Abril 2013

Edição - 69
64216_10151401759817449_608569556_n
  • Claudius
    i6a1mg991f948v1
    EDITORIAL
    Conservadores e radicais
    Aparentemente, há um autismo das autoridades econômicas dos países mais ricos e dos organismos financeiros multilaterais. Eles ignoram o fato de suas políticas econômicas[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • CHIPRE
    A lição de Nicósia

    Esse episódio produz algo mais do que um rancor sem consequências: a certeza emancipatória de que, para essas populações, tudo também é possível

    por: Serge Halimi
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • UM ANO DE GOVERNO SOCIALISTA
    Derrotismo social à la francesa

    Seria exagerado encarar a eleição de François Hollande com expectativa de mudanças. Porém, mesmo assim, ele conseguiu decepcionar seu eleitorado. Do abandono da reforma tributária à ausência de uma política industrial, da revisão do código trabalhista àquela das aposentadorias, a bomba da austeridade provocou danos

    por: Martine Bulard
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • AS FACES DA CRISE
    Nápoles, o futuro da Europa?

    Há anos, Nápoles exibe duas faces: capital cultural com passado comunista e operário e também cidade da Camorra, dos trabalhos temporários e da contravenção. Ao elevar o desemprego, a crise fez da precariedade e da malandragem rotina de um número crescente de habitantes. Um presságio do que vai acontecer com a Europa?

    por: Angelo Mastrandrea
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • SAÚDE
    Onde foi parar o sonho do SUS?

    Depois de tantas promessas frustradas de redenção da rede assistencial pública, a tendência de governantes tem sido delegar cada vez mais atribuições estatais à iniciativa privada. Essa inclinação privatizante não reverteu e nem sequer amenizou o quadro de dificuldades da população em utilizar os serviços de saúde

    por: Ana Maria Costa
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA SOCIEDADE
    O humanismo revolucionário de Rosa Luxemburgo

    Sem liberdades democráticas é impossível a práxis revolucionária das massas, a autoeducação popular pela experiência prática, a autoemancipação revolucionária dos oprimidos e o próprio exercício do poder pela classe trabalhadora

    por: Michael Löwy
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • CONJUNTURA
    O Brasil entre o presente e o futuro

    Lula contou com a bonança de um capitalismo sem crise e com um Estado fortalecido e uma economia organizada. Porém, o aumento da renda dos trabalhadores com pouca qualificação parece estar no limite, o mesmo ocorrendo com as elevações do salário mínimo sem incremento de produtividade e com a ampliação do crédito

    por: José Maurício Domingues
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • AS PARCERIAS COM AS EMPRESAS SE MULTIPLICAM
    ONU, seduzida pelo setor privado

    Criado em 2010, o site Business.un.org estimula a constituição de parcerias entre as Nações Unidas e companhias privadas. Se a meta fixada é o financiamento dos objetivos da ONU, a mistura de gêneros se revela às vezes duvidosa. Além dos possíveis desvios, o que está em questão é a pauperização das agências da entidade

    por: Chloé Maurel
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • ENERGIA
    A grande farsa do gás de xisto

    Energia barata versus poluição prolongada: nos EUA, o dilema da exploração de gás e petróleo de xisto não atormentou industriais nem o poder público. Em menos de uma década, essas novas reservas recolocaram o país no crescimento, doparam o emprego e restabeleceram a competitividade. Mas e se for apenas uma bolha?

    por: Nafeez Mosaddeq Ahmed
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • O DESAFIO DA CONVIVÊNCIA
    A estiagem e a seca em um novo contexto do Semiárido brasileiro

    A estiagem é um fenômeno da natureza. A fome, a miséria e a morte daí decorrentes, porém, são produtos da ação humana e das políticas dirigidas a essas regiões e populações. Não são, portanto, fenômenos naturais. A seca é política

    por: Naidison de Quintellla Baptista
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • DE NOVA YORK A TÓQUIO, UMA TENDÊNCIA QUE MEXE COM OS MODOS DE VIDA
    Viver sozinho, mas não solitário

    Inexpressivo há 50 anos, o número de pessoas sozinhas explodiu. Alguns veem isso como um sinal de isolamento social ou mesmo como uma forma de narcisismo. Porém, o estudo das condições que possibilitaram essa transformação revela um quadro com mais nuances, que combina individualismo e riqueza ns relações

    por: Eric Klinenberg
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • Claudius
    i6a1mg991f948v1
    EDITORIAL
    Conservadores e radicais
    Aparentemente, há um autismo das autoridades econômicas dos países mais ricos e dos organismos financeiros multilaterais. Eles ignoram o fato de suas políticas econômicas[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • COMUNICAÇÃO
    O jornalismo como razão de ser das emissoras públicas

    A TV pública que não contesta – e, principalmente, que não se distancia do ente público que lhe repassa a verba – é peça decorativa em convescote de autoridades. Não incomoda o poder. Se não incomoda o poder, não incomoda ninguém, e, se não incomoda ninguém, não tem utilidade para ninguém

    por: Eugenio Bucci
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • DOSSIÊ VENEZUELA
    Como Chávez se tornou Chávez

    Além das políticas adotadas por seu governo, Hugo Chávez − filho de uma família modesta, de origem mestiça e sem perspectivas de ascensão social a não ser pela via militar − seduziu os venezuelanos porque se parece com eles

    por: Ignacio Ramonet
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • A CADA UM, A SUA ARMA
    Drones e camicases, jogo de espelhos

    O presidente dos EUA pode mandar matar um cidadão de seu país? Essa é a questão posta pela eliminação por um drone de Anwar al-Awlaki, dirigente norte-americano da Al-Qaeda no Iêmen. O uso desses aviões sem piloto não desperta rejeição maciça no Ocidente, enquanto atentados suicidas são tidos como o cúmulo da barbárie

    por: Grégoire Chamayou
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • DOSSIÊ VENEZUELA
    Aquilo que Chávez lembrou à esquerda

    Morto no dia 5 de março, o presidente venezuelano foi quem deu início ao movimento que transformou, a partir da virada do século, a América Latina. Posicionando as classes populares no centro do jogo político, ele colocou as “esquerdas de mercado” diante de suas contradições

    por: Renaud Lambert
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • ARTE E POLÍTICA
    Para que serve o teatro?

    Para o diretor do Schaubühne de Berlim, não há teatro sem investimento público e sem ancoradouro na sociedade. No artigo, ele analisa as condições “materiais e espirituais” de uma renovação do teatro, que sofre não só com a austeridade, mas também com sua própria tendência de se deixar levar pela ideologia dominante

    por: Thomas Ostermeier
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • DOSSIÊ VENEZUELA
    Para as mídias, um homem a eliminar

    Independentemente da fantasia excêntrica segundo a qual as “elites dirigentes” da América do Sul seriam hostis à autocracia, as mídias anglo-saxônicas sempre consideraram Chávez um palhaço que servia apenas para provocar escândalos, arruinar a economia, sabotar as eleições e desrespeitar os direitos humanos

    por: Steve Rendall
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • AGRONEGÓCIO
    O preço da carne barata

    O escândalo da carne de cavalo descoberta no lugar da bovina em pratos prontos vendidos por grandes companhias revelou as falhas do complexo agroalimentar internacional. Confrontado pela crescente demanda dos países emergentes, o sistema de produção de carne imita cada vez mais o funcionamento das cadeias industriais.

    por: Agnès Stienne
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • DOSSIÊ VENEZUELA
    O futuro do movimento bolivariano

    Os venezuelanos elegem seu próximo presidente no dia 14 de abril. Enquanto a oposição encontra dificuldades para manter a unidade, os simpatizantes de Hugo Chávez precisam aprender a se organizar sem ele, coisa que o ex-presidente nunca ajudou a fazer em vida

    por: Gregory Wilpert
    02/04/2013
    Leia Mais →
  • ELEIÇÕES NO PARAGUAI
    O golpe consumado

    No Paraguai, tudo parece apontar para uma volta do Partido Colorado ao poder. A regressão é facilitada pela divisão da esquerda

    por: Gerhard Dilger
    02/04/2013
    Leia Mais →
EDIÇÕES ANTERIORES

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *