O mundo encantado dos fura-filas
Nos dias bonitos, durante as férias ou nos feriados, a espera nos parques de diversões chega a horas. No Universal Studios Japan, em Osaka, é preciso contar entre duas e quatro horas para acessar o Mine Cart Madness. À medida que foram se alongando, as filas tornaram-se um problema econômico. Os parques, desse modo, buscaram soluções
Vestidos brilhantes reluzem ao sol. Menininhas fantasiadas de Elsa, a heroína do filme de animação Frozen, avançam em direção a uma montanha coberta de neve inspirada no Monte Cervino, na fronteira ítalo-suíça. Ao redor delas, alto-falantes reproduzem gritos de gaivotas, que se misturam aos arrulhos de pombos de verdade. O Reino de Arendelle, recém-inaugurado no coração da Disneyland Paris, promete uma fuga do cotidiano. Naquele sábado escaldante de junho, cerca de 50 mil pessoas foram ao parque para sair da rotina por algumas horas. Ainda assim, todos controlam cada minuto que passa. Diante da Frozen Ever After, uma das atrações principais desse novo land, um painel anuncia setenta minutos de espera, para cinco minutos de passeio em um pequeno barco viking, ou seja, catorze vezes mais tempo na fila do que aproveitando o espetáculo. E a situação é apenas um pouco melhor para os outros brinquedos. Mesmo assim, as famílias…

