Agosto 2011

Edição - 49
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  • Claudius
    izj1ffz6z610608
    EDITORIAL
    Ano 5
    Completamos quatro anos de existência na edição anterior, e podemos dizer com satisfação que, graças a você, leitor e leitora, nosso jornal é um[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    02/08/2011
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  • COOPERAÇÃO ENTRE MUNICÍPIOS
    Cidades como dínamos da integração internacional

    Muitos municípios e estados brasileiros se desenvolveram e atingiram excelência em diversas áreas em temas que poderiam ser incorporados à agenda da cooperação nacional, na medida em que já são demandadas pelos países parceiros, sobretudo África e América do Sul, tais como democracia participativa e mobilidade urbana

    por: Alberto Kleiman
    02/08/2011
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  • CATASTRÓFE NUCLEAR, CONVULSÕES ÁRABES E DEBACLE FINANCEIRO
    O poder desnudado por suas próprias crises

    A crise econômica iniciada em 2008, o acidente nuclear de Fukushima e as revoltas populares no mundo árabe convergem para um questionamento do capitalismo mundial. Apesar das diferenças que guardam entre si, os três grandes acontecimentos que agitam o mundo revelam de maneira gritante os limites de uma mesma lógica

    por: Denis Duclos
    02/08/2011
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  • CRISE NA EUROPA
    Mudar o sistema

    Em meio ao turbilhão atual, os cidadãos compreendem que tanto o espartilho da UE, como o próprio euro, foram artimanhas para fazê-los cair na armadilha neoliberal. O BC Europeu, não por acaso, foi criado como um órgão “totalmente independente” dos governos, o que significa estar fora do perímetro da democracia

    por: Ignacio Ramonet
    02/08/2011
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  • CRISE NOS ESTADOS UNIDOS
    Chantagem em Washington

    A obsessão de cortar gastos é apenas um dos meios para alcançar o verdadeiro objetivo dos republicanos

    por: Serge Halimi
    02/08/2011
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  • CHINA
    Pesquisadores chineses defendem reformas no país

    Uma crítica fundamentada da maneira como as autoridades chinesas lidam com os movimentos sociais. Não se trata de desafiar o regime nem de reforçar a repressão, mas sim de encontrar uma outra via que possa conciliar protesto social e estabilidade política: fazer do social a base para uma reforma política

    por: Shein Yuan, Guo Yuhua, Jing Jun e Sun Liping
    02/08/2011
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  • ÍNDIA
    Calcutá quer brilhar mais

    A megalópole bengali se beneficiou menos do crescimento econômico que Nova Déli ou Bombaim. Sua falta de dinamismo impede a ascensão das classes médias e suas favelas continuam absorvendo o êxodo rural. Esse sentimento de declínio explica a derrota eleitoral, em maio, dos comunistas, desgastados por décadas de poder

    por: Cédric Gouverneur
    02/08/2011
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  • RÚSSIA, 20 ANOS DEPOIS
    No país do capitalismo real

    Com as eleições gerais em março de 2012, grandes manobras políticas começam a acontecer. Moribunda no início dos anos 90, uma década depois, a Rússia operou, num contexto de autoritarismo e corrupção, uma recuperação econômica e diplomática incrível. No balanço, entram em choque duas visões da transição pós-soviética

    por: Tony Wood
    02/08/2011
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  • Claudius
    izj1ffz6z610608
    EDITORIAL
    Ano 5
    Completamos quatro anos de existência na edição anterior, e podemos dizer com satisfação que, graças a você, leitor e leitora, nosso jornal é um[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    02/08/2011
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  • VIOLÊNCIA POLÍTICA
    Nas trilhas íngremes da luta armada

    O engajamento violento é algo coletivo: são raros os casos de indivíduos isolados que se autorradicalizam, e passam à violência armada. O grupo tem papel crucial, assim como a família. Quando os conflitos perduram no tempo, é comum encontrar várias gerações engajadas na luta

    por: Laurent Bonelli
    02/08/2011
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  • DESEQUILÍBRIO DE PODERES
    Nos EUA, a fusão entre imprensa, poder e dinheiro

    No Reino Unido, o escândalo criado pelo grupo de Rupert Murdoch revelou as destrutivas ligações entre jornalismo, polícia e política. Nos EUA, o papel do complexo midiático-financeiro cresceu ainda mais depois que uma decisão da Suprema Corte fez explodir o gasto corporativo nas campanhas eleitorais

    por: Robert W. Mcchesnet
    02/08/2011
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  • INDUSTRIALIZAR A FLORESTA
    O sonho de Henry Ford no meio da Amazônia

    No início do século XX, o industrial Henry Ford impôs sua visão de mundo à construção automobilística. Sua ambição era expandir a “racionalização” e a “padronização” para todas as atividades humanas. Com a criação da Fordlândia, na Amazônia, um centro de produção de borracha para pneus, ele pôs seu sonho em prática

    por: Greg Grandin
    02/08/2011
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  • ALTERNATIVAS
    Mídia e democracia na América Latina

    Os meios de comunicação desempenham papel fundamental na construção de sentido social: é a partir deles que construímos a ideia de bem-estar e progresso, realizamos intercâmbio de sentido. Os meios de comunicação não nos dizem o que fazer, mas apontam caminhos – por isso constituem um campo de disputa social e política

    por: Maria Pía Matta
    02/08/2011
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  • METRÓPOLE
    Cultura de periferia na periferia

    A antropofagia periférica parece comer toda a obra de arte da cultura culta, transformando-a em arte-vida, a partir da experiência cotidiana de quem a produz. A produção não é praticada apenas para que se alcance o reconhecimento pessoal de sua criação, mas p/ que tenha um uso, tanto p/ quem cria como p/ quem a consome

    por: Renato Souza de Almeida
    02/08/2011
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  • COMUNICAÇÃO
    Mercado não garante banda larga universal

    Internet p/ todos com qualidade e preços baixos depende de retomada do Estado. Mas não são só os objetivos de garantir o interesse público que justificam a necessidade da presença estatal. A própria estrutura econômica das telecomunicações faz que o mercado seja incapaz, de prestar o serviço de forma eficiente

    por: Braúlio Araújo e João Brant
    02/08/2011
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  • AUTÔMATOS
    Máquinas hostis

    Apresentada como meio de reduzir as tarefas monótonas, a automação não valoriza o livre-arbítrio ou a competência (o modo de proceder não é atribuição do agente), mas sim a capacidade de conter o estresse e a agressividade. Tudo é feito não para resolver problemas, mas p/ impedir que os responsáveis sejam atingidos

    por: Jean-Noël Lafargue
    02/08/2011
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  • DINHEIRO PÚBLICO
    As licitações para a Copa do Mundo e as Olimpíadas

    Diante da proximidade da Copa do Mundo e da Olimpíada, o que se busca com um Regime Diferenciado de Contratações? Objetiva facilitar contratações e o desenvolvimento das obras, para cumprir os cronogramas. Todavia, a edição do RDC por meio de medida Provisória impede que se crie uma visão estratégica, de longo prazo

    por: Rubens Naves
    02/08/2011
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  • DIAS DE TORMENTA NA SÍRIA
    “As balas mataram o medo”

    Enfrentamentos recentes entre sunitas e alauitas em Homs expuseram os riscos de guerra civil na Síria. Entretanto, a maioria dos manifestantes rejeita tais desvios e reclama por democracia. O poder reafirma querer reformas profundas, mas a sua credibilidade está minada pela violência da repressão

    por: Alain Gresh
    02/08/2011
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  • MARROCOS
    As duas Marrakech

    No contexto das revoltas árabes, o referendo de 1º de julho sobre a Constituição marroquina permitiu ao rei Mohammed VI exibir ao menos uma ilusão de democracia. Mas um olhar sobre Marrakech, cidade transformada pelo jet-set parisiense em uma nova Saint-Tropez, ilustra de forma crua as desigualdades que rondam Marrocos

    por: Allan Popelard e Paul Vannier
    02/08/2011
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  • UGANDA
    Os reis, o Estado e a terra

    Confrontado pelo descontentamento popular, o gov. ugandês adota uma postura forte: repressão policial, vigilância da mídia e intimidação de opositores. O aumento do custo de vida e escândalos de corrupção fragilizam o regime.A crise reaviva tensões entre monarquias tradicionais, que reivindicam direitos sobre as terras

    por: Alain Vicky
    02/08/2011
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  • SOCIEDADE CONTEMPORANÊA
    Elogio à preguiça

    Para o preguiçoso, “é preciso ser distraído para viver”, afastar-se do mundo sem se perder dele, sendo por isso acusado de não contribuir p/ o progresso. Além de crime contra a sociedade do trabalho, o preguiçoso comete ainda pecado capital. Pela lógica do trabalho e da Igreja, deve, assim, pagar pelo que não faz

    por: Adauto Novaes
    02/08/2011
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