As prioridades do Congresso quando o assunto é infância
O que o Congresso tem escolhido como prioridade quando crianças e adolescentes entram em pauta?

O que o Congresso tem escolhido como prioridade quando crianças e adolescentes entram em pauta?
O falso patriotismo que pede socorro ao império e o Estado que ainda disputa seu próprio território
Pela primeira vez, o debate deixou de ser “quem acompanhará Bolsonaro” para se tornar “quem poderá representar Bolsonaro”. É uma mudança silenciosa, mas profundamente reveladora
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/23, ao prever a autonomia financeira do Banco Central, introduz mudanças institucionais que extrapolam o debate sobre sua independência operacional e suscitam relevantes questionamentos de ordem monetária e fiscal. Embora apresentada como medida de aproximação às práticas adotadas por economias desenvolvidas, a proposta cria um modelo sem precedentes internacionais, especialmente ao permitir que o Banco Central retenha receitas de senhoriagem e disponha de orçamento próprio desvinculado do Tesouro Nacional
Os regimes democráticos, dominados por uma elite política e econômica, foram em geral incapazes de atender às necessidades da maioria da população, que se tornou presa fácil de fake news e do discurso religioso, principalmente evangélico
Até que ponto o Estado pode regular a metodologia de pesquisas sem comprometer a liberdade científica, a inovação metodológica e o próprio direito à informação?
No último mês, a agenda de campanha de Flávio em eventos evangélicos tem se intensificado. Registros compartilhados em suas redes sociais mostram o investimento em associações de sua imagem como homem de fé, que compartilha repertórios de uma experiência comunitária em igrejas
No último dia do mês que os colombianos retornaram às urnas para traduzir em voto as expectativas que seguem abertas
A conexão entre os achados de Loxton e a ciência do florescimento humano é uma interpretação pessoal e não uma conclusão estabelecida pela literatura acadêmica
A pobreza não é uma fatalidade histórica nem resultado inevitável da escassez. Ela é produzida por escolhas econômicas, políticas e institucionais
O problema deixa de ser ambiental e passa a ser constitucional. Até que ponto a administração pode agir com base em evidências produzidas por máquinas? Em que momento o dado geoespacial deixa de ser um indício e passa a produzir consequências jurídicas diretas?
A tensão entre a fé como experiência vivida e a fé como recurso político constitui o núcleo mais importante do debate que a Marcha para Jesus coloca para a democracia brasileira