A relatividade do tempo nas metrópoles
Em São Paulo, se morre vinte anos mais cedo na periferia e ainda se perde mais vida no caminho. O deslocamento diário é a face invisível de um holocausto urbano, que tem endereço, classe e cor

Em São Paulo, se morre vinte anos mais cedo na periferia e ainda se perde mais vida no caminho. O deslocamento diário é a face invisível de um holocausto urbano, que tem endereço, classe e cor
“A esquerda deve voltar a falar com vontade do tempo de trabalho”, clama no Libération o socialista Pierre Larrouturou, partidário da semana de quatro dias. Mas será que a luta pela redução da jornada esgota a questão da relação problemática com o tempo que abarca as sociedades ocidentais contemporâneas?Mona Chollet