Guilhotina #153 – Rafael Domingos Oliveira
18 de fevereiro de 2022
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o historiador Rafael Domingos Oliveira, autor do livro “Vozes afro-atlânticas: autobiografias e memórias da escravidão e da liberdade”, lançado em 2022 pela editora Elefante. A obra lança mão de autobiografias escritas em inglês por pessoas escravizadas entre os séculos XVIII e XIX para analisar não só o cativeiro, mas também a liberdade e a resistência dos que sofreram com trabalhos forçados e tortura nas Américas, especialmente nos Estados Unidos. Conversamos sobre as condições que propiciaram a produção dessas obras, a recepção dos trabalhos na época, a ausência de obras similares no Brasil, o continente africano relatado nas autobiografias, a violência do rapto e da travessia do Atlântico, as diferentes formas de entender as noções de cativeiro e liberdade no período, a importância fundamental dessas obras e de seus autores na luta abolicionista e muito mais! Rafael é historiador e educador, doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo e mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo, foi professor da rede pública de ensino do estado de São Paulo e coordenador do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. É membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Afro-América (Nepafro) e coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal de São Paulo.
Ouça em seu player de preferência ou dê o play:
*Trilha: The Carolina Chocolate Drops, “Snowden’s Jig (Genuine Negro Jig)”; e Maria Bethânia, “Yá Yá Massemba” (Roberto Mendes e Capinam).
Leia mais sobre o tema:
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o historiador Rafael Domingos Oliveira, autor do livro “Vozes afro-atlânticas: autobiografias e memórias da escravidão e da liberdade”, lançado em 2022 pela editora Elefante. A obra lança mão de autobiografias escritas em inglês por pessoas escravizadas entre os séculos XVIII e XIX para analisar não só o cativeiro, mas também a liberdade e a resistência dos que sofreram com trabalhos forçados e tortura nas Américas, especialmente nos Estados Unidos. Conversamos sobre as condições que propiciaram a produção dessas obras, a recepção dos trabalhos na época, a ausência de obras similares no Brasil, o continente africano relatado nas autobiografias, a violência do rapto e da travessia do Atlântico, as diferentes formas de entender as noções de cativeiro e liberdade no período, a importância fundamental dessas obras e de seus autores na luta abolicionista e muito mais! Rafael é historiador e educador, doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo e mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo, foi professor da rede pública de ensino do estado de São Paulo e coordenador do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. É membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Afro-América (Nepafro) e coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal de São Paulo.
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*Trilha: The Carolina Chocolate Drops, “Snowden’s Jig (Genuine Negro Jig)”; e Maria Bethânia, “Yá Yá Massemba” (Roberto Mendes e Capinam).
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