Guilhotina #118 — Letícia Nascimento - Le Monde Diplomatique

GUILHOTINA

Guilhotina #118 — Letícia Nascimento

Guilhotina | Brasil
27 de maio de 2021
compartilhar
visualização

Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a professora Letícia Nascimento, autora de “Transfeminismo”, décimo livro da coleção Feminismos plurais, lançado em maio pela editora Jandaíra.

Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a professora Letícia Nascimento, autora de “Transfeminismo”, décimo livro da coleção Feminismos plurais, lançado em maio pela editora Jandaíra. No trabalho, ela traz ao público geral explicações sobre os conceitos de gênero, transgeneridade, mulheridade, feminilidade e mais. Conversamos sobre a disputa de sentidos em torno do conceito de gênero e como assegurar a aceitação de mulheres transexuais e travestis no feminismo, as contribuições do transfeminismo para o feminismo como um todo, a performatividade de gênero e sua importância para a compreensão das corporalidades transgêneras, a luta para superar a patologização da transexualidade, a autodeterminação dos corpos e os desafios para combater o transfeminicídio no Brasil. Letícia é mulher travesti, negra e gorda, filha de Xangô no Candomblé Ketu e de Cabocla na encantaria da Jurema. Pedagoga e professora da Universidade Federal do Piauí e doutoranda em Educação na mesma instituição. É vinculada aos núcleos de pesquisa Nepegeci/UFPI, Rimas/UFRPE e POCs/UFPelotas e pesquisadora filiada à Associação Brasileira de Pesquisadores Negras e Negros e à Associação Internacional de Pesquisa na Graduação em Pedagogia. Ativista do Acolhe Trans e do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros.

Sugestões de links da Letícia – Documentários: Disclosure (https://www.netflix.com/title/81284247), Laerte-se (https://www.netflix.com/title/80142223) e A vida e a morte de Marsha P. Johnson (https://www.netflix.com/title/80189623); série: Pose (https://www.netflix.com/title/80241986); Filme: Alice Júnior (https://www.netflix.com/title/81196768); e perfis do Instagram: @profaleticia_, @meggrayaragomesde, @thiffanyodara, @jovannacardoso, @afrotrasncendente, @tdetravesti, @instadajaqueline, @acarolinaiara, @hilton_erika, @gabrielaloran, @ericamalunguinho, @venturaprofana e @neoncunha. *Trilha: Ventura Profana e Podeserdesligado, “Resplandescente”; e Urias, “Andar em paz” (Alice Caymmi e Lan Lanh).

 



Artigos Relacionados

Eleições 2022: a mídia como palanque

Internet abre espaço para a diversidade de perfis, mas impulsiona velhas práticas

Online | Brasil
por Tâmara Terso
A CRISE DA CULTURA

Lei Aldir Blanc: reflexões sobre as contradições

por Rodrigo Juste Duarte, com colaboração de pesquisadores da rede do Observatório da Cultura do Brasil
AMÉRICA DO SUL

A “nova onda rosa”: um recomeço mais desafiador

Online | América Latina
por Cairo Junqueira e Lívia Milani
CORRUPÇÃO BOLSONARISTA

Onde está o governo sem corrupção de Bolsonaro?

Online | Brasil
por Samantha Prado
CONGRESSO NACIONAL

Financiamento de campanhas por infratores ambientais na Amazônia Legal

Online | Brasil
por Adriana Erthal Abdenur e Renata Albuquerque Ribeiro
EDITORIAL

Só existe um futuro para o Brasil, e ele passa pela eleição de Lula neste domingo

Online | Brasil
por Le Monde Diplomatique Brasil
UMA ENCRUZILHADA SE APROXIMA

Os militares e a última palavra da legitimidade das urnas

Online | Brasil
por Julia Almeida Vasconcelos da Silva
ELEIÇÕES 2022

Voto útil: o chamado ao primeiro turno em 2022

Online | Brasil
por Luísa Leite e Alexsandra Cavalcanti