SER NEGRO NO BRASIL

“Raça” é sempre o outro

Esse jogo hegemônico de opostos ainda pode parecer evidente num contexto de memória escravagista. Nunca se falou,  por exemplo, num “continente amarelo” (como se fala desde sempre num “continente negro”): a persistência classificatória do “negro” é um álibi para a coincidência histórica entre a África e o tráfico escravagista

por: Muniz Sodré
10 de janeiro de 2017
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