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gustavo
12 de agosto de 2023 11:11

O paralelo com a antropologia não é nada feliz porque o status social conferido aos campos é muito discrepante. Quando a antropologia, a partir de suas observações de campo, pretender intervir no âmbito da saúde e quando antropólogos forem chamados a emitir atestados sobre a saúde de indivíduos ou grupos, talvez o paralelo se justifique.

No mais, a defesa da legitimação do próprio discurso, evidentemente, também se justifica pela vontade de exercer poder.

Luciene
13 de agosto de 2023 19:28

Michel Foucault, citado no texto, era crítico da psicanálise, que ele considerava como um dispositivo de poder. E, claramente, a psicanálise mantém um conjunto de dogmas e preconceitos sobre a sexualidade.

ANDRÉ L F DOMENCIANO
18 de agosto de 2023 20:56

Uma das características das pseudociências é se valerem exatamente de termos científicos, de argumentos de autoridade (aqui, hilário, porque justamente de Foucault, um dos maiores críticos da psicanálise) e da existência de trabalhos acadêmicos facilmente encontrados, atualmente, na “rede”. Ironicamente, não há uma metanálise boa suficiente para acabar com essa polêmica e alçar a psicanálise, definitivamente, ao panteão das ciências. Isso também acontece, há anos, com a homeopatia. E se discutirmos epistemologia, realmente, a coisa fica feia para o lado da psicanálise. Sempre é mais fácil fazer uma pesquisa fácil e afirmar que se trata de ciência só porque se encontram artigos que nem foram submetidos a matanálises sérias. Modus operandi das pseudociências.

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