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    Editorial
    Primavera Árabe
    O despertar do mundo árabe tem raízes profundas. Uma região que há décadas é controlada por regimes ditatoriais que reprimem a ferro e fogo[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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    Editorial
    Dossiê 6

    Primavera Árabe

    14/09/2011
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    Editorial
    Primavera Árabe
    O despertar do mundo árabe tem raízes profundas. Uma região que há décadas é controlada por regimes ditatoriais que reprimem a ferro e fogo[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • Getty Images
    APRESENTAÇÃO
    Os caminhos da liberdade
    As revoltas árabes se propagaram da Tunísia ao Egito e em seguida ao conjunto do mundo árabe. Nenhum país foi poupado e, apesar das dificuldades, um período sombrio começa a dissipar-se
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • EM BUSCA DA SOBERANIA
    O que muda com o despertar árabe
    Após um longo período de imobilismo, o mundo árabe saiu da letargia. Os movimentos de contestação, que não pouparam nenhum país, afetam também os equilíbrios regionais e internacionais. E incidirão no futuro do conflito Israel-Palestina
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • Imagens Istock
    NÃO HÁ ALTERNATIVAS?
    O impossível acontece

    Sem remeter necessariamente à Revolução Francesa, o ciclo histórico que vive a Tunísia parece familiar. Um movimento espontâneo estende-se, reunindo as mais diversas camadas sociais; o absolutismo balança

    por: Serge Halimi
    14/09/2011
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  • MILITARIZAÇÃO
    A Otan na engrenagem Líbia
    Em abril de 2011, um mês após os primeiros bombardeios, a operação anti-Kadafi na Líbia – sucessivamente franco-britânica, depois norte-americana e finalmente endossada pela Otan – estagnou-se diante da resistência do regime e do amadorismo da insurreição
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • MILITARES
    O Exército, o povo e os autocratas
    A maior parte dos dirigentes árabes deparou com a importância histórica do Exército na construção dos Estados após as independências e rapidamente compreendeu o perigo que as forças armadas poderiam representar. Tratou, então, de marginalizar e neutralizar essa instituição
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • REVOLUÇÃO SOCIAL?
    Raízes operárias da revolta egípcia
    As lutas dos trabalhadores tiveram um papel determinante nos últimos anos. Elas se amplificaram em todos os setores, fazendo nascer uma cultura da crítica e da reivindicação no Egito. “Em 2010 não se passou um dia sem que houvesse pelo menos três protestos no país”, destaca dirigente sindical
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • Istock
    GEOPOLÍTICA
    Cicatrizes profundas da partilha colonial
    Dividido pela França e pelo Reino Unido – as potências vitoriosas da Primeira Guerra Mundial –, o mundo árabe paga até hoje pela partilha colonial. E a lembrança desse período, especialmente a promessa de criação de um “lar nacional judeu”, ainda ronda os espíritos
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA
    Características das Revoluções
    Nem o embaixador britânico em São Petersburgo em 1917 nem o dos Estados Unidos no Teerã em 1978 perceberam o movimento sutil do alvoroço que se aproximava. O silêncio das massas dá impressão de instabilidade e dissimula os primeiros focos de ebulição, em geral atiçados pela juventude
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • Istock
    COMUNICAÇÃO
    Internet semeia a palavra democrática
    Revolução 2.0? Sem minimizar o papel das redes sociais, foi sobretudo sua combinação com as televisões via satélite e a mais influente entre elas, a Al-Jazeera, que permitiu às “novas mídias” uma máxima difusão. De qualquer forma, a web participativa semeou a palavra democrática nos ventos da história
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • GUERRA DOS SEIS DIAS
    Uma geração abalada pela derrota
    O desfecho do conflito contra Israel em 1967 transtornou o mundo árabe. A partir dos traumas associados a essa derrota, crescem a influência da religião, a tentação da violência e o conservadorismo moral como forma de “purificação”; e multiplicam-se governos cada vez mais afastados do povo
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • A INFLUÊNCIA DA EUROPA
    Mediterrâneo, uma fronteira a ser apagada
    A política mediterrânea da União Europeia apoiava-se numa visão um pouco ingênua impregnada pelas doutrinas neoliberais anglo-saxãs, o que facilitou privatizações controladas pelas elites políticas e aprofundou o fosso entre ricos e pobres. E contribui para a explosão atual
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • CHUVA DE PETRODÓLARES
    E na Argélia, para onde vai o dinheiro?
    Com o aumento dos preços do petróleo, a Argélia acumulou um verdadeiro tesouro de guerra
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • CULTURA
    Países árabes e Ocidente: dois mundo ligados
    O mundo árabe nasceu de um cisma do mundo ocidental, e por muito tempo o Islã foi entendido como heresia cristã. De lá para cá, o destino dos dois mundos permaneceu ligado: forças postas e indissociáveis. Irmãos mais ou menos gêmeos, estão condenados a viver junto, necessitam um o outro
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • RELIGIÃO
    Salafistas contra a Irmandade Muçulmana
    O termo “islâmicos” reúne, sob o mesmo nome, Al-Qaeda, Hamas, Irmandade Muçulmana e Hezbollah, escondendo profundas divergências entre esses movimentos, ilustradas pelo reforço das correntes salafistas, adeptas da leitura literal da religião e do apoio ao poder
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • FALA E ESCRITA ÁRABES
    A língua, o Rolls Royce e o Volkswagen
    A língua está no centro da identidade dos povos, da resistência às iniciativas coloniais.
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • NUMA PRAÇA EM MARRAKECH
    Jemaa-el-Fna, patrimônio oral da humanidade
    Alvo de um atentado em 27 de abril de 2011, a praça, no centro de Marrakech, resiste ao assalto do tempo e de uma modernidade degradante e limitada. Novos talentos se revelam, e o público está sempre ávido por histórias
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • Steve Crisp / Reuters
    IMPERTINÊNCIA NA TELEVISÃO
    A série que sacudiu a sociedade saudita
    Na trama da censura, inúmeros criadores, ludibriando as regras, tentaram resistir durante os anos de chumbo do mundo árabe e promover debates sobre questões de fundo, preparando o terreno para as revoltas atuais. Na Arábia Saudita, uma série tem feito a sociedade rir e parar para pensar
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • SÉTIMA ARTE E POLÍTICA
    O picadeiro egípcio
    No Egito, a criação do circo remonta a 1966, quando o país se aproximou da União Soviética e começou a estimular o desenvolvimento das artes populares. Desde então, sua história seguiu os meandros da política, deixando domadores e palhaços entregues à própria sorte, enquanto o Estado se retirava do setor criativo
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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  • O FATOR AL-JAZEERA
    Uma televisão que incomoda
    A secretária de Estado Hillary Clinton reconheceu no início de 2011: Al-Jazeera é uma emissora profissional, e os Estados Unidos perderam a guerra da informação. Ao levar para os lares imagens das insurreições árabes, essa emissora de televisão tem papel decisivo nas reviravoltas atuais da região
    por: Silvio Caccia Bava
    14/09/2011
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