“Hiperpolítica”, de Anton Jäger, mostra corpo politizado e cabeça vazia do século 21
Convivemos pouco, ou quase nada, com o outro. E essa parece ser a explicação mais adequada para a época que vivemos, que Jäger classifica como “hiperpolítica”

Convivemos pouco, ou quase nada, com o outro. E essa parece ser a explicação mais adequada para a época que vivemos, que Jäger classifica como “hiperpolítica”
Se a percepção da realidade define o ser e o contraditório representa uma ameaça existencial, o remédio e sua formulação dependem da capacidade negocial de desenhar espaços em que ambas as narrativas possam coexistir
A formação humana não é vista como essencial no que diz respeito à educação, subordinada aos interesses econômicos, prevalecendo o investimento em atividades de profissionalização técnicas sob o argumento da “maior inserção da população vulnerável economicamente no mercado de trabalho”