EDUCAÇÃO

Mal-estar docente: 12 pontos sobre o pessimismo

Cabe exclamar ao leitor e a leitora que não houve prazer na prescrita. E, portanto, trata-se do pessimismo da razão

Qualquer pesquisa rápida no Google com a expressão “professores afastados” nos explicita a atual precariedade para a reprodução social e material dos-as docentes brasileiros-as. Podemos tomar como exemplo os-as professores-as da rede estadual de São Paulo que atuaram na cidade Campinas ao longo de 2014 e 2024[1], onde 12,8 mil se afastaram por problemas psicológicos no período discriminado; ou os-as 112 docentes que se distanciaram do cotidiano escolar por dia em São Paulo[2] ao longo de 2022 sob a mesma razão. Ou as 2.653 licenças médicas na rede estadual de educação do Rio de Janeiro entre janeiro e julho de 2018[3]. São inúmeros os exemplos. As causas são óbvias, sob minha ótica. Mas cabe pontuar algumas.

Crédito: Antônio Cruz/Agência Brasil

1) Esforço docente – de acordo com os dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os-as docentes brasileiros-as trabalharam 94 horas a mais que a média dos-as professores-as dos países pertencentes à organização ao longo de 2023. Além disso, e tomando o Ensino Médio como exemplo no mesmo ano, 60,6% dos-as mestres-as lecionaram acima do quarto nível de esforço – considerado elevado – de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP)[4], sendo que 5,9% para mais de 400 alunos, em três turnos, duas ou três escolas, e em duas ou três etapas da Educação Básica. Cabe mencionar ao leitor que preparamos aulas, avaliações, planos de aula e planos de curso, além de participarmos de reuniões, formações continuadas, etc.

2) Alunos por turma – soma-se ao exposto acima a quantidade de estudantes por turma, tomando o ano de 2023 como referência. A média da OCDE para a mesma etapa de ensino discriminada acima alcançou 13 discentes por sala de aula[5], enquanto no Brasil o dado médio foi de 28,7, sendo 30,4 na rede federal, 29 nas escolas estaduais, e 27 nos espaços formativos privados. Entre outros termos, além de trabalhar mais que a média dos-as docentes pertencentes aos países da OCDE, lecionam para turmas mais cheias – o que impede, por razões óbvias, a melhoria qualitativa destinada à relação ensino-aprendizagem.

3) Regularidade docente – Trabalhando com elevado esforçoem salas de aula com número significativo de estudantes, o-a professor-a brasileiro-a esteve no nível médio-baixo em conformidade à regularidade em escolas, o que significa elevada transitoriedade provocada ora por melhoria das condições materiais-imateriais de trabalho como deslocamento, salário, etc., ora pelo encerramento de-da associação. Em sua totalidade, apenas 13,8% dos-as docentes em nosso país, ao longo do ano de 2023, estiveram no mesmo espaço escolar acima de quatro anos – considerado ideal pela OCDE pela própria razão do vínculo e do processo de identificação docente-escola –, e 45,7% entre três e quatro anos – nível médio-alto. Ressalvamos que este dado apresenta evolução ao longo da última década – em 2013, 13,9% dos-as docentes permaneciam um ano apenas nas escolas, enquanto em 2023 houve subtração para 8,7%. Em suma, o óbvio: “A alta rotatividade de professores nas escolas pode afetar o estabelecimento de vínculo com a escola e alunos, pois um professor que permanece pouco tempo na escola tem menos condições para identificar situações específicas dos alunos e da comunidade atendida pela escola, de dar continuidade a planejamentos, nem de contribuir na resolução de eventuais problemas pelos quais a escola esteja passando” (INEP, 2015, p. 5)[6].

4) Formas de contratação – Acredita-se, em parte, que a baixa regularidade possa ocorrer em virtude das novas formas de contratação dos-as professores-as; sendo que a razão permeia, em sua essência, sobre a redução dos custos tanto na esfera pública, quando no âmbito privado. Isto pode ser explicado pela ascensão dos professores-as temporários, eventuais-‘uberizados’[7] e ‘pejotizados’ no Brasil, no qual tomaremos apenas a forma temporária-estável para comprovação – no caso do Ensino Médio a tendência é a superação dos-as docentes temporários frente os-as estáveis-concursados, que representa uma das principais faces para a intensificação da precariedade material.

Tabela 1 – Evolução das formas de contratação dos-as docentes do Ensino Médio no Brasil – 2011-2023.

Ano Concursado/efetivo/estável Contrato Temporário
Total Federal Estadual Municipal Total Federal Estadual Municipal
2011  274.194  10.897  259.125  5.261  116.533  1.835  113.405  1.438
2012  294.178  13.212  277.294  4.803  124.566  2.207  121.200  1.290
2013  301.996  14.490  284.351  4.262  127.258  2.657  123.620  1.111
2014  309.603  15.640  291.254  3.732  133.862  3.149  129.806  1.067
2015  304.641  17.903  284.174  3.525  145.863  3.105  141.992  961
2016  299.136  20.528  276.087  3.409  145.438  2.998  141.760  837
2017  294.633  22.498  269.706  3.188  137.104  3.195  133.225  843
2018  277.712  23.927  251.731  2.683  149.825  3.451  145.835  672
2019  274.280  25.105  247.136  2.603  148.011  3.492  143.999  637
2021 255.543 25.812 227.641 2.573 174.299 3.002 170.916 535
2022 247.679 25.870 219.894 2.330 221.026 3.461 216.741 1029
2023 235.716 26.390 207.393 2.290 217.562 3.905 212.945 943

Fonte: INEP (2024).

5) Remuneração – Em outro momento apresentei neste periódico elementos para reiterar que para além da baixa remuneração mensal entre os-as docentes em comparação aos demais profissionais formados no Ensino Superior, há dissimetrias entre homens-mulheres-brancos-negros[1]. Indo em um fator não apresentado, que se remete à precariedade óbvia, podemos ir além para um fato “interessante”. Os melhores rendimentos dos-as professores-as brasileiros-as se situaram no sistema federal de ensino, mensurado em 2020, no total de R$ 12.977,57[2] em uma média padronizada para 40 horas de trabalho – aproximadamente o triplo do rendimento dos-as docentes que atuaram nos sistemas de ensino público municipal e estadual, e próximo ao quádruplo quando comparados ao salário mensal da rede privada. A rede federal é responsável por 0,8% das matrículas em nosso país. Porém, quando comparamos o melhor salário no Brasil com a média salarial INICIAL dos-as docentes dos países pertencentes à OCDE no mesmo ano – 2020 –, contabilizado em 35,6 mil dólares anuais[3], chegamos a seguinte conclusão. Tomando a cotação do dólar em R$ 5,18, os melhores salários do Brasil em 2020 estavam aquém da média salarial mensal inicial dos países da organização acima citada em aproximadamente 5,5 mil dólares por ano.

6) Polivalência e flexibilidade – Além das atividades voltadas para a relação ensino-aprendizagem, os-as docentes atuam em diferentes cargos de gestão, em funções de mediação escolar de todo tipo – da violência cotidiana ao atendimento de pessoas com deficiência –, constantemente em seus domicílios para o preparo das atividades didático-pedagógicas, e lecionando disciplinas diferentes da sua formação. No primeiro momento podemos afirmar, com base nos dados do INEP[4], que todas as disciplinas escolares são lecionadas por docentes com formação diferente da que fora formados-as no Brasil, sendo o pior quantum verificado para o componente curricular Sociologia – ministrada por apenas 36,9% de docentes adequadamente formado. Ou seja, além das aulas na mesma disciplina, grande soma dos-as professores-as em nosso país estão ministrando outras no qual não tem formação adequada; além de nos afirmar com tranquilidade a enorme carência, o que piora com a Reforma do Ensino Médio diante da pergunta óbvia: quem foi formado para lecionar RPG ou Projeto de Vida? Em suma, troca-se o conhecimento científico acumulado durante séculos pela humanidade por elementos cognitivo-procedimentais de caráter tácito-operacional. Portanto, a discussão sobre o ‘notório saber’ cabe desde a origem da escola, e não apenas na Reforma do Ensino Médio – que amplia o dilema.

7) Estrutura das escolas – Tudo isto ocorre em meio a espaços escolares com particularidades estruturais diferenciadas. De acordo com os dados do INEP,[5] tomando 2023 como referência, 5% das escolas públicas brasileiras não tinha esgoto, e 28% não tinham água tratada. Caso o-a professor-a queira reproduzir suas provas em cópias, isto seria impossível em 68% das escolas públicas em nosso país, assim como projetar suas aulas em aparelhos data-show, pois apenas 15% das unidades escolares do mesmo sistema de ensino dispõem desse aparelho. O boom dos megaeventos esportivos pouco almejou as escolas, pois apenas 36% destas de cunho público possuem quadra de esportes. Mesmo em tempos de ‘louvor’ às novas tecnologias e à internet, 70% das escolas públicas não têm espaços de informática, e 25% sem rede banda larga. E se formos mencionar espaços de leitura, 68% das unidades escolares públicas não dispõem de biblioteca, e 76% não possuem salas de leitura. Por fim, caso o docente queira um espaço mais apropriado, como a sala de professores, não encontrará em 38% das escolas públicas no Brasil. Fato não só pertinente ao sistema público de ensino, pois a rede privada também tem suas carências – e muitas.

8) Ofensiva gerencial e o controle-regulação-responsabilização do trabalho docente – dentro deste cenário, a agenda para a gestão dos sistemas de ensino materializa sobre o cotidiano escolas as métricas corporativas para o incremento da qualidade educacional. O que está ocorrendo se assemelha ao pensamento mercantil de face escabrosa, partindo do principal que o permanente-fixo está “pronto” – mesmo que comprovadamente precário – por meio do currículo, do financiamento, das diretrizes para a formação de professores, dos materiais didáticos como o livro didático, etc., cabendo à variável a execução apenas.

E como fazer? Simples. Implementa-se uma série de avaliações verticais que espelha, em conjunto com o indicador de fluxo escolar, métricas quantitativas – estamos nos referindo tanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, quanto o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) – para mensuração da aplicabilidade do currículo prescrito e do “sucesso escolar”, que solapa a autonomia docente para a relação ensino-aprendizagem interessada em dados. Isto abre um flanco para múltiplas assessorias de cunho institucional por meio das parcerias público-privadas, quanto para a remuneração variável – pois o alcance da meta equivale um salário a mais na maioria dos casos, como o Acordo de Resultados estabelecido pela Secretaria Municipal de Educação da cidade do Rio de Janeiro[6].

E os estudantes com distorção idade-série, que foram reprovados muitas vezes? Somente incluir nos programas e projetos de aceleração da aprendizagem. Além de elevar a certificação ‘vazia’, não “computam” para o Indicador de Desempenho do IDEB, além de mais uma porta para a inserção de pacotes educacionais – cheios de exemplo por aí, como o Acelera Brasil que ocorre em diferentes estados e prefeituras, como no Rio Grande do Sul, capitaneados pelo Instituto Ayrton Senna – acelera![7]

E Para onde querem ir com isso? Hipoteticamente alcançar a voucherização (Friedman, 2014), que seria o repasse financeiro do Estado para as famílias-estudantes se matricularem nas escolas com diferentes valores agregados, resultantes dos indicadores mencionados. Quanto pior a escola, menor o valor – assim como o salário dos docentes –, e quanto melhor a escola, maior o valor – cabe a complementação, quando necessário, dos pais – fato que ocorreu ao longo do governo Bush por meio do programa No Child Left Behind (Ravitch, 2011). Nada mais neoliberal. Lembro-me das tardes assistindo Todo mundo odeia o Chris. 

9) Ofensiva ideológica-criminalizante – Além do trabalho regulado, amplia-se o controle dos conteúdos e sua abordagem em sala de aula. Destaco aqui as ações capitaneadas pelo Movimento Escola sem Partido, que representa uma das frações do que se categoriza como “Nova Direita”, para a supressão das concepções críticas da realidade concreta no chão da escola, atuando por meio de uma rede complexa em dias de ofensiva neotecnicista-anticientífica – já paramos para ver debates sobre “terra plana” – para a aniquilação da autonomia docente em prol de conteúdos de cunho ético-morais conservadores, que além de jogar por terra o confronto de visões de mundo, concepções científicas, métodos pedagógicos, etc., para a formação de consumidores materiais-imateriais, estimulam alunos e pais a se tornarem delatores.

10) A ampliação do trabalho pós-pandemia – Ao longo do período de isolamento social, diferentes estratégias foram tomadas para a continuidade das atividades escolares. Dentre tantas, uma se calibrou como modo efetivo de comunicação entre os-as docentes e as escolas por meio de respostas instantâneas – o WhatsApp por exemplo. Em pesquisa realizada por Silvestre, Figueiredo Filho e Silva (2023)[8], 80,2% dos-as professores-as entrevistados-as responderam que a jornada de trabalho ampliou no tempo pandêmico, ressaltando principalmente o aumento das demandas e suas resoluções em tempo imediato. Estas, por sua vez, permaneceram no cotidiano dos trabalhadores em sua totalidade, e também entre os-as docentes. Acresço ao tempo relativo – atendido instantaneamente pelo meio virtual –, o aumento do tempo bruto diante da ampliação da carga horária letiva dos professores da rede pública municipal do Rio de Janeiro,[9] por meio da Lei Complementar nº 276, de 26 de dezembro de 2024[10] – ótimo presente de férias e Natal –, que solapou parte das férias e ampliou mais seis tempos de aula por docente no regime de 40 horas – contabilização da hora-aula por hora cronometrada. O que, infelizmente, tende a se tornar uma tendência, pois a ampliação da carga horária tende a redução da demanda em tempos de carência. Aliás, outra tendência em curso advém do Método de Stallings[11], que se constitui em uma metodologia contábil do tempo destinado às atividades pedagógicas em sala de aula, atribuindo a relação entre os melhores indicadores e este fato – que destitui de qualquer análise os fatores endógenos e exógenos da realidade escolar e desumaniza o processo de ensino-aprendizagem.

11) A violência escolar – Nos últimos dias, uma professora dos Anos Finais do Ensino Fundamental foi esfaqueada em Caxias do Sul (RS)[12]. Em recente pesquisa[13], evidenciou-se que 7 entre 10 docentes notaram a ascensão da violência escolar protagonizada pelos-as estudantes, sentido também em outros países do mundo, assim como quase metade dos-as professores-as já relataram ter sofrido algum tipo de violência.

“As violências mais relatadas são agressão verbal (46,2%), intimidação (23,1%) e assédio moral (17,1%). São citados também racismo e injúria racial, violência de gênero e até mesmo ameaças de agressão e de morte. A violência é praticada principalmente por alunos (44,3%), alunos e responsáveis (23%) e funcionários da escola (16,1%)”[14] (Agência Brasil, 2024, s. p.).

 

Além destas, e dentre tantas formas de violência, cresce o número de professores que respondem a sindicâncias na rede estadual do Rio de Janeiro, com o espantoso número de 1.020 entre janeiro de 2020 a maio de 2024[15], com o pico ao longo do ano de 2022 – ano eleitoral.

12) ‘Adulti-idosificação’ do magistério – Em consequência de tais fatos, e também por outros, está ocorrendo a retração de jovens na carreira do magistério, associado à ampliação de adultos e idosos – como um intercâmbio, pois houve na última década acréscimo de aproximadamente 350 mil professores-as na Educação Básica. Acreditamos que isto tem por razões a condição material-imaterial do trabalho docente – fato inegável e que estou expondo aqui. Mas, ao mesmo tempo, há em curso uma difícil inserção dos recém-formados nos sistemas de ensino por razão da retração dos concursos e das atuais formas de contratação – por meio de processos seletivos que pontuam de forma significativa o tempo de trabalho, basta ver o ano de nascimento no resultado dos concursos, mesmo que escassos. Acresço a esta hipótese o quantitativo de professores jovens, em diferentes campos científico-disciplinares, observados no aplicativo Superprof. Ou seja, também estão em trabalhos precários e intermitentes no início da carreira.

Tabela 2 – Quantidade de docentes do gênero feminino no Brasil de acordo com a faixa etária 2014-2023.

  Total Até 24 anos De 25 a 29 anos De 30 a 39 anos De 40 a 49 anos De 50 a 54 anos De 55 a 59 anos 60 anos ou mais
2014 1.750.390 92.754 209.876 613.729 541.282 167.373 81.599 43.777
2015 1.751.189 82.804 197.444 609.712 548.587 179.253 86.792 46.597
2016 1.758.945 75.672 186.150 607.084 558.820 189.290 92.035 49.894
2017 1.753.047 70.617 173.454 594.012 567.749 196.568 97.266 53.381
2018 1.780.000 68.471 167.110 588.685 588.128 203.937 105.967 57.702
2019 1.761.999 61.598 155.475 568.688 595.502 205.191 113.857 61.688
2020 1.738.512 53.351 144.794 539.763 604.443 207.125 122.641 66.395
2021 1.737.166 51.716 136.650 513.343 615.607 214.507 133.070 72.273
2022  1.834.295  63.237  152.319  522.480  645.619  224.674  144.534  81.432
2023  1.871.210  62.106  158.172  515.220  661.218  232.253  151.543  90.698

Fonte: INEP (2024).

Poderíamos mencionar outros pontos, e especificar em diferentes escalas os fatos até aqui “ponderados”. Fica para outro momento. O que cabe como consideração final é que, até o presente momento, não há uma iniciativa.

 

Rodrigo Coutinho Andrade é professor do Departamento de Geografia do IM-UFRRJ, do Programa de Pós-Graduação em Geografia da FFP-UERJ, e do Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares da UFRRJ, e membro do GTPS-UFRRJ e da AGB-Niterói.

 

Referências

INEP. Nota Técnica CGCQTI/DEED/INEP nº 11/2015. Brasília: INEP, 2015.

INEP. Censo Escolar – 2023. Brasília: INEP, 2024.

RAVITCH, Diane. Vida e morte do grande sistema escolar americano: como os testes padronizados e o modelo de mercado ameaçam a educação. Porto Alegre: Editoria Sulina, 2011.

[1]     https://diplomatique.org.br/precariedade-docente-remuneracao-e-racismo-estrutural/

[2]     https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/indicadores-educacionais/remuneracao-media-dos-docentes

[3]     https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/indicadores-educacionais/remuneracao-media-dos-docentes

[4]    https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/estatisticas_e_indicadores/resumo_tecnico_censo_escolar_2023.pdf

[5]     https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar/resultados

[6]     https://educacao.prefeitura.rio/acordo-de-resultados-2023/

[7]     https://educacao.rs.gov.br/professores-do-programa-acelera-brasil-recebem-formacao

[8]     https://www.scielo.br/j/rbedu/a/F8nbHV9P9VzQcD6pTFfH8YQ/?format=pdf&lang=pt

[9]     https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/12/27/paes-sanciona-lei-da-nova-carga-horaria-para-professores-municipais.ghtml

[10] https://aplicnt.camara.rj.gov.br/APL/Legislativos/contlei.nsf/66ff1c35b8d68ddd032578690069dda8/96e3ec2c61a5a38c03258bff0065e54c?OpenDocument

[11]   https://www.worldbank.org/content/dam/Worldbank/Highlights%20&%20Features/lac/LC5/Portuguese-excellent-teachers-report.pdf

[12]   https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/04/02/ela-esta-inconformada-diz-diretor-sobre-professora-esfaqueada-por-alunos-do-7o-ano-em-caxias-do-sul.ghtml

[13]   https://www.semesp.org.br/imprensa/metade-dos-professores-ja-sofreu-algum-tipo-de-violencia-no-brasil/

[14]   https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-05/oito-em-cada-dez-professores-ja-pensaram-em-desistir-da-carreira

[15]   https://onveuff.com/wp-content/uploads/2024/07/Relatorio_GT_Contra_Perseguicao-Politica_05_07_2024.pdf

[1]     https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2025/03/26/rede-estadual-de-campinas-tem-128-mil-afastamento-de-professores-por-problemas-de-saude-mental-em-10-anos.ghtml

[2]     https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2023/09/05/112-professores-sao-afastados-por-dia-em-sp-por-problemas-de-saude-mental-aumento-de-15percent-em-2023.ghtml

[3]     https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/09/25/metade-dos-professores-afastados-na-rede-estadual-do-rj-pediu-licenca-por-problemas-psiquiatricos.ghtml

[4]     https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/indicadores-educacionais/esforco-docente

[5]     https://www.oecd.org/en/publications/education-at-a-glance-2024_c00cad36-en.html

[6] https://download.inep.gov.br/informacoes_estatisticas/indicadores_educacionais/2014/docente_regularidade_vinculo/nota_tecnica_indicador_regularidade_2015.pdf

[7]VENCO, Selma. Uberização do trabalho: um fenômeno de tipo novo entre os docentes de São Paulo, Brasil?. Cadernos de Saúde Pública, v. 35, n. Suppl 1, p. e00207317, 2019.

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