Quem paga a conta quando o voto vira mercadoria?
A persistente trajetória da corrupção eleitoral no Brasil revela como a compra e a venda de votos comprometem a legitimidade democrática desde o período colonial. Ao longo da história, a evolução das leis e dos sistemas de votação não foi suficiente para eliminar práticas como o clientelismo e o coronelismo, que ainda persistem por meio da exploração da vulnerabilidade socioeconômica da população

