Abril 2015

Edição - 93
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  • Claudius
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    EDITORIAL
    Uma falsa polarização
    Há intelectuais que querem nos fazer crer que estamos vivendo no Brasil uma polarização de posições políticas entre esquerda e direita, entre neoliberais e[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    01/04/2015
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  • COREIA DO NORTE
    Rússia ao resgate
    Para sua primeira visita ao exterior, a ser realizada no dia 9 de maio, o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, escolheu Moscou – não Pequim. Ainda frágil, a aproximação russo-norte-coreana poderia afetar os equilíbrios regionais
    por: Philippe Pons
    01/04/2015
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  • “A ÁGUA FOI EMBORA E A DIGNIDADE TAMBÉM”
    São Paulo a seco

    “Você sabe o que eles pretendem fazer? A Sabesp tem um plano B para o futuro?”, indaga. Todos olham para a debatedora, que responde desolada: “Não, eu tenho as mesmas informações que vocês e não faço a menor ideia se há um plano B, C ou D. Por outro lado, sei que o pior ainda está por vir”

    por: Anne Vigna
    01/04/2015
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  • Claudius
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    EDITORIAL
    Uma falsa polarização
    Há intelectuais que querem nos fazer crer que estamos vivendo no Brasil uma polarização de posições políticas entre esquerda e direita, entre neoliberais e[...]
    por: Silvio Caccia Bava
    01/04/2015
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  • PREPARAR O FUTURO DOS DETENTOS
    Prisão fora dos muros, uma solução esquecida

    Na França, há quinze anos o cumprimento externo da pena permite que condenados em final de sentença vivam e trabalhem fora da prisão. Sem suspender a condição de detento, ele prepara o regresso à liberdade.

    por: Sarah Perrussel e Leah Ducré
    01/04/2015
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  • CRISE E OPORTUNIDADE
    Reforma política: democracia ou plutocracia?

    Deve-se notar quão diferentes são os projetos: o de Eduardo Cunha, assentado no binômio “financiamento privado” e “voto facultativo”, em contraste com o da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, cuja lógica é o financiamento público e o empoderamento dos partidos políticos e do cidadão comum

    por: Francisco Fonseca
    01/04/2015
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  • QUESTIONAMENTOS SOBRE A PRIMAZIA DO DEPOIMENTO POLICIAL NA JUSTIÇA CRIMINAL
    A força da palavra repressiva

    Segundo o Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, 74% das prisões por tráfico de drogas em São Paulo contaram apenas com o testemunho dos policiais que realizaram a apreensão do acusado, e, em 76% de todos os inquéritos policiais da cidade, os agentes que participaram da prisão foram ouvidos como testemunhas

    por: Anderson Lobo da Fonseca
    01/04/2015
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  • “O SISTEMA É F*, PARCEIRO”
    Corrupção e a “bopização” brasileira

    Ao contrário do que sugere o clima atual, não há oposição alguma entre o fenômeno da corrupção e a tara policialesca generalizada. Em retrospectiva, seria possível discernir certa tendência que remonta ao Congresso eleito no ano passado, às jornadas de 2013 e mesmo à recepção de Tropa de elite (2007/2010)?

    por: Fábio Salem Daie
    01/04/2015
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  • RESISTÊNCIA AO AVANÇO DO INGLÊS
    O custo do monolinguismo

    Se as vantagens econômicas globais do monolinguismo são negadas pelos números, seu interesse para os britânicos ou irlandeses é incontestável. O falante nativo desfruta uma posição privilegiada em campos como a tradução, a interpretação, a edição, a educação e a produção de ferramentas educativas

    por: Dominique Hoppe
    01/04/2015
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  • É PRECISO RESOLVER OS CONFLITOS DO ORIENTE MÉDIO, NÃO AGRAVÁ-LOS
    Para acabar com o terrorismo

    Os atentados em Túnis e Sanaa lembram que os países muçulmanos são os mais atingidos por ações contra civis. A luta contra o “terrorismo” permite mobilizar a opinião pública, criar coalizões militares e aprovar leis que restringem as liberdades. Mas isso torna possível enfrentar a realidade política do Oriente Médio?

    por: Alain Gresh
    01/04/2015
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  • O TURISMO DE MASSA INVADE OS LOCAIS DE MEMÓRIA
    De bermuda nas trincheiras

    Desde o final dos anos 1990, as construções em homenagem aos mortos explodiram: museus, memoriais, pontos históricos etc. A Unesco se vê chamada para reforçar a obra ao dar seu selo, comprovação de um respiro turístico. Essa moda, porém, preocupa alguns historiadores e levanta uma série de questões delicadas

    por: Geneviève Clastres
    01/04/2015
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  • MENOS ORGANIZAÇÃO, MAIS DESIGUALDADE
    Elogio aos sindicatos

    Num estudo publicado em março, dois economistas oriundos desse templo do liberalismo destacam “a existência de uma ligação entre a baixa taxa de sindicalização e o aumento de parte dos rendimentos mais elevados nos países avançados durante o período 1980-2010”

    por: Serge Halimi
    01/04/2015
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  • DA ÁSIA AO CARIBE, A CORRIDA PELAS RESERVAS EM ÁGUAS PROFUNDAS
    A guerra pelo petróleo se joga no mar

    As descobertas de novas reservas em águas profundas (mais 400 m) proliferam e se igualam ao total de reservas terrestres descobertas entre 2005 e 2009 fora da América do Norte. Dado ainda mais importante: as reservas descobertas em águas ultraprofundas (mais de 1.5 KM) são quase 50% das jazidas descobertas em 2010

    por: Michael T. Klare
    01/04/2015
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  • TEORIAS PARA EXPLICAR A QUEDA NOS PREÇOS
    Petróleo e paranoia

    A espetacular queda do preço do petróleo desde junho de 2014 tem empolgado os amantes de teorias maiúsculas. Os dados do problema? O preço do barril, que desde 2011 girava em torno de US$ 110, caiu em março de 2015 para um patamar entre US$ 50 e US$ 60

    por: Pierre Rimbert
    01/04/2015
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  • A “NEUTRALIDADE” DOS CREDORES
    Em Atenas, a mídia de joelhos

    Raramente os interesses do dinheiro e da imprensa se encontram em uma simbiose tão próxima quanto na Grécia. Será que a “retomada democrática” anunciada pelo Syriza após a vitória nas eleições em janeiro poderá também libertar a informação?

    por: Valia Kaimaki
    01/04/2015
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  • VIAGEM AO INTERIOR DE UMA MULTINACIONAL PATERNALISTA
    Tata, uma lenda indiana
    “Valores mais fortes que o aço.” O slogan do maior complexo siderúrgico da Índia, a Tata Steel, destaca a singularidade do grupo, maior conglomerado[...]
    por: Jyotsna Saksena
    01/04/2015
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  • JUVENTUDES REBELDES DA ÁFRICA – NIGÉRIA
    O fim da “geração silenciosa”

    Em 2012, a repressão policial sobre os protestos contra o preço da gasolina na Nigéria tinha causado a morte de quinze pessoas, entre elas Mustapha Muyideen, de 23 anos, transformado no símbolo de uma juventude maltratada. Seja o que for que venha a acontecer no futuro, a “geração silenciosa” não mais irá se calar

    por: Alain Vicky
    01/04/2015
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  • JUVENTUDES REBELDES DA ÁFRICA – SENEGAL
    Quando os jovens dão uma aula

    Três anos depois de ter contribuído consideravelmente para a derrota do presidente Abdoulaye Wade nas eleições presidenciais de 2012, o movimento Y en a Marre (Yeam) [algo como “Já deu” ou “De saco cheio”] procura escrever seu futuro fora das lógicas partidárias e mais perto da realidade concreta

    por: Jacques Denis
    01/04/2015
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  • JUVENTUDES REBELDES DA ÁFRICA – BURKINA FASO
    Uma vassourada de cidadania

    Não violenta, e organizada por jovens, a associação Le Balai Citoyen [A vassoura cidadã] incita os habitantes de Burkina Faso a se engajarem. Em outubro de 2014, o coletivo desempenhou um papel decisivo nas manifestações que culminaram na deposição do presidente Blaise Compaoré

    por: David Commeillas
    01/04/2015
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  • A UCRÂNIA EM BUSCA DA SOBERANIA ENERGÉTICA
    Na frente de batalha do urânio

    Privada de carvão pelos combates no Donbass e em conflito com a Gazprom, a Ucrânia aposta cada vez mais na energia nuclear para atender às suas necessidades. Mas o fornecimento de combustível das centrais atômicas herdadas da União Soviética também depende de boas relações com a Rússia.

    por: Sébastien Gobert e Laurent Geslin
    01/04/2015
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  • NOS EUA, UMA FONTE DE ENERGIA QUE DESTRÓI A NATUREZA, MAS GERA EMPREGOS
    Os Apalaches decapitados pelos mercadores do carvão

    Apesar do boom do petróleo e do gás de xisto, o carvão continua sendo a principal fonte de energia nos Estados Unidos. Para aumentar a produção, as mineradoras têm preferido a exploração a céu aberto, removendo as montanhas para extrair o minério. Esse método, muito utilizado nos Apalaches, tem consequências ambientais

    por: Maxime Robin
    01/04/2015
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