GOVERNO DE SÃO PAULO

Da escola ao hospital: que São Paulo está em disputa

O que os programas de Tarcísio e Haddad revelam sobre trabalho, proteção social e o papel do Estado 

Uma mãe que trabalha o dia inteiro e não encontra vaga de creche perto de casa. Um paciente que aguarda meses por uma cirurgia sem saber se seu nome já subiu na fila. Um adolescente que termina o ensino médio sem saber ler direito um texto complexo. Um trabalhador que passa duas horas dentro de um ônibus para chegar ao emprego e outras duas para voltar. São situações reconhecíveis no cotidiano de milhões de paulistas, ainda que em graus diferentes conforme a região do estado. E é para essas pessoas, não para eleitores abstratos, que Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad dizem estar escrevendo seus planos de governo para 2027 a 2030. 

A pergunta que interessa não é qual dos dois fala mais bonito sobre direitos sociais. As duas campanhas usam praticamente o mesmo vocabulário, prosperidade, oportunidade, dignidade. A pergunta que importa é outra: o que, na prática, mudaria na vida de quem depende da escola pública, do SUS, do transporte coletivo e da assistência social, se um ou outro governasse o estado pelos próximos quatro anos. E essa resposta só aparece quando se olha para os instrumentos concretos que cada plano promete acionar, não para os slogans que os embrulham. 

Vale registrar uma diferença de origem entre os dois documentos, porque ela ajuda a entender por que a comparação não é simples. Todos os planos de governo registrados para o pleito de 2026 ficam disponíveis ao público no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral1, e é ali que qualquer leitor pode conferir, na íntegra, o que se descreve a seguir. Tarcísio protocolou no prazo final, em 15 de agosto, uma prévia de nove páginas, quase um cartaz de campanha organizado em dez frases de efeito2; a própria campanha confirmou tratar-se de um plano base enviado na data-limite, um sábado3. Apenas dois dias depois, em 17 de agosto, sua equipe entregou à Justiça Eleitoral uma versão bem mais robusta, de 68 páginas, com metas numéricas, programas nomeados e um raciocínio de gestão por trás de cada proposta4. Haddad, por sua vez, registrou inicialmente um documento de quinze páginas chamado de diretrizes, mais estruturado do que a prévia inicial do adversário, mas também assumidamente provisório, com promessa de que virará plano de gestão detalhado apenas no primeiro ano do próximo mandato5. Desde então, a campanha já apresentou publicamente, em evento no dia 22 de agosto, propostas mais detalhadas para a educação6, o que indica que as diretrizes de quinze páginas funcionam como documento-guarda-chuva, complementado ao longo da campanha, e não como o total das propostas de Haddad. Comparar os dois programas hoje é, portanto, comparar um esboço já revisado, dois dias depois de sua primeira versão, com um documento inicial mais enxuto que vem sendo detalhado por partes. 

Comece pela segurança, que os dois colocam no topo da lista, o que já diz algo sobre o momento político que o estado atravessa. O plano ampliado de Tarcísio aposta em um sistema chamado Riesp, um registro único que acompanharia cada ocorrência policial do primeiro chamado até o desfecho, descrito no próprio documento como a espinha dorsal de uma atuação estatal mais ágil e inteligente7; segundo a secretária responsável, o modelo já está em funcionamento em Santos8. A isso somam-se um batalhão especializado de motocicletas para áreas de difícil acesso e um programa permanente contra o que o texto chama de distúrbios civis e perturbação do sossego9. Haddad aposta em outra arquitetura, batizada de SP Protege, organizada ao redor da meta de elevar a taxa de crimes esclarecidos. O diagnóstico que abre essa parte do seu programa recupera um número do próprio plano que Tarcísio registrou na Justiça Eleitoral em 2022, quando o então candidato reconhecia que menos de 4% dos crimes no estado eram elucidados, um dado de origem antiga, não uma medição de 202610. Já em entrevistas concedidas em agosto de 2026, o candidato petista citou um indicador metodologicamente mais robusto e mais recente, o de que São Paulo esclareceu apenas 31% dos homicídios ocorridos em 2023, segundo o relatório “Onde Mora a Impunidade?”, do Instituto Sou da Paz, o pior resultado da série histórica do estudo para o estado11. A proposta de Haddad é criar uma agência estadual dedicada a rastrear o dinheiro do crime organizado e um placar trimestral publicado por região. Os dois programas, cada um a seu modo, tratam mulheres, crianças e idosos como público prioritário da proteção contra a violência doméstica, com delegacias funcionando por mais horas e monitoramento eletrônico de agressores. A diferença não está em quem se importa mais com a vítima, mas em qual ponto do sistema cada um escolheu reforçar primeiro, a captura de dados no território, no caso de Tarcísio, ou o rastro financeiro das facções e a métrica pública de resultado, no caso de Haddad. 

Crédito: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Na educação, os dois programas convergem em um ponto que passou despercebido nos primeiros meses de campanha: a matemática e a formação técnica se tornaram, para ambos, a porta de entrada para o mercado de trabalho. O plano de Tarcísio amplia as escolas cívico-militares, cria disciplinas de letramento em inteligência artificial e mostra um número que a própria gestão faz questão de repetir, o acesso ao ensino técnico profissionalizante saltou de 12% para 45% dos alunos da rede desde 2023, com meta de chegar a 60%12, e reserva bolsas e vagas em cursos superiores a vencedores de olimpíadas de matemática. Haddad parte de outro número, mais desconfortável, apenas 61% das crianças da rede pública paulista foram alfabetizadas na idade certa em 2025, contra 66% na média nacional e 84% no Ceará, e propõe um pacto formal com os 645 municípios do estado, com avaliação por régua federal e busca ativa de quem abandonou os estudos13. Em evento de campanha realizado em 22 de agosto, Haddad detalhou essa aposta em cobertura pactuada, com acompanhamento por município do índice de alfabetização, recomposição salarial e concursos para professores, e a meta de dobrar, em quatro anos, as vagas de ensino em tempo integral na rede estadual1415 

Não se trata exatamente de uma oposição entre mérito e universalidade, os dois programas falam em apoio técnico e financeiro aos municípios, em formação de professores e em redução de desigualdade territorial. A diferença está mais na ênfase do que na natureza da proposta, o plano de Tarcísio confere maior peso ao reconhecimento de desempenho individual e à articulação direta entre escola e vocações econômicas regionais, enquanto o de Haddad tende a organizar sua aposta em torno de uma régua nacional comum e de um pacto obrigatório de cobertura entre estado e prefeituras. São duas formas de responder à mesma pergunta, o que fazer com a criança que a escola pública está deixando para trás, uma delas mais confiante na seleção e no incentivo dentro do sistema já existente, a outra mais concentrada em padronizar e cobrar resultado do próprio sistema antes de premiar talento. 

A saúde talvez seja o eixo em que a diferença de ênfase fica mais visível. O documento de Tarcísio, ampliado, fala em levar a Tabela SUS Paulista, hoje voltada a Santas Casas e hospitais filantrópicos, também para hospitais públicos municipais e para os serviços de terapia renal substitutiva, além de criar um programa de saúde mental em parceria com as prefeituras e ampliar a cobertura vacinal, meta que ganhou urgência com o aumento recente de casos de sarampo no estado16. Haddad parte de um diagnóstico que soa como acusação, a espera média por uma cirurgia no estado passa de onze meses segundo a própria Secretaria da Saúde, embora o portal oficial de regulação afirme não haver fila, e propõe tornar essa fila pública e consultável pelo CPF, unificar prontuários em um aplicativo único e devolver à Secretaria Estadual um papel de coordenação que, no seu diagnóstico, se perdeu ao longo dos últimos anos17. Os dois programas falam em digitalização, em integração de dados entre unidades e em ampliação de acesso, mas o plano de Tarcísio tende a confiar mais em repasses financeiros como alavanca para quem já presta o serviço, uma lógica de incentivo de cima para baixo, enquanto o de Haddad confere maior peso a reorganizar, pelo próprio estado, o fluxo de informação e a regulação entre unidades que hoje pouco conversam entre si. Nenhum dos dois documentos diz, com a mesma precisão com que descreve o problema, quanto custará resolvê-lo. 

No terreno do trabalho, das mulheres e do cuidado é que aparecem as apostas mais reveladoras sobre o papel que cada campanha imagina para o Estado. O plano ampliado de Tarcísio criou um pacote para o que chama de mães empreendedoras, com linha de crédito específica, capacitação em horário compatível com a rotina de quem cuida de filhos e vouchers para creche, mas o próprio documento restringe esse voucher às cidades onde o acesso ao equipamento público é limitado18, um subsídio entregue diretamente à família para comprar a vaga no mercado. Haddad trata a autonomia feminina também pela chave da segurança, com delegacias de atendimento ampliadas e um sistema de alerta que aciona a polícia quando um agressor descumpre distância determinada pela Justiça19, mas seu plano de educação detalha um mecanismo diferente para a mesma escassez, convênios diretos do estado com creches privadas para atender a demanda represada, hoje estimada em cerca de 211 mil crianças sem vaga no estado, combinados com repasses aos municípios para a construção de novas unidades públicas20. Os dois projetos, portanto, admitem alguma forma de composição entre expansão pública e provisão não estatal diante da insuficiência imediata de vagas, mas desenham essa composição de maneiras distintas, um subsidia a demanda da família no mercado privado, o outro contrata diretamente instituições parceiras enquanto expande a rede própria. A diferença não é apenas de grau, é de quem assina o contrato e para quem vai o recurso público, a família ou a instituição prestadora. 

A infraestrutura é onde a linguagem dos dois planos mais se aproxima da vida cotidiana, e por isso merece atenção maior do que costuma receber. O governo de Tarcísio organiza sua carteira de obras em torno de uma frente que dá prioridade a projetos que liguem bairros periféricos a polos de emprego21, aplicável tanto a uma rodovia quanto a um centro de apoio a idosos ou a pessoas com autismo, segundo explicou a secretária responsável ao Estadão22. Haddad fala em algo parecido em outras palavras, quando descreve o tempo de deslocamento como tempo roubado da família, do estudo e do descanso23. Os dois candidatos, nesse ponto, parecem concordar que o problema não é apenas construir, é reduzir a distância física e temporal entre onde as pessoas moram e onde estão os serviços que sustentam a vida delas, a escola, o posto de saúde, o emprego. A diferença aparece no financiamento, o plano de Tarcísio detalha uma obra concreta e cara, o novo centro administrativo do estado nos Campos Elíseos, orçado em R$ 6 bilhões24, mas mantém em aberto o valor total do pacote de infraestrutura social, ainda que o próprio documento já cite a cifra de R$ 500 bilhões em investimentos previstos, sem detalhar a lista completa de obras correspondente25, cifra que já havia sido antecipada, na versão preliminar, à Folha de São Paulo26, enquanto Haddad amarra cada compromisso do seu programa a uma fonte identificada no orçamento, sem detalhar, contudo, valores específicos por obra. 

Sobre saneamento, o plano registrado por Tarcísio defende expressamente a privatização já feita da Sabesp e promete ampliar a tarifa social e antecipar a meta de universalização, sem prever novas concessões27. Haddad não repete no documento oficial a hipótese de reestatização da companhia. Em entrevistas concedidas à imprensa no mesmo mês, afirmou não descartá-la, mas reconheceu que o processo seria juridicamente complexo e demorado, e disse pretender, num primeiro momento, rever o contrato de concessão28. É uma diferença que vale registrar com precisão, o programa oficial de Haddad promete fiscalizar com rigor os contratos já firmados, não reestatizar a empresa, e é o programa, não a entrevista, que terá algum peso institucional caso ele seja eleito. 

Fica também a pergunta sobre quem cobra o cumprimento de tudo isso. O plano ampliado de Tarcísio traz metas específicas, como a cobertura vacinal de 95% em 80% dos municípios até 203029, mas não organiza essas metas em um painel único de acompanhamento público, ao contrário do que a prévia sintética inicial sugeria ao mencionar apenas eficiência de gastos e responsabilidade fiscal30. Haddad transformou a mensuração pública em promessa central de campanha, com um placar atualizado a cada três meses e responsáveis nomeados por resultado, começando pela segurança31. A existência de um indicador público não é garantia de que a meta será cumprida, mas ela desloca o problema, de uma promessa de campanha que só o eleitor pode cobrar daqui a quatro anos para um compromisso de transparência que, em tese, pode ser cobrado a cada trimestre. Essa diferença de desenho institucional talvez seja, das duas candidaturas, a que revela mais sobre a concepção de governo de cada uma. 

Do conjunto dessas escolhas emerge uma diferença de ênfase, não uma oposição fechada. Um dos projetos tende a atribuir maior peso à autonomia mediada por crédito, capacitação e reconhecimento de mérito individual, com o Estado funcionando como um sistema de incentivos que abre portas e espera que a pessoa as atravesse pelo próprio esforço. O outro tende a conferir maior peso à coordenação pública de redes, à padronização de metas e a pactos entre níveis de governo, ainda que os dois recorram, em graus variados, a mercado, iniciativa individual e cooperação municipal. 

O trabalho ocupa lugares distintos, mas não opostos, nessas duas ênfases. Onde um projeto fala mais em iniciativa individual e formalização de pequenos negócios, o outro fala mais em qualidade do emprego, remuneração e requalificação de quem já está empregado, mas ameaçado por automação e por transição ecológica. Em nenhum dos dois o trabalhador assalariado, aquele que depende de carteira assinada, direitos trabalhistas e negociação coletiva, ocupa posição equivalente à de protagonista central da prosperidade prometida. Um tende a dissolvê-lo na figura mais ampla do empreendedor, o outro o preserva como categoria distinta, mas o tema recebe pouca centralidade em ambos quando a pergunta é como, de fato, elevar salário e proteção num mercado que os dois reconhecem estar sendo transformado pela inteligência artificial. 

Estado, mercado, família e indivíduo aparecem, nos dois projetos, dividindo entre si a tarefa de sustentar a vida cotidiana das pessoas, mas a proporção dessa divisão muda conforme a necessidade em jogo. Diante da falta de cuidado no início da vida, um projeto tende a responder combinando subsídio à demanda e estímulo à iniciativa individual, o outro tende a responder com expansão pactuada da provisão pública, complementada, apenas enquanto durar a insuficiência, por contratação direta de instituições parceiras. Diante da falta de atendimento em saúde, um tende a confiar mais em repasse financeiro a quem já presta o serviço, o outro em coordenação direta da rede pelo próprio Estado, somada ao uso complementar de provedores privados. A família aparece, nos dois casos, como a instância que absorve o que sobra quando mercado e Estado não chegam a tempo. 

A ideia de universalidade também funciona de modos diferentes nos dois projetos. Um tende a organizar a ação pública em torno de quem mais precisa em cada momento, o que supõe critérios de seleção e prioridade territorial. O outro tende a organizar sua ação em torno de uma cobertura obrigatória de toda a rede, medida por um critério de aferição comum, o que supõe padronização e correção de desigualdade regional como ponto de partida. Nenhuma das duas lógicas é, em si, superior, mas escolher entre elas significa escolher também quem vai decidir, no dia a dia, quem é prioridade e quem pode esperar. 

Possuir formalmente um direito e conseguir exercê-lo no dia a dia são coisas diferentes, e é exatamente nessa distância que os dois programas mais se equivalem em suas lacunas. Ambos falam em ampliar acesso à saúde sem dizer quanto custará fazer isso de fato. Ambos falam em melhorar a educação sem detalhar como pretendem formar e reter professores em número suficiente. Ambos falam em reduzir desigualdade territorial sem comprometer, com a mesma precisão numérica usada para descrever o diagnóstico, o volume de recursos que corrigiria essa desigualdade dentro do prazo de um mandato. 

No fim, o que está em disputa em São Paulo não é apenas quem vai vencer a eleição de outubro, mas que tipo de mediação institucional vai existir entre a promessa escrita em um documento protocolado no TSE e a experiência de quem espera pela cirurgia, pelo cuidado que falta no início da vida, pelo ônibus, pela formação que prepara para o primeiro emprego. É essa mediação, muito mais do que qualquer slogan de campanha, que vai decidir se o próximo governo de São Paulo, seja de quem for, vai chegar até a vida das pessoas ou vai parar, mais uma vez, na porta de entrada. 

 

Esta análise considera os documentos programáticos e as reportagens publicamente disponíveis até 26 de agosto de 2026. Os documentos registrados pelas candidaturas de Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, assim como os de todos os demais candidatos ao pleito de 2026, podem ser consultados na íntegra no Portal de Dados Abertos do TSE; as propostas de educação de Haddad, posteriormente divulgadas pela própria candidatura em 22 de agosto, não integram esse documento inicialmente registrado, mas constam de publicação oficial da campanha.32 

 

Erik Chiconelli Gomes é doutor em História Econômica pela USP. Pós-doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito (FDUSP) e em Economia (IE/Unicamp). Coordenador Acadêmico da Escola Superior de Advocacia da OAB/SP. 

 

1TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO. Eleições 2026: DivulgaCandContas mostra dados sobre
candidaturas e gastos de campanha. TRE-SP, 15 ago. 2026. Disponível em: https://www.tresp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Agosto/eleicoes-2026-divulgacandcontas-mostra-dados-sobre-candidaturas-egastos-de-campanha. Acesso em: 22 ago. 2026.

2ND+. Plano de governo de Tarcísio tem 9 páginas; veja como é o dos outros favoritos. ND+, 14 ago. 2026.
Disponível em: https://ndmais.com.br/politica/plano-de-governo-tarcisio-eleicoes-2026-sao-paulo/. Acesso em: 21
ago. 2026.

3MANFREDINI, Beatriz. R$ 25 bi para clima, supercomputador e IA: mais detalhes do plano de Tarcísio. Jovem
Pan, 18 ago. 2026. Disponível em: https://jovempan.com.br/colunistas/beatriz-manfredini/r-25-bi-para-climasupercomputador-e-ia-mais-detalhes-do-plano-de-tarcisio/. Acesso em: 24 ago. 2026.

4CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS. Plano de Governo 2027–2030 — Trilha da Prosperidade. São Paulo, ago.
2026. Documento oficial de 68 páginas registrado junto à candidatura ao governo de São Paulo, protocolado no
Tribunal Superior Eleitoral (doc. nº 250017125598). Disponível em:
https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/250017125598 . Acesso em: 25 ago. 2026.

5FIUZA, Renan. Haddad foca plano de governo na segurança e aposta em IA, educação e saúde. CNN Brasil, 19
ago. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/haddad-foca-plano-de-governo-na-seguranca-eaposta-em-ia-educacao-e-saude/. Acesso em: 23 ago. 2026.

6Plano de educação de Haddad inclui valorização de professores e o dobro de vagas em tempo integral. Página
oficial da candidatura de Fernando Haddad, 22 ago. 2026. Disponível em: https://haddadoficial.com.br/plano-deeducacao-de-fernando-haddad/. Acesso em: 24 ago. 2026.

7CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

8ESTADÃO CONTEÚDO. Plano de Tarcísio prevê obra em periferias, escolas cívico-militares e crédito a mães.
InfoMoney, 17 ago. 2026. Disponível em: https://www.infomoney.com.br/politica/plano-de-tarcisio-preve-obra-emperiferias-escolas-civico-militares-e-credito-a-maes/. Acesso em: 26 ago. 2026.

9CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

10CAMPANHA FERNANDO HADDAD. Diretrizes do Programa de Governo 2027–2030. São Paulo, ago. 2026.
Documento registrado junto à candidatura ao governo de São Paulo. Disponível em:
https://dadosabertos.tse.jus.br/dataset/candidatos-2026/resource/c8f84a67-6683-4d69-b1b3-64c24d0c797b. Acesso em: 24 ago. 2026.

11INSTITUTO SOU DA PAZ. Onde Mora a Impunidade? 8ª edição — Porque o Brasil precisa de um Indicador
Nacional de Esclarecimento de Homicídios. São Paulo, 2025. O indicador calcula quantos homicídios ocorridos em
2023 tiveram ao menos um autor identificado até 2024; para São Paulo especificamente, o resultado de 31% foi o
menor da série histórica do estado, noticiado por CNN Brasil. Disponível em: https://lp.soudapaz.org/ondemora8.
Acesso em: 26 ago. 2026.

12CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4)

13FIUZA, Renan, op. cit. (nota 5).

14Plano de educação de Haddad inclui valorização de professores e o dobro de vagas em tempo integral, op. cit.
(nota 6).

15TAVARES, Fernanda. “Reindustrializar SP começa pela educação”, diz Haddad ao lançar plano. CNN Brasil, 22
ago. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/reindustrializar-sp-comeca-pela-educacao-dizhaddad-ao-lancar-plano/. Acesso em: 22 ago. 2026.

16CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

17FIUZA, Renan, op. cit. (nota 5).

18CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

19FIUZA, Renan, op. cit. (nota 5).

20Plano de educação de Haddad inclui valorização de professores e o dobro de vagas em tempo integral, op. cit.
(nota 6).

21CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

22ESTADÃO CONTEÚDO, op. cit. (nota 8).

23FIUZA, Renan, op. cit. (nota 5).

24CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

25CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

26RIBEIRO, Bruno. Plano de governo de Tarcísio destaca social em contraste com imagem de bolsonarista; conheça
propostas. Folha de S.Paulo, 18 ago. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/08/plano-degoverno-de-tarcisio-destaca-social-em-contraste-com-imagem-de-bolsonarista-conheca-propostas.shtml. Acesso em: 26 ago. 2026.

27CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

28CNN BRASIL. Eleições 2026: Haddad propõe criação de agência de combate a facções. CNN Brasil, 19 ago.
2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/eleicoes-2026-haddad-propoe-criacao-de-agencia-decombate-a-faccoes/. Acesso em: 25 ago. 2026.

29CAMPANHA TARCÍSIO DE FREITAS, op. cit. (nota 4).

30ND+, op. cit. (nota 2).

31FIUZA, Renan, op. cit. (nota 5)

32TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL. Portal de Dados Abertos do TSE — Candidatos 2026, proposta de
governo, São Paulo. Disponível em: https://dadosabertos.tse.jus.br/dataset/candidatos-2026/resource/c8f84a67-
6683-4d69-b1b3-64c24d0c797b. Acesso em: 26 ago. 2026.

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