Guilhotina #127 – Ricardo Lísias
29 de julho de 2021
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o escritor Ricardo Lísias, autor da obra “Diário da catástrofe brasileira”, que conta com dois volumes, o “Ano I: o inimaginável foi eleito” e o “Ano II: um genocídio escancarado”, que está sendo lançado em julho pela editora Record. Os livros começaram a ser escritos na noite em que Jair Bolsonaro venceu as eleições para presidente em 2018 e acompanha o dia a dia do atual governo. Conversamos sobre as imagens utilizadas pela propaganda da extrema direita, a pulsão de morte como elemento constituinte do bolsonarismo, o poder de sedução da agenda destruidora do presidente, os erros da esquerda, os reflexos na arte da ascensão do fascismo e muito mais. Ricardo é doutor em Literatura Brasileira, com estágio de pós-doutorado na Unifesp, e criador da Família Tobias, sobre a qual escreve em várias plataformas. Idealizou “Eduardo Cunha (pseudônimo)”, autor de “Diário da cadeia: com trechos da obra inédita Impeachment”, e escreveu, entre outros livros, “O céu dos suicidas”, “Divórcio” e “A vista particular”, além dos dois volumes do “Diário da catástrofe brasileira”.
Ouça em seu tocador favorito ou dê o play:
*Trilha: Dead Fish, “Messias” (Alvaro Dutra, Marcão Melloni, Ric Mastria e Rodrigo Lima); e Flicts, “E o povo onde está” (Arthur de Aguiar Covre, Jeferson Bem e Rafael de Aguiar Covre).
Leia mais sobre o tema:
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o escritor Ricardo Lísias, autor da obra “Diário da catástrofe brasileira”, que conta com dois volumes, o “Ano I: o inimaginável foi eleito” e o “Ano II: um genocídio escancarado”, que está sendo lançado em julho pela editora Record. Os livros começaram a ser escritos na noite em que Jair Bolsonaro venceu as eleições para presidente em 2018 e acompanha o dia a dia do atual governo. Conversamos sobre as imagens utilizadas pela propaganda da extrema direita, a pulsão de morte como elemento constituinte do bolsonarismo, o poder de sedução da agenda destruidora do presidente, os erros da esquerda, os reflexos na arte da ascensão do fascismo e muito mais. Ricardo é doutor em Literatura Brasileira, com estágio de pós-doutorado na Unifesp, e criador da Família Tobias, sobre a qual escreve em várias plataformas. Idealizou “Eduardo Cunha (pseudônimo)”, autor de “Diário da cadeia: com trechos da obra inédita Impeachment”, e escreveu, entre outros livros, “O céu dos suicidas”, “Divórcio” e “A vista particular”, além dos dois volumes do “Diário da catástrofe brasileira”.
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*Trilha: Dead Fish, “Messias” (Alvaro Dutra, Marcão Melloni, Ric Mastria e Rodrigo Lima); e Flicts, “E o povo onde está” (Arthur de Aguiar Covre, Jeferson Bem e Rafael de Aguiar Covre).
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