Guilhotina #164 - Luis Felipe Miguel - Le Monde Diplomatique Brasil

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Guilhotina #164 – Luis Felipe Miguel

Guilhotina | Brasil
6 de maio de 2022
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Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o cientista político Luis Felipe Miguel, autor do livro “Democracia na periferia capitalista: impasses do Brasil”, lançado em abril pela editora Autêntica. A obra analisa a trajetória da democracia em todo o mundo e em especial no Brasil e identifica as causas e aponta caminhos para sair da crise atual. Ouça nessa postagem ou em seu tocador favorito!

Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o cientista político Luis Felipe Miguel, autor do livro “Democracia na periferia capitalista: impasses do Brasil”, lançado em abril pela editora Autêntica. A obra analisa a trajetória da democracia em todo o mundo e em especial no Brasil e identifica as causas e aponta caminhos para sair da crise atual. Conversamos sobre a relação entre o avanço do neoliberalismo e a redução da democracia nos últimos 50 anos, as particularidades dessa crise no Sul global, a especificidade brasileira que combinou a ampliação dos direitos sociais e políticos na Constituição de 88 com os primeiros anos de modelo neoliberal, as heranças da ditadura, os progressos e as contradições expressos na trajetória do Partido dos Trabalhadores, a inflexão representada pelas manifestações de junho de 2013, o golpe de 16, a eleição da extrema direita, o papel da imprensa, os erros da esquerda e as perspectivas para as eleições de 2022 e para 2023. Luis Felipe é doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professor titular do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasilia (UnB), onde coordena o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades (Demodê). Entre os livros de sua autoria estão “Democracia e representação: territórios em disputa”, “Dominação e resistência: desafios para uma política emancipatória” e “O colapso da democracia no Brasil: da Constituição ao golpe de 2016”.

Ouça em seu player de preferência ou dê o play:

*Trilha: Juçara Marçal, “Velho amarelo” (Rodrigo Augusto de Campos); e Francisco, el Hombre, “Calor da rua”, (Andrei Martinez Kozyreff, Juliana Strassacapa, Mateo Piracés-Ugarte, Rafael Gomes e Sebastián Piracés-Ugarte).



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