A reforma ministerial no campo da “segurança” e suas consequências

A saída de Fernando Azevedo da Defesa e as mudanças no Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Advogado Geral da União não têm como ser explicadas apenas por esses elementos de pressão, pois outras saídas poderiam ser utilizadas para a acomodação do centrão. E, sobretudo, a mudança de todos juntos indica um reposicionamento institucional no centro do setor da “segurança” do país, assim como as movimentações interministeriais dos demais ministros militares