O caso da responsabilização das plataformas digitais no Brasil e Nova Zelândia
Com a crescente atenção global voltada para as manobras das superpotências, as nações situadas nas periferias do poder precisam se esforçar ainda mais para fazer suas vozes serem ouvidas. Diante do controle cada vez maior dessas empresas sobre o fluxo de informações, é possível confiar que elas servirão aos interesses de nossas democracias — ou mesmo que permitirão espaço para debates públicos que se afastem da perspectiva de Washington?

