“As famílias querem entender por que a polícia fez isso”
A antropóloga Desirée Azevedo, coordenadora do projeto Os 9 Que Perdemos no Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Unifesp, conta os bastidores da inédita investigação defensiva aceita como parte do inquérito da Polícia Civil sobre o Massacre da DZ7 e acredita em desfecho no tribunal de júri: “sobram provas”

