Índia: muçulmanos contra os atentados - Le Monde Diplomatique

TERROR

Índia: muçulmanos contra os atentados

por Wendy Kristianasen
1 de janeiro de 2009
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A maioria das comunidades e lideranças islâmicas do país tem se mobilizado para acabar com o terrorismo.
Mas o verdadeiro perigo vem da miséria e do sentimento de injustiça: praticamente todos os 154 milhões de
muçulmanos que vivem na Índia continuam à margem do tão exaltado milagre econômicoWendy Kristianasen

Cerca de uma semana após os atentados
em Mumbai, o Partido do
Congresso, que dirige a coalizão
governamental na Índia, ganhou
as eleições parciais em três dos
cinco estados onde o pleito se realizava, entre
eles o da capital. Uma vitória que ninguém
esperava.

Depois de quatro anos no poder, o partido
governista parecia fragilizado pela crise
financeira e ridicularizado pelos acontecimentos
sangrentos de novembro. No
entanto, em 8 de dezembro ele superou o
partido nacionalista hindu, Bharatiya Janata
Party (BJP), em um dos estados mais
turísticos da Índia, o Rajastão. O BJP tinha
centrado sua campanha nas fraquezas do
poder central em relação ao terrorismo e
aos muçulmanos.

“O partido nacionalista hindu comprou
uma página inteira de propaganda nos jornais,
com a palavra ?terrorismo? em letras
enormes, cercada de manchas de sangue e o
slogan ?Votar no BJP é votar na segurança?”,
diz Javed Anand, escritor e militante muçulmano.
“Isso não funcionou. Muita gente, incluindo
nós, muçulmanos, está inquieta. Os
eleitores elegeram a eficácia – o famoso pão
com manteiga.”

De fato, os votos parecem ter sido pautados
por questões locais, como os preços
dos produtos alimentícios, o abastecimento
de água e a falta de empregos. Isso também
explica o sucesso do Bahujan Samaj
Party (BSP), partido dos dalit (sem casta, ou
“intocáveis”) que, em Nova Délhi, passou
de 5% em 2003 para 14% em 15 de dezembro
passado. O BSP foi fundado pela carismática
Kumari Mayawati, que se tornou
primeira-ministra do estado de Uttar Pradesh
após ter conseguido uma aliança inédita
entre dalit, hindus das classes superiores
e muçulmanos.

Ninguém pode dizer se esses resultados
se repetirão nas eleições gerais de 2009. A
constatação de que o BJP esgotou sua margem
de manobras é bastante acertada. E as
comunidades muçulmanas continuam inquietas,
em mobilização permanente.

Em 7 de dezembro, dez dias após os
atentados de Mumbai, mulahs, muftis e muçulmanos
comuns participaram, na cidade,
de um ato silencioso em memória das vítimas,
organizado par Javed Anand e seu grupo,
Muslims for Secular Democracy. Eles
também manifestaram sua indignação contra
o “desmoronamento de todo o sistema de
governança”, e condenaram a “totalidade
das organizações implicadas nos assassinatos
em massa”, o que inclui a Al-Qaeda, os
talebãs, os movimentos paquistaneses em
geral, principalmente Lashkar-e-Taiba, e alguns
grupos indianos locais. “Não em nosso
nome” [1], clamavam. Outros atos foram organizados
em Bangalore, Ahmedabad, Indore,
Hyderabad e Nova Délhi. As autoridades religiosas,
por sua vez, recusaram-se a enterrar
os novos kamikazes em um cemitério
muçulmano, argumentando que não eram
verdadeiros crentes.

É possível sentir
o crescimento da
“islamofobia”. Por isso,
o renomado centro de
estudos islâmicos Darul
Uloom emitiu uma
fatwa contra os atentados

Os atentados de Mumbai chamaram a
atenção do mundo inteiro porque mataram
ocidentais, ainda que a grande maioria das
163 vítimas seja indiana. Mas eles foram
apenas os últimos de uma série. Em 2008,
explosões fizeram mais de 200 mortos e cerca
de mil feridos, principalmente em Assam,
foco de um poderoso movimento separatista.
Também foram alvos: Nova Délhi (em 13
e 30 de setembro de 2008, com 19 pessoas assassinadas);
Malegaon [2] (29 de setembro,
cinco mortos); Ahmedabad (26 de julho, 49
mortos); Bangalore (25 de julho, dois mortos);
e Jaipur (13 de maio, 63 mortos). As suspeitas
recaem mais sobre grupos locais, o
Indian Mujahideen e o Students Islamic Movement
of India (SIMI), hoje ilegal, do que
sobre o Paquistão, o suspeito tradicional.

A mídia atiçou o clima de histeria: na ausência
de provas, todas as “informações
confidenciais” vindas da polícia ou dos serviços
secretos foram tomadas como verdade.
Personalidades muçulmanas e membros
da intelligentsia laica, tradicionalmente de
esquerda, admitiram sua inquietude frente
às prisões de centenas de muçulmanos e aos
relatórios sobre “confissões” extorquidas
sob tortura. Mais perturbador ainda para a
comunidade muçulmana é que os principais
suspeitos não são barbudos saídos das
escolas corânicas, mas pessoas que receberam
uma educação laica moderna.

“Nossos dirigentes são desonestos, há
uma crise de legitimidade”, explica Obaid
Siddiqui, muçulmano, professor especialista
em mídias da Universidade Jamia Millia
Islamia de Nova Délhi. “Além do mais, na Índia,
não há consenso político sobre questões
cruciais, como o terrorismo.”

Mas é possível sentir o crescimento de
uma “islamofobia” devastadora. Por isso, o
centro de estudos islâmicos Darul Uloom
de Deoband (Uttar Pradesh) emitiu, em fevereiro
de 2008, uma fatwa (advertência
religiosa) [3] contra o terrorismo, e organizou,
no dia 31 de maio, uma conferência reunindo
as principais organizações muçulmanas
em favor da medida.

Na comunidade muçulmana, o nome de
Deoband inspira medo e respeito. A maioria
dos sunitas indianos, majoritários no país,
segue seu ensinamento, como muitos no Paquistão
e no Ocidente.

O seminário Darul Uloom conta com
cerca de 3.500 estudantes, que ali permanecem
durante 13 anos. Cerca de 800 candidatos
são selecionados anualmente, entre 10
mil postulantes. O ensino é gratuito. Adil Siddiqui,
diretor de relações públicas, navega
em um labirinto de prédios até as cozinhas,
abertas, onde se mói o trigo. “Os agricultores
da região nos amam muito e dão trigo aos
meninos”, assegura. Os estudantes propagam
os ensinamentos de Darul Uloom em
toda a Índia, graças à vasta rede de escolas
que fundaram.

Segundo Adil Siddiqui, o seminário foi
equivocadamente acusado de manter relações
com Osama bin Laden e os talebãs após
11 de setembro de 2001. Fundada em 1866, a
escola, ao contrário, é respeitada por suas
posições moderadas. Seus mentores tiveram
um papel preponderante durante a Revolta
dos Cipaios, em 1857, contra o Império
Britânico [4]. E o seminário sempre defendeu a
democracia laica na Índia.

Os muftis tomaram outras medidas para
afirmar sua recusa à violência. Incentivado
pela Jamiat Ulema-e-Hind (JUH), uma
organização ligada à Deoband que conta
com 10 milhões de filiados, um “trem da
paz” embarcou, no dia 2 de novembro de
2008, mais de 6 mil muftis para Hyderabad,
onde era organizada uma conferência contra
o terrorismo. Uma nova fatwa proibindo
a violência em nome do Islã foi ratificada por
100 mil pessoas na sessão de encerramento.
O maulana Mahmood Madani, chefe do
JUH e membro da Câmara Alta do Parlamento
Indiano (Rajya Sabha), chamou a
atenção para o papel da “integração nacional,
necessária para enfrentar a alienação”.
Antes, ele já havia reconhecido que o JUH
deveria redobrar seus esforços para atingir a
juventude descontente e fazê-la compreender
que “o terrorismo não pode ser a jihad”.

Se a influência dos maulanas de Deoband
é preponderante nos meios religiosos e
entre as populações menos favorecidas, ela
é quase nula entre os jovens. Muitos muçulmanos
reclamam que os muftis não têm agido
o suficiente para favorecer as reformas da
Personal Law – código do estatuto pessoal
que permite que a lei islâmica seja aplicada
para todas as questões ligadas aos assuntos
familiares como divórcio, casamento e herança [5].
Muitas mulheres reivindicam mudanças,
pois os procedimentos de separação,
por exemplo, quase sempre dependem
unilateralmente dos homens [6].

Existem ainda duas outras esferas de influência,
frequentemente ligadas ao extremismo:
o Tablighi Jamaat e o Jamaat-e-Islami
Hind (JIH). Suspeito de extremismo no
exterior, o primeiro se apresenta, na Índia,
como uma influência puramente religiosa,
desinteressada da política. O segundo, que
constitui o ramo indiano do movimento islamita
radical fundado por Abul Ala Maududi
em 26 de agosto de 1941, no Paquistão,
não tem mais de 25 mil filiados, mas tem
grande presença na mídia e prestígio considerável
entre os islamitas.

Nos últimos tempos, o grupo moderou
seu discurso. Em outubro, redigiu sua própria
declaração contra a violência e, um mês
mais tarde, enviou duas caravanas da paz por
todo o país para “lutar contra o terrorismo”.

Mas o verdadeiro perigo vem da miséria
e do sentimento de injustiça, largamente
difundido na comunidade islâmica. De
fato, a maioria dos 154 milhões de muçulmanos
– 13,4% da população total, a principal
minoria do país – continua à margem
do tão exaltado “milagre indiano”. De acordo
com relatório do comitê presidido pelo
ministro da Justiça, Rajendra Sachar [7], as
populações muçulmanas “continuam atrás
na maioria dos indicadores de desenvolvimento
humano”. Comandado pelo próprio
governo, o estudo data de novembro de
2006 e, até agora, nenhuma de suas recomendações
foi aplicada.

Segundo esses dados oficiais, os muçulmanos
muito pobres seriam bem mais pobres
que os hindus pobres. Eles se situariam
no nível ou até mesmo abaixo dos dalit. Essa
miséria é flagrante na favela muçulmana de
Golibar, no leste de Mumbai, onde a população
vive em habitações minúsculas e improvisadas,
cujo primeiro patamar só é acessível
por uma escada. Ainda assim,
encontram-se aí associações de locatários,
postos improvisados que oferecem vacinas – inclusive contra tifóide e hepatite B – e cursos
gratuitos de inglês. Mesmo com parcos
benefícios, seus moradores permanecerem
acolhedores aos visitantes, contrariamente
aos de Mahim West. Nesse bairro, um pouco
mais longe e próximo do santuário de Baba
MakhdooIci, a pobreza é constante e a juventude,
hostil.

Os islâmicos são também os que têm
menos educação, de acordo com as conclusões
do comitê de Sachar. Um quarto da
população entre 6 e 14 anos nunca foi ou
abandonou a escola. A taxa de alfabetização
da comunidade é de 59%, contra 65%
em nível nacional, e apenas 4% de seus
membros estão nas melhores universidades.
Além disso, eles detêm somente 5% dos
postos governamentais.

Muitos exercem profissões de artesãos,
mas a globalização tem prejudicado cada
vez mais suas atividades. Quando conseguem
ascender socialmente, é graças a alguns
“dons” particulares, como os de Yusuf
Pathan, jogador de críquete da equipe nacional,
filho de um mulah. Ou ainda Sania
Mirza, única jogadora de tênis indiana a
participar de um torneio de Grand Slam.

Essa percepção é confirmada Humera
Ahmed, diretora dos serviços postais da cidade,
uma muçulmana crítica com seus
correligionários: ela acha os hindus tolerantes
e os islâmicos excludentes, “não
apenas em sua religião, mas também em
seu modo de vida”. Mas não deixa de reconhecer
que estes últimos sofrem discriminação:
“Teoricamente eu não poderia viver
no imóvel em que estou há 25 anos, pois ele
pertence a proprietários hindus. Entretanto,
meu estatuto social e o fato de que vivo
em uma cidade cosmopolita me permitem
escapar à ?bolha? comunitária.”

Jornalista hindu em Nova Délhi, Shoma
Chaudhury resume perfeitamente o problema:
“Nossas comunidades sempre viveram
em guetos, mas elas estão presentes em todos
os domínios da vida pública. As pessoas
vivem separadamente – mas lado a lado. Esse
equilíbrio hoje está ameaçado”. A família
Siddiqui ilustra essa evolução. Ela morava
no bairro muçulmano mais conhecido de
Délhi, Jamia Nagar, que reúne todas as classes
sociais. O que antes não passava de um
povoado, desenvolveu-se após a abertura da
célebre Universidade Jamia Millia, nos anos
1930. Próximo a belas casas em estilo colonial
e a apartamentos confortáveis, abre-se
um labirinto de ruelas sujas que abrigam
uma grande população de desafortunados.
Obaid Siddiqui se sentiu à vontade ali durante
muito tempo. Mas tudo ficou mais
complicado quando se casou com uma mulher
sikh praticante. E a situação piorou após
o nascimento de sua filha, criada de acordo
com os princípios da esposa.

Os 34 anos que
se seguiram à
independência tiveram
inúmeros episódios
violentos e traumáticos,
como os assassinatos de
Indira e Mahatma Gandhi

Então, apesar das duas horas de deslocamento
nos engarrafamentos e da forte poluição,
a família mudou para uma cidadesatélite
onde é possível viver anonimamente.
“Temos um motorista e nos acostumamos a
fazer o trajeto todos os dias”, explicam eles.
Sua casa fica em Vaishali, próxima de Ghaziabad
e a alguns quilômetros da fronteira
de Uttar Pradesh. Na vizinhança, há muitos
restaurantes da Pizza Hut e algumas unidades
do McDonald?s. Durante o Diwali (o ano
novo indiano), com uma auréola de guirlandas
de flores, luzes e música, a cidade fervilha
de compradores. Ainda que as pessoas
pensem duas vezes antes de comprar por ali,
tão vivas estão as lembranças dos ataques
que sacudiram o país todo ao longo de 2008.
Bem protegido atrás de cercas elétricas, o
imóvel dos Siddiqui é chique: possui piscina
e sala de ginástica. Apenas duas famílias entre
75 são muçulmanas.

Como explicar o mal-estar atual? Certamente
ódios profundos perduram entre
aqueles que viveram, em 1947, o trauma da
divisão do território, a independência e a
transferência de populações inteiras [8]. Desde
os anos 1920, com a subida do Rashtriya
Swayamsevak Sangh (RSS), a direita hindu
começou a promover a noção de rashtra (nação)
hindu, cujo passado glorioso teria sido
interrompido sob o reino mongol. Mas foi a
partir dos anos 1980 que a política nacionalista
do Bharatiya Janata Party (BJP) e de
seus aliados passou a marginalizar a comunidade
muçulmana.

Para Shoma Chaudhury, “as pessoas veem
a separação entre hindus e muçulmanos
como uma falha civilizatória. Durante um
tempo, os pais fundadores [Mohandas Karamchand
Gandhi e Jawarlal Nehru] contiveram
isso recorrendo à nobre retórica da
democracia”. Mas os 34 anos que se seguiram
à independência tiveram inúmeros episódios
violentos. E cabe citar o assassinato
de Mahatma Gandhi, em 30 de janeiro de
1948, por um ativista hindu, ou ainda o de
Indira Gandhi, em 31 de outubro de 1984,
por dois de seus guardas sikh.

Depois, nos anos 1980, a direita hindu
“adquiriu certa glória no momento em que o
Partido do Congresso [então no poder] perdia
a sua. Em 1992, a demolição da Mesquita
Babri, em Ayodhya, traumatizou a população
e provocou uma onda de violência em
toda a Índia [9]. Dez anos mais tarde, rebeliões
estouraram em Gujarat. O conflito da Caxemira
reforçou os temores: o BJP acusou os
muçulmanos de se colocarem ao lado do Paquistão.
E a Índia aquiesceu”.

Deixando cerca de 2 mil mortos [10], as rebeliões
de 2002 marcaram a memória coletiva.
Esses atos de violência foram orquestrados
pelos nacionalistas hindus, incluindo as
mais altas autoridades do Estado – destacadamente
o primeiro-ministro do Gujarat,
Narendra Modi, ainda no poder -, com a
cumplicidade da polícia. Muitas reportagens mostraram que essa caça aos muçulmanos
foi premeditada. Os culpados permaneceram
impunes e muitas famílias
islâmicas não tiveram autorização para voltar
a sua própria casa. Sophia Khan, fundadora
da organização não-governamental
Safar, esclarece que ainda hoje há 150 mil
mulheres deslocadas em razão da política
discriminatória das forças de segurança.

Para justificar seu ódio contra os muçulmanos,
o BJP maquia a história e esquece
que o Islã nasceu no século VII, graças a comerciantes
árabes que vieram à costa de
Malabar (Kerala). Os lugares de peregrinação
sufistas compartilharam santos e santuários
constituindo a rica cultura sincrética
da Índia, que perdura até hoje.

Em Mehrauli, ao sul de Délhi, o santuário
Hazrat Khwaja Qutabuddin Bakhtiyar
está sempre enfeitado de guirlandas com
flores amarelas. Dhasamuiv Verma, um velho
hindu originário das classes médias, conhece
bem o lugar: ele o frequentou todos os
dias, durante 26 anos, e agora vai lá quatro
vezes por semana. Segundo ele, alguns pobres
reunidos no santuário foram sempre
“mais ou menos” muçulmanos.

Do lado de fora, homens com o chapéu
tradicional sufista estão sentados no chão e
cantam qawwali hipnóticos (música religiosa)
acompanhados de tocadores de tabla e
de dholak (tambor). O ar está saturado de incenso.
Na saída, o mulah me assegura que
todos os pobres de Mehrauli – qualquer que
seja sua religião – vão ali pela comida. Ele
desfaz uma rixa iminente entre dois homens
que disputam as gorjetas pela guarda do calçado
deixado pelos peregrinos na entrada,
como é de costume.

A muitas centenas de quilômetros de lá,
Dharavi, a maior favela de Mumbai abriga
pelo men

Wendy Kristianasen é jornalista.



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