O PERCURSO DOS ALIMENTOS NO SISTEMA AGROALIMENTAR

Combate ao desperdício e a perda de alimentos nas cidades

O desperdício de alimentos representa uma contradição social, ambiental e econômica

A mandioca atravessa algumas etapas no sistema agroalimentar, desde o cultivo realizado pela agricultora até sua chegada aos espaços de comercialização. Nesse percurso, a raiz passa pela produção, colheita, transporte, possível processamento e venda em feiras, varejões ou mercados. Em cada uma dessas etapas podem ocorrer perdas, seja no campo, por fatores climáticos, dificuldades produtivas e manejo, seja no transporte e na comercialização, em razão da perecibilidade do produto, das condições logísticas e dos critérios de qualidade adotados para a venda. Assim, acompanhar o percurso da mandioca permite compreender como as perdas de alimentos se distribuem ao longo do sistema agroalimentar.

As perdas de alimentos ao longo da cadeia produtiva predominam nos países em desenvolvimento, estando associadas a deficiências nos processos de colheita e pós-colheita, nas embalagens, na logística, na infraestrutura, nos mecanismos de mercado e nos marcos regulatórios e institucionais[1]. Mas o que são as perdas de alimentos? rata-se de alimentos ou commodities comestíveis, destinados ao consumo humano ou animal, que, direta ou indiretamente, saem completamente da cadeia de produção e não voltam a ser utilizadas de outra forma[2]. A exemplo da mandioca, as perdas no processamento dela congelada, tais como casca, entrecasca e pontas variam de 25% a 30% do peso total das raízes[3].

Já o desperdício pode ser definido como perdas de alimentos ocorridas ao final da cadeia alimentar (varejo e consumo final), em virtude de comportamentos adotados em estabelecimentos varejistas, restaurantes e domicílios; por isso tem maior prevalência nos países ditos desenvolvidos, já que as perdas de alimentos estão mais relacionadas ao comportamento dos consumidores e à falta de coordenação entre os diferentes atores das cadeias produtivas[4]. Embora haja essa diferenciação na teoria, há uma grande problemática em mensurar os dados sobre perdas e desperdícios de alimentos, a variação entre diferentes regiões sobre a tipologia de classificação, podendo ser baseada em costumes e culturas alimentares, entre outros, além disso, a quantidade de atores ao longo da cadeia faz com que o registro de informações seja mais difícil. Devido a isso, as informações disponíveis sobre perda e desperdício de alimentos nem sempre refletem a realidade, na maioria dos casos com subnotificação do quantitativo.

Para a Câmara Interministerial/Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN[5], a ineficiência do sistema agroalimentar no que diz respeito às perdas e desperdícios se reflete na redução da disponibilidade mundial e local de alimentos; repercutem negativamente no acesso dos consumidores, em virtude do aumento nos preços dos alimentos, e nos ganhos econômicos dos atores das cadeias alimentares; produzem um efeito negativo a longo prazo, devido a utilização insustentável dos recursos naturais, impactando a Segurança Alimentar e Nutricional das futuras gerações, com consumo inútil de terra, água, energia e insumos; e emissão desnecessária de gases de efeito estufa com geração de custos significativos – mas nem sempre calculados – para a sociedade.

Ao situar a perda e o desperdício de alimentos nas cidades, pode-se falar que o descarte inadequado de resíduos representa um desafio crescente nos centros urbanos, especialmente em relação aos resíduos orgânicos. Ao mesmo tempo, o desperdício de alimentos representa uma contradição social, ambiental e econômica, em um contexto no qual há falta de acesso regular a alimentos.

As cidades, mesmo que afetadas indiretamente pelas ações do sistema de produção vigente, ainda sofrem com evento climáticos extremos; para além disso, os centros urbanos têm-se mostrado cada vez mais associado ao rural, com avanço de políticas de agricultura urbana e periurbana, hortas em escolas e em espaços públicos, jardins comestíveis, dentre outras iniciativas. Grandes centros urbanos também são conhecidos pela quantidade de feiras livres disponíveis à população, a exemplo de São Paulo, com 975 pontos, dos quais 929 são feiras livres municipais, 13 feiras orgânicas e 33 feiras noturnas[6]; e com 227 hortas urbanas e 1670 hortas em equipamentos públicos, majoritariamente em escolas[7]; ou seja, a produção e o consumo, em alguns locais, são muito próximos.

Foto 1 – Horta suspensa no interior de São Paulo

Fonte: Arquivo Pessoal Amanda Januario, 2026.

O Brasil conta com a I e II Estratégias Intersetoriais para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos, além da Lei nº 15.224, de 30 de setembro de 2025, que institui a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício de Alimentos (PNCPDA). Esses instrumentos ampliam a abordagem sobre o tema ao contemplar toda a cadeia alimentar, desde a produção até o consumo e o descarte, promovendo ações integradas para a prevenção de perdas e desperdícios.

Além dessas iniciativas de abrangência nacional, destacam-se experiências desenvolvidas em diferentes municípios brasileiros. Entre elas, podem ser citadas as boas práticas de economia circular em Curitiba-PR, que promovem a conexão entre hortas e fazendas urbanas com bancos de alimentos; a fábrica de alimentos desidratados em Maricá-RJ; o projeto Recolheita, em Recife-PE, voltado ao aproveitamento dos resíduos gerados nas feiras livres; e o programa Colheita Solidária, em São João del-Rei-MG, que busca reduzir as perdas de alimentos ainda no campo[8].

Antes da instituição do PNCPDA em 2025, o município de São Paulo-SP já contava, desde 2019, com o Programa de Combate ao Desperdício e à Perda de Alimentos (PMCDPA), apresentado a seguir. O Programa que é coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SMDET), com atuação da Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional (COSAN), atende instituições assistenciais vinculadas ao Programa Municipal Banco de Alimentos (PMBA), promovendo a redistribuição de alimentos que, embora aptos ao consumo humano, seriam descartados[9].

Entre seus objetivos, o programa busca ampliar o aproveitamento dos alimentos disponíveis para consumo – utilizando alimentos sem valor comercial para doações destinadas ao consumo humano ou animal – e reduzir o desperdício e a perda de alimentos ao longo da cadeia produtiva, destinando à compostagem os alimentos impróprios para o consumo. Assim, o Programa busca prevenir as perdas através de ajustes nos processos de coleta, transporte e doação, valorizando alimentos fora dos padrões comerciais[10].

Foto 2 – Horta orgânica no interior de São Paulo

Fonte: Arquivo Pessoal Amanda Januario, 2026.

Para atingir seus objetivos, o PMCDPA definiu dois públicos prioritários em sua atuação. O primeiro é composto por cidadãos em situação de insegurança alimentar e nutricional, atendidos por meio de organizações da sociedade civil cadastradas no PMBA. O segundo, corresponde aos beneficiários do Programa Operação Trabalho (POT) que participam diretamente das ações do programa por meio de capacitações e atividades práticas ligadas à logística e ao reaproveitamento de alimentos. Dessa forma, o PMCDPA estrutura-se em três dimensões – segurança alimentar e nutricional, ambiental e socioeconômica – que orientam as frentes de atuação do Programa.

A primeira dimensão evidencia a preocupação do Programa com a situação de insegurança alimentar e nutricional e com o cenário da fome. Nessa frente, alimentos in natura ainda próprios para o consumo, mas fora dos padrões exigidos pelo comércio e esquecidos nas feiras e sacolões, são encaminhados ao PMBA, que os distribui à população em situação de vulnerabilidade social por meio de entidades socioassistenciais cadastradas no Programa[11].

A dimensão ambiental está relacionada à mitigação dos impactos causados pelo descarte inadequado de resíduos orgânicos. Ao redirecionar para a compostagem toneladas de alimentos que seriam enviadas a aterros sanitários, o Programa contribui para a redução da geração de resíduos orgânicos no município. A compostagem no PMCDPA é viabilizada por meio do projeto Feiras e Jardins Sustentáveis, que desde 2015, tem promovido o tratamento adequado dos resíduos provenientes das feiras livres e dos serviços de manutenção das áreas verdes do município[12]. Os resíduos encaminhados aos pátios de compostagem produzem um composto de qualidade, utilizado na manutenção de áreas públicas, reduzindo custos com insumos, além do material ser disponibilizado gratuitamente para a população[13].

Foto 3 – Área de compostagem em horta urbana no município de São Paulo-SP

Fonte: Arquivo Pessoal Amanda Januario, 2025.

Por fim, na dimensão socioeconômica, o PMCDPA promove inclusão social, geração de trabalho, renda e capacitação através do Programa Operação Trabalho (POT) pela vertente POT Combate ao Desperdício, integrando pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica do município às atividades logísticas e de redistribuição de alimentos do PMCDPA. O POT Combate ao Desperdício, criado em 2019, capacita seus beneficiários para atuar nas diferentes etapas operacionais do PMCDPA, com formação em manipulação de alimentos, normas sanitárias e logística de distribuição[14].

O PMCDPA atua de forma integrada ao combinar o Banco de Alimentos, o POT Combate ao Desperdício e os pátios de compostagem do Projeto Feira e Jardins Sustentáveis como instrumentos centrais de sua execução. Por meio do Banco de Alimentos, amplia o acesso a alimentos e reduz perdas na etapa final da distribuição; com o POT, promove capacitação, geração de renda e inclusão produtiva de pessoas em situação de desemprego; e, a partir dos pátios de compostagem, evita o envio de resíduos orgânicos aos aterros, transformando-os em composto para uso público e distribuição à população.

A perda e o desperdício de alimento é uma dimensão que se intersecciona com outras dentro do sistema agroalimentar, então precisa ser trabalhada de maneira integrada e intersetorial. Ela vai desde a sensibilização sobre a Educação Alimentar e Nutricional, seja da sociedade civil, profissionais de nutrição e cozinheiras/os; às oficinas de reaproveitamento e aproveitamento integral dos alimentos; fortalecimento de banco de alimentos; investimento em tecnologias de pós-colheita. Há diferentes maneiras de mitigar os problemas, assim, entende-se que políticas públicas para o combate à perda e ao desperdício de alimentos precisam ter caráter intersetorial e trabalhar de maneira integrada as suas ações.

Como mencionado, há diferentes iniciativas nos centros urbanos brasileiros, assim, essa política pode ser difundida através do Fortalecimento dos bancos de alimentos, da Educação Alimentar e Nutricional e Educação Ambiental, apresentando a compostagem como alternativa viável de reciclagem de orgânicos (desde escolas, creches, universidades, até iniciativas domésticas etc.).

Além disso, destacam-se iniciativas voltadas à redução da geração de resíduos e ao seu aproveitamento como insumos em novos ciclos produtivos; assinaturas de coleta de resíduo orgânico a domicílio, composteiras caseiras, compostagens comunitárias em praças, espaços públicos; laços com agricultores/as que fazem compostagem; oficinas de reaproveitamento e aproveitamento integral dos alimentos, oficinas de compostagem, dentre outras. Essas ações contribuem para a promoção da economia circular, da segurança alimentar e da sustentabilidade ambiental.

 

Amanda Januario é ATER, engenheira agrônoma e Tecnóloga em Biocombustíveis.

Bruna Rocha é doutoranda em Geografia (UNESP).

Victoria Sanflorian é mestranda em Agricultura e Ambiente (UFSCAR).

Elizabeth Lima Pereira é doutoranda em Desenvolvimento Rural (UFRGS).

 

Referências

1 BRASIL. Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN). Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil. Brasília: CAISAN, 2018. 38 p. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/promocao-da-alimentacao-adequada-e-saudavel/reducao-de-perdas-e-desperdicio-de-alimentos/estrategia_pda.pdf. Acesso em: 26 de junho de 2026.

2 Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA. Relatório do Índice de Desperdício de Alimentos 2024. Nairóbi. Disponível em: https://wedocs.unep.org/rest/api/core/bitstreams/ea699ff2-8d7f-4f81-9e2c-90d95c28a160/content. Acesso em: 24 jun. 2026.

3 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Processamento de aipim e mandioca-brava, Brasília: Embrapa, 2019. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1117995/1/CARTILHAAIPIMLucianaAINFO.pdf. Acesso em: 24 jun. 2026.

4 SÃO PAULO (Município). Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento. Feiras livres. São Paulo, maio. 2026. Disponível em: https://prefeitura.sp.gov.br/web/seguranca_alimentar/w/feiras-livres-sp. Acesso em: 27 jun. 2026.

5 PREFEITURA DE SÃO PAULO. Sampa Mais Rural. São Paulo, [s.d.]. Disponível em: https://sampamaisrural.prefeitura.sp.gov.br/. Acesso em: 27 de junho de 2026.

6 BRASIL. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. II Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil. 1. ed., Brasília, DF: MDS; Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, 2025. ISBN: 978-65-01-36479-7.

7 SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Combate ao Desperdício de Alimentos. Apresentação em PowerPoint. São Paulo, jul. 2021. Disponível em: https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/combate_ao_desperdcio

_julho_2021_1626203978.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025.

8  SÃO PAULO (Município). Decreto nº 58.862, de 19 de julho de 2019. Institui o Programa Municipal de Combate ao Desperdício e à Perda de Alimentos – PMCDA, e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade de São Paulo, São Paulo, SP, 20 jul. 2019. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/decreto-58862-de-19-de-julho-de-2019. Acesso em: 6 jun. 2025.

 

[1] BRASIL. Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN). Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil. Brasília: CAISAN, 2018. 38 p. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/promocao-da-alimentacao-adequada-e-saudavel/reducao-de-perdas-e-desperdicio-de-alimentos/estrategia_pda.pdf. Acesso em: 26 de junho de 2026.

[2] Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA. Relatório do Índice de Desperdício de Alimentos 2024. Nairóbi. Disponível em: https://wedocs.unep.org/rest/api/core/bitstreams/ea699ff2-8d7f-4f81-9e2c-90d95c28a160/content. Acesso em: 24 jun. 2026.

[3] Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Processamento de aipim e mandioca-brava, Brasília: Embrapa, 2019. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1117995/1/CARTILHAAIPIMLucianaAINFO.pdf. Acesso em: 24 jun. 2026.

[4] BRASIL. Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN). Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil. Brasília: CAISAN, 2018. 38 p. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/promocao-da-alimentacao-adequada-e-saudavel/reducao-de-perdas-e-desperdicio-de-alimentos/estrategia_pda.pdf. Acesso em: 26 de junho de 2026.

[5] BRASIL. Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN). Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil. Brasília: CAISAN, 2018. 38 p. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/promocao-da-alimentacao-adequada-e-saudavel/reducao-de-perdas-e-desperdicio-de-alimentos/estrategia_pda.pdf. Acesso em: 26 de junho de 2026.

[6] SÃO PAULO (Município). Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento. Feiras livres. São Paulo, maio. 2026. Disponível em: https://prefeitura.sp.gov.br/web/seguranca_alimentar/w/feiras-livres-sp. Acesso em: 27 jun. 2026.

[7] PREFEITURA DE SÃO PAULO. Sampa Mais Rural. São Paulo, [s.d.]. Disponível em: https://sampamaisrural.prefeitura.sp.gov.br/. Acesso em: 27 de junho de 2026.

[8] BRASIL. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. II Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil. 1. ed., Brasília, DF: MDS; Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, 2025. ISBN: 978-65-01-36479-7.

[9] SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Combate ao Desperdício de Alimentos. Apresentação em PowerPoint. São Paulo, jul. 2021. Disponível em: https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/combate_ao_desperdcio

_julho_2021_1626203978.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025.

[10] SÃO PAULO (Município). Decreto nº 58.862, de 19 de julho de 2019. Institui o Programa Municipal de Combate ao Desperdício e à Perda de Alimentos – PMCDA, e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade de São Paulo, São Paulo, SP, 20 jul. 2019. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/decreto-58862-de-19-de-julho-de-2019. Acesso em: 6 jun. 2025.

[11] SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Combate ao Desperdício de Alimentos. Apresentação em PowerPoint. São Paulo, jul. 2021. Disponível em: https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/combate_ao_desperdcio

_julho_2021_1626203978.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025.

[12] SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Combate ao Desperdício de Alimentos. Apresentação em PowerPoint. São Paulo, jul. 2021. Disponível em: https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/combate_ao_desperdcio

_julho_2021_1626203978.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025.

[13] SÃO PAULO (Município). Decreto nº 58.862, de 19 de julho de 2019. Institui o Programa Municipal de Combate ao Desperdício e à Perda de Alimentos – PMCDA, e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade de São Paulo, São Paulo, SP, 20 jul. 2019. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/decreto-58862-de-19-de-julho-de-2019. Acesso em: 6 jun. 2025.

[14] SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Combate ao Desperdício de Alimentos. Apresentação em PowerPoint. São Paulo, jul. 2021. Disponível em: https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/combate_ao_desperdcio

_julho_2021_1626203978.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025.

 

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