E agora vem Melania…

Diante do risco de suspensão dos pagamentos anunciado por Guterres, 150 dos 193 países anteciparam o pagamento de sua contribuição anual de 2026

Nova York, 2 de março de 2026. Altiva e concentrada, Melania Trump preside, em nome dos Estados Unidos, a reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas dedicada às crianças em tempos de guerra. Uma estreia para a esposa de um chefe de Estado em exercício. Porém, em um momento em que acabamos de saber da morte de várias dezenas de alunas em um bombardeio norte-americano perto de Teerã, a sessão ganha ares dignos do teatro do absurdo. Mesmo que a primeira-dama, conhecida por sua defesa das crianças ucranianas retidas na Rússia, cumpra sua missão com seriedade, alguns ousam o paralelo com o cavalo de Calígula: aquele que o imperador romano teria, segundo se diz, desejado nomear cônsul. Se esse episódio segue sem equivalente, os Estados Unidos recentemente passaram a mandar a alta hierarquia governamental às reuniões das Nações Unidas. “Seu embaixador oficial, Mike Waltz, é regularmente substituído por ‘nomes…

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