Eleições, regimes e futuros possíveis
Estamos de fato diante da iminência de um novo regime em caso da vitória de um candidato diferente de Lula? Os indícios dados pelo governo Bolsonaro são centrais para uma resposta mais rigorosa

Estamos de fato diante da iminência de um novo regime em caso da vitória de um candidato diferente de Lula? Os indícios dados pelo governo Bolsonaro são centrais para uma resposta mais rigorosa
A eleição presidencial de 2027 na França terá como questão central não uma alternância de poder, mas uma possível ruptura. Mas qual? Para evitar aquela que seria provocada pela vitória da extrema direita, parte da esquerda mobiliza a sociedade contra o risco do fascismo e negligencia outra hipótese…
É imperativo para o Brasil que a verdade sobre a Lava Jato seja revelada, para que não se repita
Por que Minas Gerais, estado historicamente visto como um retrato político do Brasil, tantas vezes escolhe caminhos diferentes para presidente e governador?
Porque a democracia brasileira recorre ciclicamente a figuras que prometem a redenção “de fora”, e como o cinema ajuda a desmontar esse mecanismo de manutenção do status quo
Entre governos, fronteiras e disputas simbólicas, o Mundial de 2026 mostrou que o futebol nunca esteve fora da política, apenas escolheu quais manifestações considera aceitáveis
A mercadoria utilizou-se do comunismo como forma de desenvolver as sociedades agrárias russa e chinesa – os campônios se aliaram aos comunistas para se livrarem da exploração dos senhores de terra e, mais tarde, se deram conta de que foram traídos, que teriam que elevar ainda mais o seu excedente agrícola, de modo a alimentar “o desenvolvimento das forças produtivas”
O discurso de ódio, a perseguição às minorias e a banalização da violência deixam de ser desvios ocasionais para integrar estratégias permanentes de dominação política.
O que o Congresso tem escolhido como prioridade quando crianças e adolescentes entram em pauta?
O falso patriotismo que pede socorro ao império e o Estado que ainda disputa seu próprio território
Pela primeira vez, o debate deixou de ser “quem acompanhará Bolsonaro” para se tornar “quem poderá representar Bolsonaro”. É uma mudança silenciosa, mas profundamente reveladora
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/23, ao prever a autonomia financeira do Banco Central, introduz mudanças institucionais que extrapolam o debate sobre sua independência operacional e suscitam relevantes questionamentos de ordem monetária e fiscal. Embora apresentada como medida de aproximação às práticas adotadas por economias desenvolvidas, a proposta cria um modelo sem precedentes internacionais, especialmente ao permitir que o Banco Central retenha receitas de senhoriagem e disponha de orçamento próprio desvinculado do Tesouro Nacional