Março 2016

Edição - 104
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  • Claudius
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    EDITORIAL
    A disputa é nas ruas
    As razões O núcleo da crise atual está na consolidação de um bloco das elites brasileiras a partir do final de 2012 – grandes[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    01/03/2016
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  • COMO ORGANIZAR A RESISTÊNCIA
    A natureza da crise política

    Quem provocou a crise foi a ofensiva política do campo neoliberal ortodoxo, dirigido pelo capital internacional e pela fração da burguesia brasileira a ele integrada, e não a luta popular

    por: Armando Boito Jr
    01/03/2016
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  • RECONHECIDO PELO COI, MAS NÃO PELA ONU
    Esporte, a nova arma do Kosovo

    Desde que proclamou sua independência, em 2008, o Kosovo tenta provar sua viabilidade e legitimidade. Mas a região – sitiada, minada pela corrupção e mantida de pé graças à assistência estrangeira – sofre para obter o pleno reconhecimento internacional. Para conseguir isso, ela faz do esporte sua principal vitrine

    por: Florian Gautier
    01/03/2016
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  • COMO ORGANIZAR A RESISTÊNCIA
    No Brasil, só há esquerda fora do governo

    Até quando os movimentos sociais vão poupar o governo Dilma de um questionamento direto? A expressão de massas de um polo de luta independente é a única saída que pode abafar os atos de massa de direita. Esse polo só pode lutar seguindo um programa unificador: derrotar as medidas do governo

    por: Henrique Carneiro
    01/03/2016
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  • ENCARTE OXFAM
    Cada vez mais desigual
       
    por: equipe Le Monde Diplomatique Brasil
    01/03/2016
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  • COMO ORGANIZAR A RESISTÊNCIA
    Um programa econômico alternativo

    É possível, além de derrotar a contraofensiva conservadora, criar as condições para uma ofensiva da esquerda? Sim, se no mais curto prazo de tempo o PT mudar de estratégia e o governo alterar sua política econômica

    por: Valter Pomar
    01/03/2016
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  • COMO ORGANIZAR A RESISTÊNCIA
    Estratégias dos movimentos e projeto de emancipação

    Um projeto alternativo não cai do céu. Não basta querê-lo, mesmo que a urgência justifique a precipitação. Um projeto se inscreve no tempo histórico, que combina o longo prazo e as rupturas, entre a maturação demorada das ideias e a aceleração dos períodos revolucionários

    por: Gustave Massiah
    01/03/2016
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  • CONDADO AFRO-AMERICANO DO MISSISSIPPI ESCOLHE SUA POLÍCIA
    “Oremos por nosso xerife, oremos por sua vitória nas eleições”

    A cada quatro anos, os norte-americanos são chamados a eleger seus xerifes e procuradores. Em geral, a escolha é entre candidatos com perfil repressivo. Enquanto isso, a inflação carcerária nos Estados Unidos é tamanha que o assunto entrou na campanha presidencial deste ano

    por: Raphael Kempf
    01/03/2016
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  • FIM DO CICLO PARA A SOCIAL-DEMOCRACIA
    A era das revoltas

    Com o pano de fundo de uma persistente crise econômica na maior parte dos países ocidentais, a emergência de novas forças de contestação testemunha uma enorme impaciência política. Ela se transforma com frequência em revolta. E a esquerda governamental constitui cada vez mais um de seus alvos preferidos

    por: Serge Halimi
    01/03/2016
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  • FASCÍNIO DE BARACK OBAMA
    Democratas deslumbrados com o Vale do Silício

    Desde 2008, as desigualdades sociais não pararam de crescer nos Estados Unidos. Isso porque a administração do presidente Barack Obama, apesar de vender a imagem de quem conseguiu reduzir o desemprego, está mais preocupada com o conforto dos inovadores do Vale do Silício do que com a sorte dos trabalhadores pobres

    por: Thomas Frank
    01/03/2016
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  • EM DEFESA DE DIREITOS CONQUISTADOS
    A Constituição sob (constante) ataque: a resposta pela luta por mais direitos

    Na abertura da série, trazemos duas análises sobre os direitos da Constituição de 1988, escritas pelo professor Fábio Konder Comparato (na pág. ao lado) e por André Augusto Salvador Bezerra e Alberto Alonso Muñoz, da Associação Juízes para a Democracia (abaixo)

    por: André Augusto S. Bezerra e Alberto Alonso Muñoz
    01/03/2016
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  • EM DEFESA DE DIREITOS CONQUISTADOS
    Constituição de 1988: o direito e o avesso

    A Carta Magna consagrou formalmente vários avanços, sobretudo no campo dos direitos e garantias fundamentais. Ademais, instituíram-se instrumentos jurídicos de democracia direta e participativa, como um complemento necessário à representação popular. Acontece que tais avanços se revelaram, em sua maior parte, inefet

    por: Fábio Konder Comparato
    01/03/2016
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  • DISCRIMINAÇÃO PERSISTENTE ENTRE OS INDIANOS
    No Reino Unido, imigrante prisioneiros das castas

    Quando migraram para o Reino Unido tentando escapar do sistema de castas, em meados do século XX, os intocáveis indianos provavelmente não imaginavam que a estrutura social opressiva de sua pátria viajaria com eles. Há quem defenda que o Reino Unido deveria criar uma legislação contra esse tipo de discriminação para, f

    por: Alexia Eychenne
    01/03/2016
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  • OS ROMA E O DIREITO À MORADIA
    Na Romênia, todos têm casa própria, menos os ciganos

    Após 25 anos da queda de Nicolae Ceaucescu, a restituição das moradias nacionalizadas se prolonga na Romênia. Decidindo devolver os bens em vez de indenizar os donos, as autoridades expulsam os locatários, entre os quais se encontram principalmente os ciganos

    por: Julia Beurq
    01/03/2016
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  • O COMBUSTÍVEL SOCIAL DA DIREITA POLONESA
    Resultado de 25 anos de ultraliberalismo

    Após vencer as eleições de 2015, o partido conservador polonês Lei e Justiça (PiS) multiplica manifestações de autoritarismo. Enquanto isso, a Comissão Europeia lançou um “procedimento de salvaguarda do estado de direito”. Maltratados por 25 anos de ultraliberalismo, eleitores do PiS parecem seduzidos por promessas

    por: Cédric Gouverneur
    01/03/2016
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  • MORDAÇA NA ESQUERDA
    Em Israel, a hora da inquisição

    Projeto de lei sancionado por Benjamin Netanyahu promete impor novas exigências de transparência às organizações sociais israelenses. O texto, que visa punir as entidades que fazem oposição ao governo, se inscreve em um clima de caça às bruxas orquestrado pelos partidos que defendem a colonização

    por: Charles Enderlin
    01/03/2016
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  • É UTOPIA QUERER QUE AS VACAS COMAM APENAS PASTO?
    Como a agroecologia pode alimentar o planeta de forma sustentável

    Para enfrentar o aquecimento global, a União Europeia deveria refletir sobre seu modelo agrícola, que mais do que nunca acompanha a globalização liberal. Ao desenvolver a agroecologia, a França poderia, por exemplo, reduzir consideravelmente suas emissões de carbono e produzir alimentos de qualidade em quantidade

    por: Gérard Le Puill
    01/03/2016
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  • Claudius
    lrnx9rrt88r2tf2
    EDITORIAL
    A disputa é nas ruas
    As razões O núcleo da crise atual está na consolidação de um bloco das elites brasileiras a partir do final de 2012 – grandes[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    01/03/2016
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  • UMA CORRIDA DE OBSTÁCULOS
    É possível fabricar um smartphone comercialmente justo?

    Os minérios utilizados na fabricação de celulares são em geral explorados em detrimento dos direitos sociais mais elementares, especialmente na África central. Sem contar a devastação ambiental. Uma empresa procurou então fabricar um “smartphone justo”. Mas ela sofre, entre outros problemas, com o mercado ilegal

    por: Emmanuel Raoul
    01/03/2016
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  • PRISÕES A BARBARIE CONTEMPORANEA
    As pílulas e a prisão: produção e gestão do sofrimento

    Cerca de um terço dos 450 presos de um dos raios do CDP I de Pinheiros faz uso regular de remédios psicotrópicos distribuídos pela administração pública para combater os efeitos gerados pelo próprio encarceramento, como a dificuldade de dormir em razão da superlotação e a ansiedade provocada pela indefinição processual

    por: Fábio Mallart
    01/03/2016
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  • TREMER EM VEZ DE REFLETIR
    A estratégia da comoção

    Do entretenimento ao noticiário, passando pelos discursos políticos, o recurso à comoção tornou-se uma figura impositiva da vida pública. Se as emoções, positivas ou negativas, enriquecem a existência, elas também impõem formidáveis desafios à democracia, uma vez que substituem a reflexão

    por: Anne-Cécile Robert
    04/02/2016
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