Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
Para adiar o fim do mundo
Idealizada e organizada pela Comissão Pastoral da Terra com o apoio de parceiros da luta camponesa, esta série se propõe a articular debates importantes rumo à COP 30: conflitos no campo, os impactos do agro-hidro-minero-negócio e do capitalismo “verde” sobre a natureza e a humanidade e a defesa dos sócio-biomas. Os artigos trazem as experiências, saberes e as saídas insurgentes para a crise climática construídas nos territórios e comunidades camponesas, tradicionais e originárias do Brasil; e se alimentam dos dados de conflitos no campo produzidos há quarenta anos pela CPT.
Em 7 atos, as correlações de força se apresentaram
A não menção do termo “fim dos combustíveis fósseis” no relatório final da COP 30 é prova de que existe um perigoso negacionismo institucionalizado que atrasa os caminhos da Humanidade em busca de soluções para nossa crise climática
Território de resistência e o legado político e simbólico da COP 30
Entre o calor extremo e a insurgência dos povos, o que Belém ensinou ao mundo sobre futuro climático
Dinâmicas territoriais e conflitos socioterritoriais na Amazônia Sul Ocidental
Região conhecida como Amacro, formada pelos estados do Acre, Rondônia e sul do Amazonas, é palco de expansão da fronteira agrícola e concentra o maior número de conflitos agrários do território brasileiro. Leia no sétimo artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
Escravização e colapso climático caminham juntos
Num sistema de produção que não respeita nem os direitos trabalhistas e humanos, nem as leis de proteção ambiental, trabalhadores e trabalhadoras são vulnerabilizados e empurrados para atividades que destroem ecossistemas. Acompanhe no sexto artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
Ventos para a vida, não para a morte
Os parques eólicos, que se multiplicam pelo semiárido brasileiro como a promessa de energia “limpa” e renovável, provocam danos irreversíveis aos povos da terra e à natureza. Confira no quinto artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
A geopolítica da transição energética e militar baseada na mineração
A chamada “transição verde”, centro das discussões e negociações da COP 30, é, na prática, uma corrida geopolítica por minerais críticos que intensifica a devastação ambiental, a militarização de territórios e a subordinação colonial do Sul Global, em uma disputa de poder sustentada pelo extrativismo predatório. Confira no quarto artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
Juventudes e diversidades na linha de frente da justiça territorial e climática
Às vésperas da COP 30, sediada em Belém (PA), as vozes das juventudes e de pessoas LGBTQIAPN+ do campo somam-se ao debate e na proposição de soluções para a crise ambiental. Veja no terceiro artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
O Cerrado grita, o mundo precisa escutar
Incêndios na região não são fatalidades naturais, mas produtos de escolhas sacrificantes à vida para expansão do agro; em meio ao cenário de falsas “soluções verdes”, povos originários e tradicionais cerradeiros resistem para adiar o fim do mundo
Berço das águas do Brasil e América do Sul, o Cerrado e seus povos ficam fora da COP30
No artigo de estreia da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra, guardiões e guardiãs do Cerrado apontam para a invisibilidade de suas pautas na 30ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas enquanto governos estaduais vão à conferência defender o agronegócio


O Brasil é melhor ainda,devido essas lutas resistenes e teimosas. Um povo que celebra todo dia sua humanidade. A luta pela vida, mas vida com bem-estar. Uma superestrutura digna do nome.