Pequim usa as finanças para atacar Washington
A entrada da China na Organização Mundial do Comércio, em 2001, foi facilitada pela esperança dos Estados Unidos de que a liberalização econômica do país levaria à “abertura política”. Vinte anos depois, é exatamente o contrário: a desregulamentação serve a Pequim, que se apoia nas transnacionais norte-americanas para se opor às tendências protecionistas da Casa Branca

