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  • Samuel Casal
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    EDITORIAL
    Dossiê 8

    O roubo do século

    08/11/2011
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  • Samuel Casal
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    EDITORIAL
    O roubo do século
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Orlando
    APRESENTAÇÃO
    Arquitetos de ruínas
    Com três décadas de retrocesso, a submissão das economias ao poder dos banqueiros parece explícita e resulta de tripla mutilação dos Estados. A primeira[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Samuel Casal
    HISTÓRIA DAS FINANÇAS
    Uma galeria de criminosos respeitável
    A Wall Street dos anos 1980 é o cenário de grandes mudanças econômicas e sociais: ao mesmo tempo que o mundo das finanças substitui a indústria, hordas de negociantes (traders) especializados em fusões e aquisições invadem o lugar da aristocracia bancária
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Rodrigo Leão
    A FÁBRICA DE CONSENSO
    De onde vêm os derivativos?
    Estatísticos, doutores em álgebra, programadores, todos esses depositários do gênio humano poderiam ter dedicado seu saber a construir, curar ou descobrir. Entretanto, eles se tornaram banqueiros, atraídos a preço de ouro pelas instituições financeiras
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Baptistão
    DROGAS E LUCROS
    HSBC, origem do ópio
    De Londres a Hong Kong, as belas fachadas dos grandes centros de negócios com frequência escondem a violência de suas origens. Esse é o caso do banco HSBC, cujas raízes mergulham em guerras coloniais e comerciais conduzidas pelo Império Britânico na Ásia
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Camilo Riani
    BOLSAS DE VALORES
    Por alguns bilhões a mais
    No momento em que a crise dos subprimes sacudia os EUA, entrava em vigor uma norma europeia para desregulamentar o mercado financeiro em nome da concorrência. Graças a ela, os bancos desenvolvem “plataformas opacas” nas quais as ações trocam de mãos a toda velocidade e sem qualquer tipo de controle
    por: Silvio Caccia Bava,Angelo Riva
    08/11/2011
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  • DESCONTROLE
    Pobres normas internacionais
    Desde os anos 1970, o Comitê da Basileia faz a supervisão internacional dos bancos. Mas o dispositivo não dispõe de poder coercitivo, e suas recomendações privilegiam a autorregulação. Concebidos durante a crise, os acordos chamados “Basileia 3” poderiam forçar os bancos a assumir um risco muito maior
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Emilio Damiani
    DINHEIRO E PODER
    Os presidentes norte-americanso passam, o Goldman Sachs continua
    É raro pedir a motoristas pé de chumbo que reformem o código de trânsito. A débâcle da bolsa em 2008, porém, conduziu os gigantes das finanças para o posto de administradores de uma crise que eles mesmos provocaram. É o caso do banco Goldman Sachs, que há muito murmura nas orelhas do poder
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Dálcio
    PINOCHET E WASHINGTON
    Riggs, máquina de lavar dinheiro para ditadores
    Ávidos por valores humanistas, os bancos se apresentam sem hesitação como os líderes da sociedade ideal. Mas seus esforços tendem às vezes a caminhar em direções diametralmente opostas como, por exemplo, ao ajudar os déspotas a pilhar seus países
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Daniel Kondo
    DINHEIRO É DINHEIRO
    Cumplicidade com o tráfico de drogas
    A repressão ao comércio ilícito de entorpecentes atinge principalmente os consumidores e produtores. Contudo, o mercado é dominado pelo crime organizado e seus aliados indispensáveis, sem os quais não pode prosperar. Em particular, os bancos
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Andrea Comas/ Reuters
    ESPANHA
    Em Madri, vidas hipotecadas
    A “febre da construção” alimentada pelo setor bancário espanhol deixa rastros de cidades fantasmas, florestas de gruas inativas, centenas de milhares de desempregados. Entretanto, ela é responsável também pela geração de altíssimos lucros
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • JUSTIÇA
    Minha vitória no caso Clearstream
    O que fez a grande imprensa diante dos gigantes das finanças? Curvou-se. Por ter investigado a câmara de compensação luxemburguesa Clearstream, o jornalista Denis Robert sofreu uma dezena de processos judiciais, ironias e o silêncio constrangedor de seus “colegas”. Hoje, a justiça lhe dá razão
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Fábio Rex
    BANCO SANTANDER
    Neoconquistadores
    Instalados no coração da vida social, os bancos estiveram por muito tempo ligados a um território, em cuja organização interferiam. Criado na Cantábria, no século XIX, o espanhol Santader lançou-se, na década de 1990, à conquista da América Latina, trocando os mosquetes pelas taxas de juros
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • CRISE EM PERSPECTIVA
    Islandeses votam contra banqueiros
    Duas décadas de crescimento fulminadas em poucos meses e um povo tomado pela cólera: a Islândia oferece um impressionante resumo dos processos que levaram os bancos a dominar e em seguida quebrar a economia. Cansados das intrigas políticas e dos esquemas financeiros, os cidadãos se rebelaram
    por: Silvio Caccia Bava,Robert Wade
    08/11/2011
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  • GANHAR OU GANHAR
    Prêmios e castigos dos negociadores do mercado financeiro
    Na maioria dos setores de atividade, os comportamentos de risco geram desconfiança. No meio financeiro, eles são recompensados. Mesmo quando levam empresas – ou países – à ruína. "Qualquer que seja o volume das perdas pelas quais são responsáveis, os figurões sempre conseguem se reerguer”
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Daniel Kondo
    O MUNDO DE CABEÇA PARA BAIXO
    Todo trabalho merece um salário?
    A lógica se aplica a todos, mas não da mesma forma: a “concorrência internacional” impõe a alguns reavaliar suas pretensões salariais; ela autoriza outros a negociar seu “talento” a preço de ouro. E se outra lógica determinasse a definição das remunerações?
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Alves
    BUROCRACIA E TRANSPARÊNCIA
    Luz na sala do cofre
    Na França, a Attac e a Amigos da Terra lançam uma campanha nacional para reafirmar as exigências cidadãs diante das intempéries do sistema bancário. Se, por um lado, uma parte dos franceses ainda confia em suas entidades de crédito, um estudo recente sugere que elas podem não estar sempre com a razão
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Allan Sieber
    O CONSENSO RESISTE
    Como se nada tivesse acontecido…
    Após o colapso de 2008, acrobatas financeiros, professores de Economia e políticos repetiram todos a mesma ladainha: “Nada será como antes”. Três anos depois, os mesmos culpados pela crise retomaram os mesmos negócios, armados com as mesmas teorias econômicas
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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  • Leo Martins
    NAUFRÁGIO DA DEMOCRACIA
    As marionetes políticas e seus benfeitores

    No dia 10 de maio de 2010, após os governos europeus procederem a uma nova injeção de 750 bilhões de euros na fornalha da especulação, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que, por questões de rigor orçamentário, uma ajuda especial de 150 euros a famílias necessitadas não seria renovada

    por: Serge Halimi
    08/11/2011
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  • Lollo
    PAPEL DO ESTADO
    Por um sistema de crédito socializado
    Investidores e governantes miram um novo horizonte: voltar ao momento que precedeu a queda, graças a um “melhor enquadramento dos mercados financeiros”. A ladainha tantas vezes repetida pode gerar dúvidas. Será que, ao contrário, não é chegada a hora de ir para a frente?
    por: Silvio Caccia Bava
    08/11/2011
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