Guilhotina #26 – Leda Paulani
13 de junho de 2019
Bianca Pyl, Gabriela Bonin e Luís Brasilino recebem a economista Leda Paulani para uma entrevista sobre a conjuntura brasileira. Secretária Municipal de Planejamento de São Paulo entre 2013 e 2015, Leda é doutora em Economia pelo IPE-USP, professora titular do Departamento de Economia da FEA-USP e professora visitante da UFABC. Ela é autora de um dos artigos da última edição da revista Margem Esquerda (http://bit.ly/margem32), lançada neste dia 13 de junho pela Boitempo. Na conversa, falamos sobre a crise econômica atual com um olhar histórico, buscando suas origens na crise dos anos 1970, passando pelo avanço do neoliberalismo nos governos Collor e FHC, sua continuidade na gestão Lula, a recessão iniciada em 2015 e os remédios que vêm sendo administrados desde então, como austeridade, reforma trabalhista e PEC do teto de gastos. Por que eles não só não estão surtindo efeito, como estão aprofundando a debacle econômica? Além disso, o governo atual parece disposto a ir ainda mais fundo nesta direção, condicionando a recuperação à aprovação da reforma da Previdência, a qual, segundo Leda, teria zero impacto na crise atual.
Trilha: Cartola, “O mundo é um moinho”; e Zélia Duncan, “Imorais” (Zelia Duncan/Christiaan Oyens).
E-mail: [email protected].
Uma forma de apoiar o Le Monde Diplomatique é comprar livros na Boitempo através do link https://www.

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Bianca Pyl, Gabriela Bonin e Luís Brasilino recebem a economista Leda Paulani para uma entrevista sobre a conjuntura brasileira. Secretária Municipal de Planejamento de São Paulo entre 2013 e 2015, Leda é doutora em Economia pelo IPE-USP, professora titular do Departamento de Economia da FEA-USP e professora visitante da UFABC. Ela é autora de um dos artigos da última edição da revista Margem Esquerda (http://bit.ly/margem32), lançada neste dia 13 de junho pela Boitempo. Na conversa, falamos sobre a crise econômica atual com um olhar histórico, buscando suas origens na crise dos anos 1970, passando pelo avanço do neoliberalismo nos governos Collor e FHC, sua continuidade na gestão Lula, a recessão iniciada em 2015 e os remédios que vêm sendo administrados desde então, como austeridade, reforma trabalhista e PEC do teto de gastos. Por que eles não só não estão surtindo efeito, como estão aprofundando a debacle econômica? Além disso, o governo atual parece disposto a ir ainda mais fundo nesta direção, condicionando a recuperação à aprovação da reforma da Previdência, a qual, segundo Leda, teria zero impacto na crise atual.
Trilha: Cartola, “O mundo é um moinho”; e Zélia Duncan, “Imorais” (Zelia Duncan/Christiaan Oyens).
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