A lâmina do dólar e a ferida monetária
Washington raramente socorre seus aliados. Ao contrário do que pode parecer, as recentes intervenções do Tesouro norte-americano para sustentar o iene não fogem a essa regra. Longe de serem motivadas por alguma forma de altruísmo, elas respondem às preocupações dos Estados Unidos com o custo de seu endividamento e devolvem à Europa o papel que lhe é reservado: o de quem paga a conta de todas as trapalhadas

