Junho 2014

Edição - 83
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  • Cladius
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    EDITORIAL
    A esquerda e a democracia
    Para muitos, a divisão política entre direita e esquerda soa hoje como um anacronismo. Essa divisão não é uma coisa do passado que está[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    03/06/2014
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  • O QUE É SER DE ESQUERDA HOJE NO BRASIL?
    Independência de classe, democracia socialista e internacionalismo

    A esquerda não é uma posição relativa, mas um programa histórico. O que é chamado hoje de esquerda oficial não é mais do que a social-democracia, o stalinismo e o nacionalismo burguês reciclados, e o polo programático desse referencial permanece quase vazio

    por: Henrique Carneiro
    03/06/2014
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  • BALANÇO
    Um ano depois de junho

    As jornadas de junho completam um ano e seguem dando lugar a uma profusão de análises díspares e contraditórias. Logo na sequência dos acontecimentos, a Fundação Ford me pediu um relato que pudesse promover uma análise dos aspectos políticos, do papel dos meios de comunicação tradicionais e da internet

    por: João Brant
    03/06/2014
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  • O QUE É SER DE ESQUERDA HOJE NO BRASIL?
    O continente desconhecido da esquerda

    Mover-se à esquerda hoje no Brasil significa desativar um sistema imunológico impermeável e todos os reflexos quase pavlovianos diante da alteridade, para se deixar afetar por movimentos de novo tipo e pela reinvenção dos existentes, dessa rede cuja determinação em resistir, transformar as relações de poder

    por: Bruno Cava
    03/06/2014
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  • DORMIR, UMA AFRONTA INTOLERÁVEL À VORACIDADE DO CAPITALISMO
    Ao assalto do sono

    Em geral, consideramos a necessidade de dormir uma perda de tempo. O sono serve frequentemente como metáfora para ilustrar a apatia de povos diante da ditadura. Num momento em que o capitalismo deseja fazer da vida humana um processo de produção e consumo ininterruptos, não seria o caso de revisar essas representações?

    por: Jonathan Cary
    03/06/2014
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  • O QUE É SER DE ESQUERDA HOJE NO BRASIL?
    Desmascarar situações de opressão e injustiça tidas como “naturais”

    Como as configurações políticas mudam incessantemente, adjudicar a determinada facção o papel de representante único da esquerda num país tão grande e variado não se justifica. Ser de esquerda hoje no Brasil é lutar pela democracia tendo em vista a plena realização de seus valores aqui e alhures

    por: Paul Singer
    03/06/2014
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  • 100 ANOS DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
    O atentado de Sarajevo, pretexto para reescrever a história

    Segundo uma análise cada vez mais difundida, o assassinato do herdeiro do Império Austro-Húngaro provocou a Primeira Guerra Mundial. Ao conferir um lugar central à política sérvia no início do conflito, essa leitura ajuda a criar a imagem sóbria dos Bálcãs e oculta as causas reais da carnificina de 18 milhões de mortos

    por: Jean-Arnault Dérens
    03/06/2014
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  • GRANDE MERCADO TRANSATLÂNTICO
    As potências redesenham o mundo

    A negociação de um grande mercado transatlântico (GMT) entre os Estados Unidos e a União Europeia confirma a determinação dos liberais em transformar o mundo. Mobilizar tribunais a serviço dos acionistas e alçar o sigilo ao posto de virtude progressista… sua criatividade não conhece limites.

    por: Serge Halimi
    03/06/2014
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  • GRANDE MERCADO TRANSATLÂNTICO
    No fim, quem leva a pior é sempre o povo

    Não pode mais ser considerado exceção o caso de transnacionais que processam os Estados para impor sua lei e fazer valer seus “direitos”: já se contam mais de quinhentas ações desse tipo em todo o mundo

    por: Benoît Bréville e Martine Bulard
    03/06/2014
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  • GRANDE MERCADO TRANSATLÂNTICO
    Negociação opaca, mas não para todos

    As discussões em torno do projeto do Grande Mercado Transatlântico são há muito tempo realizadas em segredo, gerando legítimas preocupações – ou vários vazamentos que confirmam as suspeitas…

    por: Martin Pigeon
    03/06/2014
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  • CONTRAPODERES SE ORGANIZAM NAS ARQUIBANCADAS
    Quando os torcedores marcam os gols

    Cinco vezes vencedor, o Brasil acolhe a Copa do Mundo de futebol num clima de desencantamento político e fervor artificial. Teatro de uma expressão desenfreada e por vezes violenta, os estádios, que o sport business gostaria de pacificar. Algumas associações de torcedores defendem seu caráter popular

    por: David Garcia
    03/06/2014
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  • GRANDE MERCADO TRANSATLÂNTICO
    Carta (fictícia) da tonsanMo a seus acionistas

    Pedimos sua atenção para a extraordinária oportunidade oferecida pelas negociações atuais relativas ao Grande Mercado Transatlântico (GMT). Esse tratado deverá contribuir para o crescimento exponencial de seus dividendos e reforçar nossa posição como líder mundial nas sementes, nos organismos geneticamente modificados

    por: Aurélie Trouvé
    03/06/2014
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  • GRANDE MERCADO TRANSATLÂNTICO
    Liberdade para o capital ou proteção aos capitalistas?

    No século XIX, os defensores do livre-comércio e do protecionismo já se enfrentavam na imprensa. Advogados da “liberdade” comercial ou do “produzir francês”, todos, no entanto, defendiam os grandes proprietários

    por: Antoine Schwartz
    03/06/2014
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  • FUTEBOL NO LESTE EUROPEU
    Uma questão de dinheiro e espirituosidade

    Desde a queda do Muro de Berlim, o capitalismo da Europa Central e do Leste Europeu também se estende ao futebol. Por muito tempo estruturados de maneira diferente da que se vê no Ocidente, os grandes clubes do Leste tornaram-se capricho de oligarcas donos de fortunas muitas vezes ilícitas.

    por: Balthazar Crubellier
    03/06/2014
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  • UMA CULTURA DE EMPRESA CONTRA EMPRESA
    Cinismo, ferramenta de gerenciamento das consultorias

    Ter orgulho de sua empresa, convencer-se de que ela contribui para a humanidade: tal estado de espírito pode dominar alguns setores, como a tecnologia; em outros, como o mundo da consultoria e dos bancos, isso é mais difícil.

    por: Clarice Victor
    03/06/2014
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  • GOLPE DE ESTADO EMBLEMÁTICO DO INTERVENCIONISMO DOS EUA
    A Guatemala esqueceu Jacobo Arbenz?

    Para os revolucionários latino-americanos, o golpe que derrubou o presidente Jacobo Arbenz em junho de 1954 ilustra a recusa de Washington em tolerar as mais modestas reformas em seu “quintal”. Presente durante o putsch, Che Guevara recordaria o episódio na Revolução Cubana… Mas do que se lembra a população do país?

    por: Michael Faujour
    03/06/2014
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  • INDÍGENAS
    A revolta dos povos autóctones do Canadá

    “Idle no more!” (“Basta de apatia!”): desde dezembro de 2012, essas palavras de ordem aglutinam, da Colúmbia Britânica a Nova Brunswick, as comunidades autóctones canadenses. Elas exigem justiça social, igualdade entre os sexos e respeito aos direitos territoriais

    por: Philippe Pataud Célérier
    03/06/2014
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  • “O QUE É MEU É MEU; O SEU, PODEMOS NEGOCIAR”
    Por que as negociações no Oriente Médio sempre falham?

    As negociações entre Israel e Palestina não chegaram a nenhum resultado. Os próprios emissários norte-americanos ficaram surpresos com a intransigência de Netanyahu; por ora, isso não coloca em questão o apoio de Washington a Tel-Aviv.

    por: Alain Gresh
    03/06/2014
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  • Cladius
    sbcncyff3nl1n3n
    EDITORIAL
    A esquerda e a democracia
    Para muitos, a divisão política entre direita e esquerda soa hoje como um anacronismo. Essa divisão não é uma coisa do passado que está[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    03/06/2014
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  • UM SERVIÇO PÚBLICO POPULAR, MAS INSUSTENTÁVEL
    Aquecimento residencial, pauta quente na Rússia

    Ao restaurar a autoridade e as finanças do Estado russo, Putin soube ganhar a confiança da população, apesar dos desvios autocráticos. Mas a questão do aquecimento residencial mostra que a restauração das capacidades de investimento público não chegou aos serviços de base

    por: Régis Genté
    03/06/2014
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  • O QUE É SER DE ESQUERDA HOJE NO BRASIL?
    Pôr em marcha as forças de transformação

    Há uma grande dúvida hoje sobre o que é ser de esquerda no Brasil. Em comum, o enfrentamento das injustiças causadas pelo capitalismo, mas para cada visão sobre a questão se bifurcam táticas, objetivos e estratégias

    por: Cristiano Navarro e Luís Brasilino
    03/06/2014
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  • SÃO PAULO
    Uma saída justa e digna: promover a verdadeira reforma urbana

    Um país com tamanha diversidade e complexidade como o nosso pede um leque abrangente de políticas públicas territoriais articuladas, que abandone a rigidez e consolide a flexibilidade, dialogando com soluções que a contemporaneidade exige e que os valores modernos, liberais e fordistas não são mais capazes de suprir

    por: Francisco Comarú
    03/06/2014
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