Oh, Deus! Que beleza é a guerra…

Durante muito tempo, eles encarnaram o tipo humano mais desprezível que se possa imaginar: os traficantes de armas, que Bob Dylan considerava que não “valiam o sangue que corre em suas veias”. Hoje, a União Europeia os exalta como heróis do grande rearmamento moral e militar. Esse mórbido entusiasmo também se espalha pelo setor financeiro, no qual o Estado incentiva os investimentos armamentistas