo de servir” não tem nada de inato: se aprende. Nas Filipinas ou em Hong Kong, ele é ensinado
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • João Monteiro
    Esfera Social
    Sombras da intimidade
    Com a crise, voltaram os discursos exigindo a volta das mulheres ao lar. Se por um lado se instaurou a igualdade de direitos, por outro essa medida não mascara as desigualdades na prática: na casa ou no trabalho, a dominação masculina ainda é a regra
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Fábio Rex
    Esfera social
    Cena ordinária de um tribunal escolar
    Considerada a solução universal para os problemas da sociedade, a escola revela os desgastes que levam ao desemprego, às desigualdades e à diminuição do Estado. A solução de certos estabelecimentos: “associar-se” à polícia, encarregada de “recordar a lei” aos jovens turbulentos
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Guazzelli
    Universo político
    Um passeio pelo mundo dos grandes burgueses
    Individualismo para os outros; proteção, regulamentações coletivas e Estado de bem-estar para si: a grande burguesia comporta-se como um grupo unido que assume suas alianças, seus modos de vida, a educação dos futuros herdeiros. Não hesita em expressar seus interesses coletivos e a defendê-los a todo momento
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Daniel Kondo
    Círculos intelectuais
    Tentacular e doutrinário, o Opus Dei
    Enquanto apenas a metade dos franceses se define como católica, o poder da Igreja repousa cada vez menos na fé. Algumas redes conservam, no entanto, uma influência considerável. Não apenas no plano ideológico, mas também nas esferas políticas e econômicas
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Daniel Kondo
    Círculos intelectuais
    Golpe de Estado midiático na Venezuela
    Com 95% da frequência de rádio e televisão exercendo um quase monopólio sobre a imprensa escrita, a mídia venezuelana – transformada em principal força de oposição – desempenhou um papel decisivo na tentativa de destituição do presidente legítimo em 11 de abril de 2002
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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  • Daniel Kondo
    Círculos intelectuais
    Anatomia do poder
    1956: em plena Guerra Fria, o sociólogo norte-americano Charles Wright Mills publica A elite do poder. Suas pesquisas traziam à luz o conluio de interesses econômicos, políticos e militares. Mills identifica assim um grupo coeso de indivíduos que “podem realizar sua vontade, mesmo que outros se oponham a isso”
    por: Silvio Caccia Bava
    04/07/2012
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