Dezembro 2016

Edição - 113
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  • sertrangen2
    ENTREVISTA – BELA FELDMAN-BIANCO
    É preciso votar a nova Lei das Migrações

    Em entrevista, a antropóloga Bela Feldman-Bianco – professora da Unicamp, coordenadora do Comitê Migrações e Deslocamentos da Associação Brasileira de Antropologia e representante da SBPC no Conselho Nacional de Imigração – explica a necessidade de votar a Lei de Migrações e mostra como o Brasil continua atrativo para cidadãos de todo o mundo

    por: Rodrigo Farhat
    20/02/2017
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  • Sandra Javera
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    PRESERVAR O INTERESSE GERAL CONTRA AS EMPRESAS... E CONTRA O ESTADO
    A defesa dos bens comuns, uma bandeira agregadora para a esquerda?

    Renascida nos anos 1980, a noção de “comuns” ou “bens comuns” conhece uma popularidade crescente entre militantes de esquerda. Quer trate do fornecimento de água potável ou de softwares livres, a gestão coletiva afronta o mito de que a privatização garante eficiência. Mas seus partidários desconfiam também do Estado, a quem atribuem um papel circunscrito

    por: Sébastien Broca
    17/02/2017
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  • BANGLADESH-ATTACK/
    ESCOMBROS DA GUERRA DE INDEPENDÊNCIA DE 1971
    Ameaça jihadista em Bangladesh

    Marginalizados por seu comprometimento durante a guerra de libertação de 1971, os islâmicos de Bangladesh progressivamente recuperam sua influência. Alguns passaram para a luta armada. Os assassinatos de personalidades ateias e progressistas e o atentado cometido na capital, Daca, no último verão, colocaram a primeira-ministra Dheik Hasina contra a parede

    por: Jean-Luc Racine
    16/02/2017
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  • Jana Glatt
    justiça de classe_JANA_GLATT
    QUESTÃO DE CLASSE
    Os poderes e a Justiça nos tempos do golpe

    Os juízes e o Judiciário estão subordinados ao povo nos termos do ordenamento jurídico democraticamente construído e não podem se sobrepor a tal, supondo-se eles mesmos representarem o espírito do povo.

    por: Kenarik Boujikian Felipe
    15/02/2017
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  • novo mundo
    RESISTÊNCIA E PROJETO
    O novo mundo que tarda a nascer

    A situação atual parece desesperadora. A ofensiva das direitas e das extremas direitas ocupa o espaço e as mentes. Ela se exibe nos meios de comunicação e pretende expressar a direitização das sociedades. Contudo, o jogo ainda está sendo jogado. As sociedades resistem e as contradições estão atuando; são elas que determinam o futuro

    por: Gustave Massiah
    12/02/2017
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  • santiago
    JUSTIÇA RESTAURATIVA – ALIVIAR AS VÍTIMAS SEM BANIR OS CULPADOS
    “Existe o processo, a condenação, e depois… mais nada”

    No momento em que os benefícios do simples encarceramento são cada vez mais controversos, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, anuncia a construção de dez novas prisões. Contudo, outras soluções têm se revelado interessantes, especialmente as que envolvem as vítimas. Grande inovação da lei de 2014, a justiça rest

    por: Léa Ducré e Margot Hemmerich
    26/01/2017
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  • celebrity apprentice
    DOSSIÊ – ELEIÇÕES ESTADOS UNIDOS
    O triunfo do estilo paranoico

    Trump finalmente se tornou bilionário não em decorrência de seu talento como homem de negócios, mas graças ao reality show. Ao mesmo tempo produtor e astro dos programas The Apprentice [O aprendiz] e depois The Celebrity Apprentice [O aprendiz celebridades], ele fez entrevistas de emprego com candidatos e confiou-lhes missões, sem deixar de humilhá-los.

    por: Ibrahim Warde
    20/01/2017
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  • Ana biscaia - venezuela2
    CONTRARREVOLUÇÃO DENTRO DA CONTRARREVOLUÇÃO
    Venezuela, as razões do caos

    Em novembro, manifestações populares e tentativas de desestabilização intensificaram as convulsões políticas que a Venezuela já conhece bem. Ao longo de todos os anos 2000, contudo, as conquistas – sociais, geopolíticas e culturais – da revolução bolivariana suscitaram o entusiasmo dos progressistas estrangeiros

    por: Renaud Lambert
    18/01/2017
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  • Odyr
    ODYR_01 (1)
    NAS RAÍZES DO DESASTRE DEMOCRATA
    Como perder uma eleição

    Um adversário rejeitado por seu próprio campo, uma evolução demográfica favorável, meios financeiros consideráveis: os democratas tinham todas as cartas na mão para vencer a eleição presidencial. Ao final, foram derrotados, vítimas de sua estratégia desastrosa

    por: Jerome Karabel
    16/01/2017
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  • CONGO-POLITICS/
    MANIFESTAÇÕES DE MASSA CONTRA UM PRESIDENTE QUE SE AGARRA AO PODER
    A insurreição está a caminho na República Democrática do Congo?

    Após meses de manifestações duramente reprimidas, um primeiro-ministro pertencente à oposição, Samy Badibanga, foi empossado no dia 17 de novembro. Mas a transição política na República Democrática do Congo permanece incerta, uma vez que o presidente Joseph Kabila poderá disputar o terceiro mandato nas eleições de 2018

    por: Sabine Cessou
    16/01/2017
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  • Daniel Kondo
    kung fu
    CINEMA
    Kung-fu e luta de classes

    Longe de se resumirem a uma simples diversão, muitos filmes de artes marciais chineses falam acima de tudo de justiça e dignidade – de um indivíduo, de uma classe ou de um povo oprimido que eleva a cabeça, esfrega o nariz e dá uma surra merecida num tirano mais bem armado.

    por: Daniel Paris-Clavel
    06/01/2017
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  • roundup-brothers
    DOSSIÊ – ELEIÇÕES ESTADOS UNIDOS
    A desorientação da intelligentsia

    Deixado de lado pela mídia conservadora, mas apoiado pela da “direita alternativa” , Donald Trump deve sua vitória aos estados do Rust Belt (Cinturão da Ferrugem), que abandonaram Hillary Clinton, considerada distante pelos operários rancos e desprezada pelos não diplomados

    por: Serge Halimi
    06/12/2016
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  • bernie
    DOSSIÊ – ELEIÇÕES ESTADOS UNIDOS - MÍDIA
    A artilharia contra Bernie Sanders

    Por que a mídia norte-americana, que desejava derrotar Donald Trump, torpedeou, durante as primárias, Bernie Sanders, candidato democrata que poderia ter derrotado o bilionário nas eleições?

    por: Thomas Frank
    06/12/2016
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  • RELIGIÃO
    Por que fizemos opção pelos pobres (e eles pelo neopentecostalismo…)?

    Se nós, católicos, pretendemos atrair os pobres aos nossos templos e comunidades, só nos resta um caminho: evitar qualquer combate às Igrejas evangélicas, como estigmatizá-las com a pecha de “seitas”; dialogar ecumenicamente com seus fiéis e pastores; recriar espaço pastorais onde os pobres se sintam em casa como ante

    por: Frei Betto
    06/12/2016
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  • FATORES DA QUEDA
    As estruturas políticas e o impeachment

    Para além da associação com a corrupção estrutural, talvez o principal equívoco do PT tenha sido tentar colocar em prática um Estado de bem-estar social sem realizar as reformas que permitiriam custeá-lo e viabilizá-lo

    por: Leandro Gavião e Henrique Paiva
    06/12/2016
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  • rg17731gf731uz3
    EDITORIAL
    Militância democrática

    Acreditávamos ter consolidado a democracia, por isso a questão da reforma política era discutida nos marcos de uma institucionalidade, de regras do jogo que permitiriam enunciar propostas como a de um plebiscito

    por: Silvio Caccia Bava
    02/12/2016
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  • Flavia Bonfim
    flavia bomfim 12
    UMA QUESTÃO POLÍTICA HÁ MUITO IGNORADA
    Envelhecimento feminino

    Em abril, na Suíça, uma octogenária pediu – e conseguiu – permissão para um suicídio assistido porque, “muito bonita”, segundo seu médico, não suportava envelhecer. Um símbolo do estigma vinculado ao passar dos anos das mulheres. Na França, duas personalidades trataram dessa questão, Benoîte Groult e Thérèse Clerc, mortas este ano

    por: Juliette Rennes
    13/01/2016
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2 Comments

  • O comentario FATORES DA QUEDA As estruturas políticas e o impeachment de L Gaviao e H. Paiva toca em ponto chaves, porem, não desenvolve aquilo que é fundamental no desenvolvimento da luta politica dos ” reformistas ” ( eles mesmos usam esse termo para o petismo e a esquerda em geral ). Somente citar a necessidade de autocrítica pela ausencia de uma reforma do estado brasileiro que sustentaria um um desenvolvimento economico distributivista esta se tornando comum . Um chavão que precisa de desdobramento programático. Que reformas? Politica? Tributaria? Revisão da Previdencia? Ninguem se atreve a esmiuçar um programa que deveria ser feito e não o foi. Faltam quadros competentes? Divulga-las seria perder parcelas do eleitorado ou apoios daqueles que se sentiriam subtraidos por elas? Vamos errar de novo? Onde estão as ideias, o programa? Vai continuar a pobreza intelectual?

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