Soft power: maquiando a realidade
Quando foi que os Estados Unidos abandonaram seu “hard power” considerando as guerras, invasões e golpes de Estado que eles perpetraram desde o final do século XIX até hoje?

Quando foi que os Estados Unidos abandonaram seu “hard power” considerando as guerras, invasões e golpes de Estado que eles perpetraram desde o final do século XIX até hoje?
Com foco no público infantil, Guerreiras do K-Pop não aborda diretamente a questão da desigualdade na Coreia do Sul, mas apresenta críticas às pressões que a sociedade impõe às celebridades do cenário do K-Pop
“O presidente Donald Trump não entende o soft power”, lamentou recentemente Joseph Nye, criador da noção de “poder suave”. Essa capacidade de influência, sobretudo cultural, que os Estados Unidos usariam para subjugar o mundo também seduziu muitos intelectuais. Seu sucesso se deve, em grande parte, ao fato de cobrir com uma luva de veludo o punho de aço da coerção
No momento em que iniciamos o novo governo, é única a oportunidade para que a rica e plural cultura brasileira desempenhe por meio de políticas públicas, articuladas a nível internacional, seu papel como expressão da Diversidade Cultural, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável do país
Em meio ao self service de (des)informação de guerras híbridas, na qual pode-se escolher qual versão dos fatos compartilhar, milhões de usuários nas redes sociais são utilizados como peso narrativo pelo soft power e fortalecem instrumentos de pressão e propaganda de potências globais
Enquanto toda a tensão geopolítica e comercial da China e EUA se desdobram, Tik Tok e Instagram permanecem como canais para a construção e disputa de narrativas no cotidiano das sociedades ao redor do mundo.