Maio 2017

Edição - 118
ed118
  • Claudius
    claudius-118
    EDITORIAL
    Crise sistêmica

    Se hoje a política é controlada pelas grandes empresas, como fazer para que a democracia controle a economia? Como limitar o poder do dinheiro na formulação das políticas? Como fortalecer os setores empobrecidos para a disputa pelos recursos públicos? Precisamos de um novo modelo de democracia, mais inclusivo, mais participativo, mais justo.

    por: Silvio Caccia Bava
    03/05/2017
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  • Daniel Kondo
    temer morte
    A CRISE ACABOU?
    O governo Temer na economia: conjuntura, estrutura e “fracasso”

    Diante dos resultados negativos em todas essas frentes e das perspectivas no mínimo modestas para 2017 e 2018, seria correto afirmar que o governo Temer é um fracasso na economia? A hipótese deste artigo é a de que não, e um sinal claro é a enorme condescendência com que sua performance é noticiada e comentada até aqui

    por: André Biancareli
    01/08/2017
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  • Claudius
    claudius-118
    EDITORIAL
    Crise sistêmica

    Se hoje a política é controlada pelas grandes empresas, como fazer para que a democracia controle a economia? Como limitar o poder do dinheiro na formulação das políticas? Como fortalecer os setores empobrecidos para a disputa pelos recursos públicos? Precisamos de um novo modelo de democracia, mais inclusivo, mais participativo, mais justo.

    por: Silvio Caccia Bava
    03/05/2017
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  • Daniel blake pagina 38
    CINEMA
    O destino da garota desconhecida

    Ken Loach abre o percurso. Sempre engajado, o cineasta se incumbiu do destino crepuscular dos trabalhadores britânicos. Daniel Blake é o exemplar dessa classe que viveu seus tempos heroicos. Envelhecido e adoentado, a grande façanha do hábil carpinteiro se resume a enfrentar os meandros das agências oficiais para obter o auxílio-doença.

    por: Roberto Noritomi
    21/08/2017
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  • Kusiwa
    POVOS INDÍGENAS
    Na Guiana Francesa, a corrida do ouro… e da Bíblia

    Em 25 anos, a Guiana Francesa viu sua população dobrar. Ela se sente negligenciada pela metrópole, da qual depende para tudo, ou quase, e permanece economicamente isolada de seus vizinhos. Mas a porosidade de sua fronteira a torna permeável tanto ao tráfico de ouro como ao proselitismo evangélico. Na linha de frente, os indígenas apostam seu futuro como povo

    por: Elven Sicard
    17/08/2017
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  • Daniel Kondo
    temer morte
    A CRISE ACABOU?
    O governo Temer na economia: conjuntura, estrutura e “fracasso”

    Diante dos resultados negativos em todas essas frentes e das perspectivas no mínimo modestas para 2017 e 2018, seria correto afirmar que o governo Temer é um fracasso na economia? A hipótese deste artigo é a de que não, e um sinal claro é a enorme condescendência com que sua performance é noticiada e comentada até aqui

    por: André Biancareli
    01/08/2017
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  • coreia do norte
    APESAR DAS SANÇÕES, COREIA DO NORTE PERSISTE EM SEU PROGRAMA NUCLEAR
    A racionalidade de Pyongyang

    As ameaças e o embargo norte-americanos respondem às provocações e aos testes militares norte-coreanos. Depois de ter enviado um porta-aviões ao Mar do Japão, Trump exige um comprometimento mais firme da China. Mesmo que Pequim endureça as sanções contra Pyongyang, é pouco provável que os líderes coreanos renunciem ao programa nuclear, que se tornou seu seguro de vida

    por: Philippe Pons
    31/07/2017
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  • Sandra Javera
    lispector_javera_baixa
    LITERATURA
    Uma estrela chamada Clarice Lispector

    Apelidada na França de “princesa da língua portuguesa”, Clarice Lispector escrevia como se pudesse salvar a vida de uma pessoa e aproximá-la da beleza silenciosa do mundo. Grande figura da literatura brasileira, por muito tempo permaneceu desconhecida na França. A recente publicação de suas cartas deve contribuir para sua difusão

    por: Sébastien Lapaque
    28/07/2017
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  • 13904424715_93e921ac5b_z
    DIREITOS HUMANOS
    Refugiados, um bom negócio

    Os desastres humanitários não são catastróficos para todos. Escritórios de auditoria, vendedores de cartões de débito ou grandes fabricantes de móveis: assim que um campo é aberto, empresas correm em direção a uma “indústria da ajuda”, cujo volume anual ultrapassa 25 bilhões de euros

    por: Nicolas Autherman
    27/07/2017
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  • Benett
    benett
    AS MÚLTIPLAS FACES DE RODRIGO DUTERTE
    Crime e reformas nas Filipinas

    O ano de 2016 foi marcado pela eleição, nas Filipinas, do presidente Rodrigo Duterte. Seu programa de combate às drogas e à criminalidade chamou atenção da mídia internacional por causa dos milhares de mortes provocadas. Contudo, paradoxalmente, o novo homem forte de Manila pretende pôr em prática numerosas reformas sociais, econômicas e políticas

    por: François-Xavier Bonnet
    23/07/2017
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  • halimi
    O ENQUADRAMENTO DE TRUMP
    O Estado profundo

    Cinquenta e nove mísseis disparados contra uma base aérea no Oriente Médio praticamente transformaram um presidente afogado na impopularidade, no amadorismo e no nepotismo em um homem determinado, sensível, incapaz de conter sua humanidade diante de fotos de “lindos bebês cruelmente assassinados em um ataque muito bárbaro”. O coro de louvores é ainda mais perturbador no atual clima internacional, cheio de tensões, quando se sabe que Trump adora ser adulado.

    por: Serge Halimi
    14/07/2017
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  • Captura de Tela 2017-05-12 às 14.43.27
    Novas narrativas da web
    Operação Serenata de Amor Jornalismo e inteligência artificial, feitos no Brasil. A Operação Serenata de Amor criou um robô, a Rosie – uma inteligência[...]
    12/05/2017
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  • Claudius
    claudius-118
    EDITORIAL
    Crise sistêmica

    Se hoje a política é controlada pelas grandes empresas, como fazer para que a democracia controle a economia? Como limitar o poder do dinheiro na formulação das políticas? Como fortalecer os setores empobrecidos para a disputa pelos recursos públicos? Precisamos de um novo modelo de democracia, mais inclusivo, mais participativo, mais justo.

    por: Silvio Caccia Bava
    03/05/2017
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  • Alpino
    alpino_7
    ECONOMIA
    Onde foi parar o nosso dinheiro?

    Não há nenhuma razão técnica para esta catástrofe em câmara lenta. Produzimos o suficiente para todos, cerca de R$ 11 mil de bens e serviços por mês por família de quatro pessoas, número que vale tanto para o mundo como para o Brasil: estamos exatamente na média mundial

    por: Ladislau Dowbor
    03/05/2017
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  • Alves
    terceirizacao-pato
    MENOS SALÁRIO, MAIS LUCRO
    Terceirização e suas consequências no Brasil

    Com a generalização da terceirização, o aniquilamento do mercado interno de trabalho poderá ser uma realidade, com o desaparecimento das ocupações de classe média assalariada, salvo na condição de PJ. As consequências são consolidação da situação de economia de baixo salário, elevada instabilidade nas relações de trabalho e ampla polarização social

    por: Marcio Pochmann
    03/05/2017
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  • TRUMP_bernardo
    APÓS OS BOMBARDEIOS NA SÍRIA
    Trump encarna o senhor da guerra

    Como já repetido diversas vezes, espera-se de Donald Trump uma política externa imprevisível; e o bombardeio de uma base do regime sírio, de fato, surpreendeu bastante as chancelarias. O ataque, contudo, responde a certa lógica: a de um presidente que, desde janeiro, parece convertido ao uso da força

    por: Michael T. Klare
    03/05/2017
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  • atomico
    A ASSOMBROSA VULNERABILIDADE DAS FUNDIÇÕES DE CREUSOT
    O calcanhar de aquiles do sistema nuclear francês

    Nos próximos cinco anos, 53 dos 58 reatores que formam o parque atômico francês ultrapassarão quarenta anos de funcionamento. Será necessário prorrogar esse tipo de geração de energia para além da duração prevista na concepção do sistema e substituir as centrais pela nova geração, chamada EPR, ou abandonar progressivamente a energia nuclear?

    por: Agnès Sinaï
    03/05/2017
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  • indesejados
    UM MUNDO DE CAMPOS
    A fábrica de indesejados

    O planeta tem atualmente 65 milhões de refugiados. Grande parte deles é obrigada a viver em campos, uma espécie de prisão a céu aberto em que os residentes são privados dos direitos fundamentais (ler abaixo). Por seu número e perenidade, os acampamentos se tornaram um mercado em disputa entre ONGs e transnacionais (página ao lado)

    por: Michel Agier
    03/05/2017
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  • Emmanuel Macron, head of the political movement En Marche !, or Onwards !, and candidate for the 2017 French presidential election, attends a campaign political rally at the AccorHotels Arena in Paris, France, April 17, 2017. REUTERS/Christian Hartmann - RTS12O50
    EMMANUEL MACRON, FABRICADO PARA SERVIR
    O candidato da mídia

    O sucesso de um candidato desconhecido pelo público há três anos não se explica somente pela decomposição do sistema político francês. Inventor de uma nova maneira de promover velhas ideias socioliberais que valeram a Hollande recordes de impopularidade, Emmanuel Macron encontrou na mídia um sólido ponto de apoio. Sua história parece um sonho de editorialista

    por: Marie Bénilde
    03/05/2017
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  • Eric Gilliard/ Reuters
    Members of the French National Front (FN) political party paste a poster on a free billboard for French National Front (FN) political party leader Marine Le Pen as part of the 2017 French presidential election campaign in Antibes, France, April 14, 2017.   REUTERS/Eric Gaillard  TPX IMAGES OF THE DAY - RTX35JCI
    RECHAÇO AOS PATRÕES... ESTRANGEIROS
    Dubiedade econômica da Frente Nacional

    A fim de resumir os termos de seu duelo com Emmanuel Macron, Marine Le Pen celebrou a França “que protege nossos empregos, nosso poder de compra”. Em matéria econômica, a Frente Nacional situa-se de bom grado em um terreno já ocupado pela esquerda. Mas o liberalismo não lhe coloca nenhum embaraço, desde que se mantenha nacional

    por: Renaud Lambert
    03/05/2017
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  • ELEIÇÕES NA FRANÇA
    Na cozinha do mercado eleitoral

    Contrariamente ao que sugere o teatro democrático reencenado a cada eleição, cada vez menos são os eleitores que escolhem seus representantes e cada vez mais são os partidos políticos que selecionam seu eleitorado

    por: Pierre Rimbert
    03/05/2017
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  • Estado direito_ODYR
    ESTADO DE DIREITO, UMA NOÇÃO FALSAMENTE NEUTRA
    A culpa é do juiz!

    Tensões inéditas entre juízes e dirigentes políticos marcaram a campanha presidencial francesa. Para além dos acontecimentos particulares da competição eleitoral, magistrados e eleitos interpretam uma peça antiga, mas atualizada pela ascensão da potência, via construção europeia, de uma noção ambígua: o estado de direito

    por: Anne-Cécile Robert
    03/05/2017
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