Da utopia de Chico Mendes à bioeconomia do século XXI
O legado político de Chico Mendes permanece como uma das mais potentes chaves interpretativas para compreender e (re)imaginar modelos de desenvolvimento na Amazônia. Ao articular a defesa do “homem da floresta” com a permanência da “floresta em pé”, o líder seringueiro rompeu a dicotomia entre conservação e produção, antecipando, ainda nos anos 1980, o que hoje qualificamos como bioeconomia da sociobiodiversidade.

