Diplô Online
Melancolização e massas digitais
Por que nos aproximamos de uma ideologia autoritária? Como chegamos a aderir a esse tipo de ideologia e resistimos tão pouco?
A pesquisa como criação em “Furacão Tornado”, de Letícia Miranda
Em publicação pela editora orlando, a obra da escritora, artista e pesquisadora do Distrito Federal se centra nos eixos de memória, ancestralidade e invenção; a escrita como modo de coleta e o livro como montagem
Ser mulher é carregar suas dores e reprimir seus desejos?
Arqueologia das dores é o primeiro romance de Lia D’Assis, publicado pela Editora Reformatório. Lia é doutora em Teoria e História Literária
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
O que está vir, caso Flávio Bolsonaro seja eleito
Ao contrário do pai, Flávio estará, se eleito, a poucos votos de uma maioria qualificada nas duas Casas do Congresso
ECA Ambiental e o direito a uma ‘infância verde’
A temática da preservação ambiental faz parte do sistema educacional brasileiro há várias décadas, fundamentada em diversas leis e diretrizes constitucionais
O projeto que nos devolve à jaula
A extrema direita brasileira prospera explorando o que há de mais primitivo no humano. Encontra terreno fértil num país de formação crítica rarefeita, cujo espaço público foi entregue a algoritmos estrangeiros
‘My Feed, My Way’ e suas implicações
O projeto pode ser visto como a gênese de mudanças significativas nas estruturas algorítmicas de espaços digitais
Nossa Senhora e a disputa do sagrado nacional na reta final da campanha de 2026
No Brasil, especialmente após a redemocratização, a expansão da presença evangélica na esfera pública e a formação de organizações político-religiosas produziram novas modalidades de articulação entre fé, representação política e disputa institucional
Autora de romance de ficção científica comenta sobre Inteligência Artificial e seu processo criativo
Personificadores, novo livro de Adriana Toribio, fala sobre grandes conglomerados de mídia que utilizam celebridades-digitais criadas por Inteligência Artificial em filmes e programas de TV
Fogueira eleitoral: Por que a religião “pegou” em 2026?
Avaliação do governo em baixa e temperatura morna das campanhas explicam a presença da religião em 2026
Parlamentares da extrema direita são pautados por acertos da campanha do Lula
Proibição das Bets, aumento do Bolsa Família e controvérsias em torno de Nossa Senhora Aparecida aquecem o debate nas redes de lideranças políticas evangélicas para disputar as narrativas da esquerda
Da TV às redes sociais, candidatos exploram a violência em busca de voto
Levantamento do Intervozes aponta o capital político acumulado por apresentadores de programas policiais e “políticos influencers” que tematizam segurança pública
Mulher, a vida que eles dizem defender não é a nossa
Um voto em qualquer Bolsonaro é a real possibilidade de ataque aos direitos e, por consequência, à vida das mulheres
Violência política, memória e reparação: que democracia queremos construir?
Quais são as responsabilidades das instituições quando a violência procura determinar quem pode ou não permanecer no debate público?
Inteligência Artificial: poder epistêmico e o dividendo civilizacional
O avanço tecnológico intensifica desigualdades na distribuição de renda e produtividade, exigindo a criação de um dividendo civilizacional para repartir coletivamente os ganhos gerados pela automação
A escrita como um ato de rebeldia e deslocamento
A escrita é produto da leitura, é produto do território, é produto da vivência, é produto da terra onde se pisa, é produto das relações de troca que fazem o sujeito ser sujeito, que faz o sujeito ser corpo, e que corporifica o próprio sujeito
“Hiperpolítica”, de Anton Jäger, mostra corpo politizado e cabeça vazia do século 21
Convivemos pouco, ou quase nada, com o outro. E essa parece ser a explicação mais adequada para a época que vivemos, que Jäger classifica como “hiperpolítica”
Quem ensinou o professor a ter medo?
Que tipo de escola estamos construindo quando ensinar determinadas coisas exige coragem?
Nossa Senhora Aparecida e a gramática eleitoral da reta final da campanha
Entre a memória afetiva dos católicos, a disputa por símbolos religiosos e a instrumentalização da fé, a padroeira do Brasil entra na última semana da eleição de 2026
A Constituição de 1988 sobreviverá às eleições de 2026?
O cenário político brasileiro para as eleições presidenciais de 2026 coloca em risco a sobrevivência da Constituição de 1988 e da própria democracia
O Nepal está pagando o preço por uma crise climática que não causou
Quem paga quando os países menos responsáveis pela crise climática sofrem perdas catastróficas?
Três anos de genocídio em Gaza: o que ainda resta de nós?
Uma das maiores lições de Gaza é que a linguagem nunca é apenas linguagem quando pessoas estão sendo exterminadas
Há coisas que só cabem no silêncio: uma entrevista com o escritor Bruno inácio
Em nova edição pela Reformatório, com três contos inéditos, De repente nenhum som, de Bruno Inácio, reúne histórias de uma mesma família do interior paulista para pensar o silêncio como violência, afastamento, cumplicidade e recusa ao ruído do presente
Eleições 2026: democracia ou barbárie
Em meio à polarização política e à pressão internacional, as eleições de 2026 colocam em disputa não apenas projetos de governo, mas os próprios rumos da democracia brasileira
A interferência estrangeira e o voto dos indiferentes
As eleições de 2026 serão disputadas também fora das urnas. Em meio à crescente interferência estrangeira, à disputa política entre Brasil e Estados Unidos e a uma parcela significativa da população indiferente ou indecisa, o resultado pode depender menos dos decididos e mais daqueles que preferem não se posicionar
O perfil derrubado do Porchat, o impulsionamento do X e as intervenções eleitorais da IA que a gente não vê
Como controlar o impacto das Inteligências Artificiais que nós não vemos?
“Mulher virtuosa quem a achará?”
Cintia Bittar esmiúça a ascensão do conservadorismo por meio de um thriller psicológico

