Novas narrativas da web
Brio
Uma plataforma com mais de vinte jornalistas independentes, alguns deles com prêmios Pullitzer e Esso, que apostam no leitor como forma de financiamento: não aceitam publicidade; vendem reportagens avulsas ou assinaturas mensais. De cada venda, o site fica com 45%, e os jornalistas autores, com 55%. Grandes reportagens, dos lugares mais incríveis do planeta, fazem parte do acervo. Também há a seção watchdog, com reportagens investigativas patrocinadas por fundações e distribuídas gratuitamente. Uma delas é sobre o BNDES. https://brio.media/
E se Nagasaki fosse aqui?
A Public Radio International desenvolveu uma ferramenta interativa para verificar qual seria o impacto e a destruição, num lugar à sua escolha, das armas de destruição em massa que os Estados Unidos utilizaram na Segunda Guerra Mundial, há setenta anos. Em São Paulo, caso caísse no Masp, a bomba destruiria tudo num raio que incluiria Pinheiros, Vila Madalena, Bom Retiro, Ipiranga, Vila Olímpia, o Parque do Ibirapuera e as bordas de Indianápolis. Janelas poderiam ser quebradas pelo impacto em Osasco, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Interlagos. <http://tiny.cc/esehiroshima>
Firestorm
Especial multimídia do jornal inglês The Guardian, sobre um incêndio que destruiu a cidade de Dunalley, na Tasmânia, uma ilha isolada que é um estado da Austrália. Produzido como uma reportagem profunda, virou também um e-book que pode ser baixado, com o making off do processo investigativo. A página on-line foi uma tentativa de balancear interatividade, deixando o leitor escolher os rumos, enquanto criava um fluxo imersivo para a história, segundo a editora de projetos especiais. http://tiny.cc/firestorm


