Quando o Estado decide quem pode ser criança
A relativização do estupro de vulnerável não é um desvio. É o funcionamento normal de um sistema que combina patriarcado, racismo e seletividade penal

A relativização do estupro de vulnerável não é um desvio. É o funcionamento normal de um sistema que combina patriarcado, racismo e seletividade penal
Como não seria disfuncional uma família onde o abuso parental é a normalidade?