Diplô Online
Não existe justiça climática sem paz
O mundo vem adiando, ano após ano, a escolha entre dois tipos de segurança: a que se compra com armas e a que se compra impedindo que o clima destrua safras, cidades costeiras e cadeias de suprimento inteiras
Alimentação como direito ou comum
Por que a alimentação aparece como um bem comum para alguns e não para outros?
Ciro, de volta às origens
O político representa um retorno às origens conservadoras, priorizando o ego em detrimento de um projeto coletivo coerente. Suas escolhas políticas recentes resultaram em um isolamento partidário, enfraquecendo sua relevância no cenário nacional brasileiro
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
Guerras e persistências históricas no Oriente Médio contemporâneo
A algoritmização da morte encontrou no Irã um limite político: a capacidade de Teerã de retaliar retirou da superioridade tecnológica israelense o privilégio da unilateralidade
Violência patrimonial e abuso econômico contra as mulheres
A violência patrimonial e o abuso econômico contra mulheres permanecem invisibilizados mesmo após vinte anos da Lei Maria da Penha. Muitas vítimas ainda têm dificuldade em identificar o controle financeiro, que muitas vezes é mascarado por dinâmicas domésticas aparentemente consensuais. Há uma negligência do Poder Judiciário brasileiro, que frequentemente trata a retenção de bens como meros conflitos conjugais, ignorando os impactos psicológico e social sobre as mulheres
Quem fica com o lucro e quem paga o prejuízo?
Qual é o impacto climático potencial do carbono que uma nova fronteira petrolífera poderá colocar à disposição da economia durante as próximas décadas?
Nem protetorado nem capitulação: a Venezuela e a resistência
Capacidade de resistência, coerção imperial e os limites políticos das ondas progressista e revolucionária latino-americana
Um relato sobre as dificuldades no Rio Grande do Sul
Estamos preparados para lidar com eventos climáticos que já não podem ser tratados como exceções?
O jornalismo do século XXI ainda reproduz desigualdades do século XX
O debate sobre diploma, liberdade de expressão e as condições para produzir informação de interesse público
Linchamentos fazem parte da rotina do brasileiro, como um evento em família
Esses tipos de agressões coletivas não são apenas explosões espontâneas, mas métodos de controle social utilizados para restaurar uma suposta ordem moral por meio da eliminação de indivíduos considerados indesejados
Questão abandonada, conflito aberto
Queira-se ou não, a desigualdade territorial é uma questão de justiça democrática que o Chile terá de enfrentar
Responsabilidade parental e dever das plataformas
O Discord é um ambiente extremamente perigoso para crianças e adolescentes, facilitando a ação de criminosos, aliciamento, conteúdos de ódio, misoginia e indução à automutilação ou ao suicídio
A gramática da catástrofe e o fim do mundo
De que mundo estamos falando quando falamos do fim do mundo?
O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência
Leia com exclusividade o início do prefácio de ‘O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência’, de Jasbir K. Puar. O livro será lançado no sábado, 29 de agosto, pela Crocodilo Edições, na Tarântula, livraria e espaço de arte, na Faca Peluqueria
Como a “santidade política” virou poder para Michelle Bolsonaro em 2026
Como Michelle Bolsonaro mobiliza publicamente a ideia de “santidade política” na arena brasileira durante 2026, ano marcado pelas disputas eleitorais?
Qual o futuro da Filosofia no Brasil?
A marginalização da Filosofia como disciplina ou modus vivendi não é algo novo, mas um processo de exclusão política, pedagógica e cultural proposital, consciente, dos poderes públicos, tendo como objetivo subliminar seu alcance crítico na sociedade. Uma sociedade sem a capacidade de pensar por si, de ter um pensamento próprio crítico, é mais fácil de manipular e controlar ideologicamente
As possibilidades econômicas de Keynes em um mundo de mudanças disruptivas
Embora o crescimento da renda média global tenha alcançado patamares próximos aos previstos por Keynes, a expectativa de uma redução significativa da jornada de trabalho e de uma sociedade mais solidária, capaz de distribuir os frutos da prosperidade, não se concretizou. Ao contrário, persistem elevados níveis de concentração de riqueza e de fome, enquanto novas tecnologias, em vez de necessariamente ampliarem o bem-estar, também podem contribuir para a precarização das relações de trabalho
A cultura também precisa atravessar a cidade
Não existe acesso cultural de verdade quando a pessoa precisa atravessar a cidade para conseguir viver uma experiência cultural
Largue a tela, leia um livro!
Uma vida submetida integralmente à velocidade corre o risco de perder a capacidade de contemplação
Mulheres negras e a refundação da política brasileira
Reter, burlar ou repassar tardiamente recursos de campanha destinados a candidaturas negras constitui uma forma de violência política de raça e gênero, operada para perpetuar a política como feudo exclusivo da branquitude e do patriarcado
Oligopólios são uma ameaça à democracia, não o diploma de jornalismo
Desregulamentação profissional não fortaleceu prerrogativas e ainda precarizou trabalhadores
Com humor e ironia, Daniela Yuri brinca com temas sérios como morte, luto e a maneira como escolhemos viver
Em É Vida Que Segue!, a autora transforma o “Além” em um lugar de filas, terapias, empregos e reencontros para refletir, com humor e sensibilidade, sobre luto, culpa, escolhas e recomeços
Um futuro para viver e compartilhar
No livro Manifesto pelo florescer da diversidade (Dantes, 2025), os antropólogos Jerome Lewis e Chris Knight ecoam uma ampla diversidade de vozes e modos de saber, reunindo suas percepções sobre o que precisamos transformar no presente – e com quem podemos aprender
Os evangélicos nas eleições de 2026
As movimentações partidárias para o pleito de 2026 revelam a diversidade interna da bancada evangélica, com atuações à esquerda e ao centro, pondo à prova o estereótipo de uma adesão automática à direita
Quem paga a conta quando o voto vira mercadoria?
A persistente trajetória da corrupção eleitoral no Brasil revela como a compra e a venda de votos comprometem a legitimidade democrática desde o período colonial. Ao longo da história, a evolução das leis e dos sistemas de votação não foi suficiente para eliminar práticas como o clientelismo e o coronelismo, que ainda persistem por meio da exploração da vulnerabilidade socioeconômica da população
Deepfakes, IA e a transformação dos conflitos
Pela primeira vez na história, a desinformação gerada por tecnologias sintéticas superou os métodos tradicionais, atingindo milhões de pessoas antes de qualquer verificação
Programa de Flávio Bolsonaro: extermínio, entrega de minerais críticos, vida desde a concepção e respeito a todos os arranjos familiares
O programa radicaliza os eixos: promete extermínio, exceção salvadorenha, entrega de minerais críticos e Estado mínimo. É a marca da direita radical: não rompe com a democracia constitucional; tensiona-a por dentro

