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Anderson Antunes
5 de fevereiro de 2024 19:45

Em nome de uma “conservação “, colocam na miséria toda uma população, retiram a dignidade das pessoas por não terem direito ao básico.
Experimente estar em uma rodovia em que a lama impede o deslocamento, e não se tem outra opção de se locomover.
Todo mundo quer conservar, porém não se perguntam a que preço e quem deve pagar.

Benitis
6 de fevereiro de 2024 10:32

Quem escreve esses artigos são pessoas que não conhecem a Amazônia e muito menos a população que aqui vive. Essa região precisa de desenvolvimento e é totalmente possível fazer isso e ainda cuidar da natureza.
Deixe de hipocrisia e conversa fiada.
Não caiam nesses artigos bem escritos mas que são cheios de inverdades.

Marcos Antôno França de Oliveira
6 de fevereiro de 2024 20:23

Tem que acionar Ministério Pública Federal, o STF, O Minostrério do Meio Ambiente.

Mario cosmo corrêa
7 de fevereiro de 2024 01:02

Seja particular ou do governo, empreendimentos na Amazônia teria que passar pelo crivo de órgãos ambientais cpnvicentes, competentes, ou o que se faz é destruir em pouco tempo a vida

Olair Silva do Nascimento
7 de fevereiro de 2024 08:53

Será que perguntaram para as pessoas que aqui moram o que elas querem? Enquanto regiões como sul e sudeste se desenvolvem, o norte se encontra uns trinta anos de atraso em seu desenvolvimento. O problema não são as obras, os investimentos, os problemas estão na ausência de planejamento e execução efetiva das ações, que envoltas em corrupção, quando chega na Amazônia, já chega corrompida, não beneficiando quem deveria. Os povos tradicionais querem desenvolvimento, os ribeirinhos, os indígenas, o pequeno produtor rural estão a décadas esperando por benefícios prometidos que não chegam. O discurso ambientalista é bonito de se ver, mas na prática excludente e marginalizante.

Edilberto Sena
7 de fevereiro de 2024 08:59

Sou natural de Belterra, margem do rio Tapajós, vivo aqui e luto em defesa dos povos e natureza. Esse projeto Ferrogrão é mais uma submissão do governo Lula ao domínio do agro negócio. Não basta seis empresas exportadoras de grãos se instalarem em Miritituba para seus interesse sem se importar com os estragos e danos ambientais, inclusive agredindo o rio tapajós com seis grandes comboios tomando a navegação do rio constantemente. Temos que pressionar o governo lula a não se submeter a imposição do agronegócio. Já basta o que está feito de estragos. Ferrogrão é crime contra a Amazônia e seus povos. Forasteiros só pensam em seus lucros.

Luciene Silva
7 de fevereiro de 2024 13:47

Esses projetos pode sim causar um pouco de impacto no ecosistema. Mais vai trazer um grande impacto positivo na economia do país. Com a melhor escoação da agropecuária e da agroindústria, vai alavancar a economia, vai melhorar a vida dos moradores da região. Pois é o agro que sustenta este país, que gera renda pro governo. Ninguém vive sem o agro.

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