Quem decide quem pode disputar a presidência do Brasil?
Há uma mulher negra disputando as eleições de 2026, mas a mídia decidiu que ela não existe

Há uma mulher negra disputando as eleições de 2026, mas a mídia decidiu que ela não existe
Como o uso da imagem positiva dos esportes pode servir para esconder e desviar o foco de regimes autoritários, beligerantes, genocidas e orgulhosos violadores de direitos humanos, civis e políticos
Entre a crítica ao romantismo de esquerda e a potência das lutas territoriais, o embate entre Douglas Barros e Nego Bispo revela os impasses de pensar a transformação social fora ou dentro da modernidade
A ideia de que o Brasil vive uma polarização crescente tornou-se quase um lugar-comum no debate público
No Reino Unido, o poder também parece reservado à direita radical. O partido Reform UK, de Nigel Farage, está em alta. Quinze anos de austeridade e escândalos desacreditaram os conservadores. Dezoito meses de governo trabalhista enojaram o eleitorado. No entanto, certo entusiasmo em torno dos Verdes, agora liderados pelo “ecopopulista” Zack Polanski, sugere que a disputa ainda não está decidida
O descaso com que líderes ocidentais – franceses, em particular – tratam os processos eleitorais instruiu os chineses sobre as supostas virtudes da democracia liberal. Questionados sobre o assunto, muitos explicam que a melhor maneira de saber se um sistema político é bom consiste em observar se ele funciona ou não. Resta saber se a China “funciona” da mesma forma para todos…
As emendas parlamentares encaminham o ensino público superior para um modelo em que a universidade passa a depender cada vez mais da dinâmica política conjuntural do Congresso
Ao recorrer a uma encenação, o debate público é deslocado do campo argumentativo para o terreno da provocação
O ato do dia 1º de março não foi um ato gigante, mas foi emocionalmente intenso. Nas observações de protestos, também é significativo prestar atenção nos discursos e nos símbolos que ali circulam
O desafio da nossa geração está nítido: precisamos barrar o avanço da extrema direita e derrotar o fascismo no Brasil e no mundo
Derrotar a extrema-direita e avançar com a democracia brasileira
O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, decidiram, em editoriais publicados em 25 de fevereiro, enquadrar a mobilização indígena como “vandalismo”, “bandalheira”, “gritaria”, “chantagem”, “baderna”, “truculência”, “força bruta”, “radicalismo” e “obstáculo ao desenvolvimento”