Biblioteca

  • DE GOLPE EM GOLPE
    Há lógica no aumento dos impostos sobre combustíveis?por: Maurício Abdalla
    22/07/2017

    O mito das “contas que não fecham”, sem dizer por quê, ou colocando a culpa em uma irresponsabilidade abstrata de governos anteriores, é o instrumento subjetivo que pacifica o povo diante de tamanha extorsão em favor de poucos privilegiados que já detém fortunas inimagináveis.

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  • LUTA DE CLASSES
    A exaustão da Nova Repúblicapor: Plínio de Arruda Sampaio Jr
    21/07/2017

    As contradições latentes na acanhada democracia da Nova República tornaram-se antagonismos abertos nas Jornadas de Junho de 2013. Frustrados com o mesquinho “melhorismo” dos governos petistas, os jovens que tomaram as ruas cobraram dos governantes as promessas vazias da Constituição de 1988

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  • EDUCAÇÃO
    Unila: por uma integração dos povos latinocaribenhospor: Roberta Traspadini e Karen Honório
    21/07/2017

    A Unila nasce deste entroncamento entre a crise estrutural do neoliberalismo e o protagonismo de novos atores em cena na política regional, a partir das lutas sociais e políticas que delimitaram a chegada no poder de líderes sociais indígenas, sindicais e de movimentos sociais. Deste entroncamento fica explícito que a Unila aparecia como resposta política à histórica desigualdade estrutural da região, capitaneada pelo subimperialismo brasileiro no continente.

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  • CRISE ECONÔMICA
    É chegada a hora de pressionar por uma política de economia solidáriapor: Leo Pinho
    20/07/2017

    A Economia Solidária é também uma atividade que estimula a cidadania ao fomentar valores como solidariedade, cooperação, diálogo e democracia, define o parecer à CCJ de autoria da deputada Maria do Rosário.

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  • “ESTABILIZAÇÃO DO CAPITALISMO”
    Anos loucospor: Serge Halimi
    20/07/2017

    A incrustação no poder de uma direita espanhola corrupta, a vitória dos liberais na Holanda e o novo arrendamento governamental prometido, talvez imprudentemente, aos conservadores britânicos e alemães sugerem que o tempo das indignações que marcou o ano passado pode ter perdido o fôlego, por falta de alternativas políticas. A eleição de Macron com a bandeira azul e dourada ao fundo e sua visita imediata a Berlim assinalam que as grandes orientações europeias defendidas pela chanceler Angela Merkel serão reconduzidas com vigor.

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  • URSOS NOS TRÓPICOS
    A Rússia volta ao Caribepor: Vinicius Mendes
    19/07/2017

    Quase 30 anos após a queda da URSS, doações, financiamentos e apoio ideológico podem mascarar interesses russos na região. Entre os projetos, estão o de construir um canal semelhante ao do Panamá, historicamente sob domínio dos Estados Unidos, no território nicaraguense. A obra seria financiada com dinheiro chinês e tocada por administradores russos. Nenhum veículo da imprensa internacional conseguiu descobrir quem seria o investidor da China interessado no negócio.

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  • POLÍTICA EXTERNA
    A deriva brasileira no cenário internacionalpor: Ramon Blanco e Lucas Mesquita
    19/07/2017

    Com o impeachment, a política externa deixa de ser prioridade na agenda presidencial. Cada vez mais, esta ocupa-se, e não sem motivo, da tentativa de manutenção do atual presidente no cargo. Assim, um país que foi muito hábil em ter uma política externa relevante no cenário internacional hoje tem seu protagonismo amplamente reduzido

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  • A LUTA DE CLASSES SE ACIRRA NO BRASIL
    Hora de quebrar ovospor: Valter Pomar
    18/07/2017

    A presente crise constitui uma nova chance para o conjunto da esquerda brasileira. Mas, para aproveitá-la, é importante responder ao seguinte: a crise que o país vive pode ser solucionada por meio de uma negociação entre as partes em conflito? Ou ela exige uma derrota profunda de uma das partes em conflito?

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  • SÉRIE ESPECIAL
    SÉRIE ESPECIAL: Cracolândia SP
    17/07/2017

    Para debater as ações desencadeadas pelo governo estadual e pela Prefeitura de São Paulo a partir do dia 20 de maio na região conhecida como cracolândia, no centro da capital paulista, lançamos neste momento mais uma série especial do Le Monde Diplomatique Brasil, exclusiva para versão digital. Com olhares sob diferentes pontos de vista – jurídico, urbano, habitacional, da saúde mental, dos movimentos sociais e do patrimônio histórico –, o objetivo é traçar um diagnóstico da situação, avaliar as políticas adotadas e, quando possível, apontar caminhos ou soluções

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  • GLOBALIZAÇÃO
    Direitos individuais no século da geolocalizaçãopor: Luiz Ugeda
    17/07/2017

    A globalização se retroalimenta do Big Data e das ferramentas geoespaciais. Pessoas se georreferenciam voluntariamente em redes sociais; o Estado georreferencia os cidadãos para efeitos tributários, criminais e até de espionagem; há políticas públicas que envolvem a prevenção de catástrofes naturais, a urbanização de favelas, o planejamento ambiental, a viabilização de infraestruturas e a gestão de detentos por tornozeleiras eletrônicas; empresas se utilizam do geomarketing para diversas finalidades econômicas; chega-se ao ponto de se criar a expressão geoslavery (geoescravo, em tradução livre) para alertar sobre invasões de privacidade devido à expansão desenfreada de serviços baseados em geolocalização.

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  • O ENQUADRAMENTO DE TRUMP
    O Estado profundopor: Serge Halimi
    14/07/2017

    Cinquenta e nove mísseis disparados contra uma base aérea no Oriente Médio praticamente transformaram um presidente afogado na impopularidade, no amadorismo e no nepotismo em um homem determinado, sensível, incapaz de conter sua humanidade diante de fotos de “lindos bebês cruelmente assassinados em um ataque muito bárbaro”. O coro de louvores é ainda mais perturbador no atual clima internacional, cheio de tensões, quando se sabe que Trump adora ser adulado.

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  • CORTEJO
    Greve Geral faz 100 anos e coletivos celebram as lutas com cortejo, intervenções e filmepor: Fanfarra Clandestina e Bloco Fluvial do Peixe Seco.
    14/07/2017

    No próximo sábado, 15 de julho, coletivos de São Paulo apresentam “Cortejo de 100 anos da greve geral de 1917”, uma homenagem à história de todas as pessoas que se ergueram em defesa de uma vida mais digna e pela construção da história dos trabalhadores e de outra sociedade.

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  • SÉRIE ESPECIAL: CRACOLÂNDIA SP
    Santa Efigênia, Luz e Campos Elíseos: a Prefeitura derrubapor: Sarah Feldman
    13/07/2017

    Menos  de seis  meses após assumir a Prefeitura de São Paulo, em 2017, o  prefeito João Dória Jr. e o governador  Geraldo Alckmin  desencadeiam uma ação policial  para dispersão dos usuários de crack, agora concentrados  no bairro de Campos Elíseos. As ações de dispersão  seguem o mesmo roteiro das estratégias adotadas na gestão José Serra/ Gilberto Kassab: o protagonismo da Polícia; a lacração de estabelecimentos comerciais; apreensões, prisões. E, assim como Kassab, João Dória comemora as demolições e declara o fim da Cracolândia.

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  • COREIAS
    A península coreana na mira do impériopor: Ricardo Pagliuso Regatieri
    13/07/2017

    A política internacional da Guerra Fria modulou desde o início as relações entre as duas Coreias. Segundo Bruce Cumings, em seu North Korea: Another Country (2004), já logo após o armistício em 1953, os Estados Unidos introduziram armas nucleares na Coreia do Sul e, desde então e nas décadas seguintes, sempre tiveram presente fazer uso delas já no início de uma eventual nova guerra na península

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  • O ÚLTIMO MODERNISTA
    Antonio Candido e a era da incertezapor: Fábio Salem Daie
    13/07/2017

    Vale lembrar que, junto à sutileza, Antonio Candido prezava também pela clareza da escrita, em consonância com suas convicções políticas e com o papel que a crítica, segundo acreditava, deveria assumir no esforço de transformação social

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  • SERES HUMANOS VARRIDOS EM SÃO PAULO
    Fazer sumir: políticas de combate à Cracolândiapor: Fábio Mallart, Marina Mattar, Taniele Rui e Vera Telles
    11/07/2017

    É política concreta de “arrasa quarteirão”, que, com rapidez, eficácia, legalidade duvidosa e estratégia militarizada, visa erradicar essa famigerada territorialidade, abrindo espaço para acionar práticas de fazer sumir os que conflitam com o projeto de cidade limpa, moderna e parceira da iniciativa privada

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  • NEODESENVOLVIMENTISMO
    Altamira e suas veias abertas por violências e grandes obraspor: Assis da Costa Oliveira
    11/07/2017

    Na publicação do Atlas da Violência de 2017, organizado pelo IPEA e FBSP, Altamira, no estado do Pará, é identificada como a “campeã” nacional em taxa de homicídio, com 105,2% (114 homicídios para uma população de 108.382 pessoas), quase 13% acima do segundo colocado, o município de Lauro de Freitas/BA, com 92,5%. Assim, apresenta ao Brasil dados estatísticos que já são socialmente visíveis na rotina da cidade há pelo menos sete anos, numa coincidência intencional (ou causal) com o processo de implantação da hidrelétrica de Belo Monte

     

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  • RESISTIR AO ABANDONO
    UERJ não está normal, não é por acaso e tem algo a dizerpor: Bruno Leonardo Barth Sobral
    07/07/2017

    A UERJ se orgulha de ser protagonista no sistema de cotas, de possuir um grande programa de extensão universitária junto à sociedade e unidades em cidades do interior com projetos de expansão. Já em termos da produtividade e qualidade da pesquisa, inclusive foi considerada a 5ª melhor universidade do Brasil, no entanto o atual governo estadual está sistematicamente desfinanciado a UERJ aponto de prejudicar a contratação de fornecedores e reter de forma dolosa o salário de seus funcionários

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  • Edição – 120
    07/07/2017
  • Edição – 119
    07/07/2017
  • ORIENTE MÉDIO - TENSÃO NO CATAR
    A Polarização do Golfo e seus recentes desdobramentos na Era Trumppor: Nathalia Quintiliano
    06/07/2017

    Um novo capítulo de tensão e polarização desenha-se no Oriente Médio. Acusando o governo catari de apoiar grupos terroristas, os governos da Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Egito cortaram relações diplomáticas com o Catar. Nestes países já é legalmente proibido declarar qualquer tipo de solidariedade aos vizinhos cataris, e a punição pode chegar a 15 anos de prisão. Os sinais da emissora de TV Al Jazeera também foram interrompidos.

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  • REFORMA DA PREVIDÊNCIA
    Déficit de Legitimidadepor: Sidney Jard
    06/07/2017

    Nos governos de FHC, Lula e Dilma, ocorreram reduções nos direitos previdenciários dos trabalhadores brasileiros, no entanto todos contaram com a legitimidade do voto popular para propor e implementar mudanças nas políticas públicas. Não é este definitivamente o caso do Governo Temer, cujo déficit de legitimidade é infinitamente maior do que o suposto déficit previdenciário que pretende combater.

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  • DIREITO TRABALHISTA
    O trabalho doméstico na crise econômica: uma dinâmica anticíclicapor: Juliane Furno
    06/07/2017

    No período dos governos petistas o trabalho doméstico foi perdendo centralidade. Está aí a sua característica anticíclica. Quando todas as ocupações crescem e a economia retoma o dinamismo e o crescimento, o emprego doméstico tende a perder participação. Nas manifestações pró Impeachment, não raras vezes se erguiam cartazes denunciando o alto custo do trabalho doméstico

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  • EDITORIAL
    Vamos falar de populismopor: Silvio Caccia Bava e Jorge O. Romano
    06/07/2017

    Em sua definição, que é ambígua, o populismo é caracterizado como um modo de fazer política. O populismo propicia a construção de um sujeito político – o povo – por meio da identificação antagônica de um outro: aquele que o oprime, que seria causa de suas desventuras.

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  • ELEIÇÕES TIRAM A MÁSCARA DA MÍDIA FRANCESA
    Uma barreira também pode esconder outrapor: Pierre Rimbert
    05/07/2017
    A chegada de Marine Le Pen, candidata da Frente Nacional (FN), ao segundo turno das eleições presidenciais francesas serviu pelo menos para eliminar os[...]Leia Mais →
  • TEATRO
    Reencontrar o riso de Bertolt Brechtpor: Marie-Noël Rio
    05/07/2017

    Uma vez que propunha ao espectador o prazer de se libertar das falsas verdades que escondem a ordem vigente, Bertolt Brecht abriu a representação teatral a um campo totalmente novo, tanto na forma como nos objetivos. Essa agitação foi celebrada durante sua descoberta na França, mas pouco a pouco neutralizada. Seu tímido retorno assinala a audácia de pensar com alegria

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  • CINEMA E IDEOLOGIA
    Hollywood e a liberdade norte-americanapor: Raphael Silva Fagundes
    05/07/2017

    A liberdade chegou a um nível jamais atingido, mas não sabemos o que fazer com ela. Uns até a condenam. Ronda o ódio à democracia. Por que não reivindicar uma democracia mais real? O que vemos são pessoas reclamando de ela ser real demais. Ledo engano. O que não podemos é defender uma democracia disforme, que se desdobra para atender aos interesses capitalistas – a que Hollywood reproduz com excessiva confusão de efeitos especiais e cenas românticas

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  • PROMESSAS E PERIGOS DA REVOLUCÃO GENÉTICA
    Último salto rumo à seleção humanapor: Jacques Testart
    05/07/2017
    O termo “eugenia” foi inventado no final do século XIX por Francis Galton, antropólogo primo de Charles Darwin, para definir a “ciência da melhora[...]Leia Mais →
  • PROMESSAS E PERIGOS DA REVOLUCÃO GENÉTICA
    Somos todos mutantespor: Bernard Dujon
    05/07/2017

    É preciso modificar seres vivos transformando as informações que os organismos transmitem de uma geração a outra? Dispomos cada vez mais de ferramentas que permitem interferir nos genomas de maneira dirigida e precisa, o que a natureza faz aleatoriamente. Antes do êxtase ou do pavor, a perspectiva reclama uma reflexão racional: por que e para que fazer isso?

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  • DA INDEPENDÊNCIA À MISÉRIA
    Irmãos inimigos no Sudão do Sulpor: Gérard Prunier
    05/07/2017

    Seis anos após a independência, o Sudão do Sul é devastado pela guerra civil. Mediadores dirigem-se, desordenadamente, para o pequeno país petroleiro da África central. Mas não é possível vislumbrar nenhuma paz sustentável sem afastar as simplificações midiáticas: o conflito não é “étnico”, é político. E suas raízes remontam à colonização britânica

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