Alô, Hugo
? É o Hugo, mexicano?
? Não. É o Daniel, brasileiro.
? Mas você fala espanhol? (…) Que estúpida eu sou. Você fala brasileiro, né?
? Também não.Daniel Cariello

? É o Hugo, mexicano?
? Não. É o Daniel, brasileiro.
? Mas você fala espanhol? (…) Que estúpida eu sou. Você fala brasileiro, né?
? Também não.Daniel Cariello
Num texto preconceituoso, jornal de São Paulo “denuncia” agito na periferia e revela: para parte da elite, papel dos pobres é trabalhar pesado. Duas festas são, no feriado, opção para quem quer celebrar direito de todos ao ócio, à cultura, à criação e aos prazeres da mente e do corpoEleilson Leite
Política que favorece os pobres sempre renderá votos, pois os pobres são pobres, mas não burros. E são muitos, efeito indiscutível de séculos de políticas de direita. Ao tentar bloquear um programa que abre portas para um processo modernizador inclusivo, a oposição a Lula dá um tiro no péLadislau Dowbor
Faz um ano: uma passeata, um ato de coragem, uma afirmação de direitos. Milhares de jovens avançam pelas ruas do Rio e retomam o terreno histórico da UNE a Praia do Flamengo. À moda do MST, simplesmente arrombaram o portão metálico e ocuparam a terra. Agora, é preciso ir alémBruno Cava
No Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, vale notar que as crianças tornaram-se o público-alvo preferido da publicidade. Ainda em formação, são bombardeadas com a idéia de que os prazeres se compram — o que prolonga a imaturidade, acentua frustrações e produz, no futuro, adultos infantilizadosMaria Helena Masquetti
Em seu mais novo filme, diretor inglês debate as artes plásticas. Mas a abordagem — inovadora, ousada, livre de referências banais — perde-se, em parte, na tentativa de criar suspense policial e apontar, em Ronda Noturna, a imagem de um assassinatoBruno Carmelo
Às margens da represa de Guarapiranga, Varal Cultural é grande mostra de arte da metrópole. Organizado todos os meses, revela rapaziada que é crítica, autogestionária, cooperativista e solidária — mas acredita em seu trabalho e não aceita receber migalhas por eleEleilson Leite
Lucas Murtinho
Ninguém em sã consciência decide ser escritor para que um dia lhe roubem suas idéias e façam o que quer que seja com elas.Renata Miloni
Antonio Carlos Olivieri
Miguel Hernández ? A península ultrajada
Preso no ano de 1939, depois da vitória de Franco, Miguel Hernández escreve no cárcere seus poemas mais intensos, frutos da experiência da injustiça, da morte e da ausência.
Aqui
A ira de João Gabiru
Aqui
Tentativa de uma defesa desnecessária
Ninguém em sã consciência decide ser escritor para que um dia lhe roubem suas idéias e façam o que quer que seja com elas.
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Copa de Literatura: seriedade e bom humor
À medida que a Copa avançava, as decepções eram aliviadas pela importância crescente dos comentários dos leitores. Além de ser um torneio sobre literatura, a Copa se transformou num fórum informal sobre crítica literária..
AquiRodrigo Gurgel
Preso no ano de 1939, depois da vitória de Franco, Miguel Hernández escreve no cárcere seus poemas mais intensos, frutos da experiência da injustiça, da morte e da ausência.Marco Catalão