Quando o Alzheimer não consegue apagar alguém
E presença, quando a memória começa a falhar, pode ser uma forma profunda de cuidado

E presença, quando a memória começa a falhar, pode ser uma forma profunda de cuidado
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, onde o sofrimento muitas vezes é silenciado ou institucionalizado, os cuidados paliativos despontam como uma resposta ética e humanista