Guilhotina #52 – Raquel Rolnik
19 de dezembro de 2019
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem neste episódio do Guilhotina a urbanista Raquel Rolnik. Professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, ela foi relatora especial para o direito à moradia adequada do Conselho de Direitos Humanos da ONU (2008-2014), secretária nacional de programas urbanos do Ministério das Cidades (2003-2007) e diretora de planejamento da cidade de São Paulo (1989-1992).
É autora de vários livros, entre eles “O que é a cidade?” (1988), “A cidade e a lei” (1997) e o mais recente, “Guerra dos lugares: a colonização da terra e da moradia na era das finanças”, publicado também em espanhol e inglês e que teve uma segunda edição lançada pela Boitempo neste ano. Falamos sobre a avalanche de capital financeiro que avança sobre a terra e a moradia em todo mundo a partir dos anos 1970, passando pela crise econômica iniciada justamente com a explosão da bolha imobiliária em 2008, e seus impactos.
Spoiler: não foi a melhoria da qualidade de vida nas cidades… Raquel ainda analisa, em meio a esse processo geral de financeirização, a realização dos grandes eventos, como Olimpíadas e Copa do Mundo, mudanças climáticas, o trabalho de relatora da ONU e os movimentos de resistência ao redor do mundo.
Ouça em seu player favorito ou clique na imagem abaixo:
Trilha
Abertura: Rita Lee, “Lá vou eu”
Encerramento: Marina Wisnik, “Elevado”
Uma forma de apoiar o Le Monde Diplomatique é comprar livros na Boitempo através do link https://www.
Leia mais sobre o tema:
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem neste episódio do Guilhotina a urbanista Raquel Rolnik. Professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, ela foi relatora especial para o direito à moradia adequada do Conselho de Direitos Humanos da ONU (2008-2014), secretária nacional de programas urbanos do Ministério das Cidades (2003-2007) e diretora de planejamento da cidade de São Paulo (1989-1992).
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Spoiler: não foi a melhoria da qualidade de vida nas cidades… Raquel ainda analisa, em meio a esse processo geral de financeirização, a realização dos grandes eventos, como Olimpíadas e Copa do Mundo, mudanças climáticas, o trabalho de relatora da ONU e os movimentos de resistência ao redor do mundo.
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