Guilhotina #150 - José Raimundo Sousa Ribeiro Junior

Guilhotina

Guilhotina #150 – José Raimundo Sousa Ribeiro Junior

Guilhotina | Brasil
11 de janeiro de 2022
compartilhar
visualização

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o geógrafo José Raimundo Sousa Ribeiro Junior, autor – junto com Mateus de Almeida Prado Sampaio, Daniel Henrique Bandoni e Luiza Lima Silva de Carli – do “Atlas das situações alimentares no Brasil: a disponibilidade domiciliar de alimentos e a fome no Brasil contemporâneo”, lançado em novembro de 2021 e disponível para download em: https://bit.ly/3siHCHg. A publicação traça um panorama da fome e da alimentação no Brasil de 2002 a 2018, mostrando os efeitos provocados pelas diversas desigualdades que marcam o país. Ouça nessa postagem ou em seu tocador favorito!

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o geógrafo José Raimundo Sousa Ribeiro Junior, autor – junto com Mateus de Almeida Prado Sampaio, Daniel Henrique Bandoni e Luiza Lima Silva de Carli – do “Atlas das situações alimentares no Brasil: a disponibilidade domiciliar de alimentos e a fome no Brasil contemporâneo”, lançado em novembro de 2021 e disponível para download em: https://bit.ly/3siHCHg. A publicação traça um panorama da fome e da alimentação no Brasil de 2002 a 2018, mostrando os efeitos provocados pelas diversas desigualdades que marcam o país. Falamos sobre as diferenças entre a alimentação de ricos e pobres, as variações encontradas em cada região do país e entre campo e cidade, as características e os fatores que provocam a fome no país, a relação de raça e gênero com as situações alimentares, a saída e o retorno do Brasil ao Mapa da Fome da ONU, o avanço dos produtos ultraprocessados, os impactos do governo Bolsonaro e da pandemia na insegurança alimentar e muito mais! José Raimundo é doutor em Geografia Humana pela USP, foi professor visitante do Instituto de Saúde e Sociedade da Unifesp entre 2019 e 2021, é representante da seção São Paulo da Associação dos Geógrafos Brasileiros no Conselho Municipal de Segurança Alimentar (Comusan) e, desde o início dos anos 2000, desenvolve pesquisas acerca da fome na cidade de São Paulo. Sugestões de leitura e referências: Amrita Rangasami, “Women’s Roles and Strategies during Food Crises and Famines”; Katty Radimer et al., “Understanding hunger and developing indicators to assess it in women and children”; Cheryl Wehler et al., “The Community Childhood Hunger Identification Project: a model of domestic hunger – demonstration project in Seattle, Washington”; e Josué de Castro, “Geografia da fome”.

Ouça em seu player de preferência ou dê o play:

*Trilha: Bob Marley and The Wailers, “Them belly full (but we hungry)” (Carlton Barrett e Lecon Cogill); e Racionais MCs, “Tempos difíceis” (Mano Brown).



Artigos Relacionados

O AGRO NÃO PRODUZ COMIDA, PRODUZ FOME

Por que a reforma agrária não acontece?

O AGRO NÃO PRODUZ COMIDA, PRODUZ FOME

Por que podemos dizer que agro é fome?

por Yamila Goldfarb
O agro não produz comida, produz fome

As doenças do capitalismo e a luta contra o agronegócio

por Allan Rodrigo de Campos Silva
OPINIÃO

Por que Lula? Nem caserna, nem casa-grande

Online | Brasil
por Berenice Bento
AMAZÔNIA OCUPADA #3

Madeira da Amazônia: normas avançam, mas só 10% da extração é regular

Online | Brasil
por Felipe Betim
CHILE – LIÇÕES DE UMA DERROTA

Jogar o jogo: nove parágrafos para uma nova força transformadora

por Jorge Arrate
O RETUMBANTE TRIUNFO DO REJEITO NO PROJETO CONSTITUCIONAL

No Chile, o futuro que nos escapou

por Álvaro Ramis
QUAL É O PLANO?

Programa de Bolsonaro quase assume a responsabilidade pela tragédia na educação

por Antonio Carlos Souza de Carvalho