Quando já não se trata de curar
Cuidar é um ato profundamente humano – e inevitavelmente político

Cuidar é um ato profundamente humano – e inevitavelmente político
Depois de tantas promessas frustradas de redenção da rede assistencial pública, a tendência de governantes tem sido delegar cada vez mais atribuições estatais à iniciativa privada. Essa inclinação privatizante não reverteu e nem sequer amenizou o quadro de dificuldades da população em utilizar os serviços de saúdeAna Maria Costa|Ligia Bahia|Mario Scheffer