A subjetividade e o setembro amarelo - Le Monde Diplomatique

Saúde mental

A subjetividade e o setembro amarelo

por Isac Germano Karniol e Patrícia Siqueira Lopes Karniol
9 de outubro de 2019
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Passado o setembro amarelo, continua sendo necessário pensarmos sobre algo que constantemente nos preocupa.

Relatos, comentários, queixas, piadas, diagnósticos, interpretações e tratamentos se sucedem na clínica. Eles reverberam muitas vezes o que percebemos no dia a dia. Naufrágio, todos morreram. Trinta anos depois, praticamente sem recursos, um esquelético pastor sobrevivente é encontrado numa pequena ilha. É um milagre ele ter sobrevivido naquelas condições. Surpresa maior ainda: ele tinha construído duas igrejas num espaço minúsculo. Indagado, comenta enraivecido: “naquela capela do PT eu não entro de jeito nenhum. Só tem propina e corruptos.”

O paciente que me conta esta história gargalhando, pouco antes, me relatava os malabarismos que faz para manter os dólares no exterior e como engana a receita pagando cada vez menos impostos. “Você viu o guru do Paulo Guedes, um tal de Kaplan? Ele, numa reportagem, como se fosse um aforismo nietzscheano, falou: ’Sem a mãe nós sobrevivemos, mas não sem dinheiro no caixa’”. Um adolescente: “a vida está muito monótona, não acho graça em nada. Ontem não fui tomar banho porque iria me cortar. Fiz isto na semana passada numa sala de aula, o professor me fazia dormir. Preciso jogar mais vídeo game ou até usar cocaína novamente para me sentir vivo.”

Alguns dias antes, ele tinha tomado uma quantidade enorme de calmantes de um parente para diminuir a agitação intermeada por monotonia, da qual se livraria com a ideia da morte.  “Com ela, perderei as coisas boas, mas também o espectro das ruins desaparecerão”,  fala isto num tom distante, frio como uma “Parede”, que, no decorrer do contato, transforma-se num Tsunami de lágrimas.

Outra adolescente: “só me sinto feliz na Disney, mas, quando retorno, tudo recomeça. Não aguento mais. Os psiquiatras somente me receitam remédios, não me ouvem. Quero morrer. Comprei uma moto mais potente ainda, trabalho sentado quinze horas por dia, a minha família quase não existe para mim. Libido, o que é isto? Preciso de esportes radicais, grandes emoções para continuar vivendo. Inteligência artificial, robotização, algoritmos, porteiros eletrônicos. Que maravilha, gasto muito menos por mês! Vou até conseguir neste ano me distrair num cassino em Las Vegas”. Muitos dos que têm queixas ou comentários semelhantes a estes acabam também por ter ideias de morte ou até se suicidando.

Focalizando atualmente o tema suicídio predominam estatísticas, prevalências, trabalhos científicos modernos em Medicina que seguem as chamadas Pesquisas Translacionais, as quais incluem e relacionam estudos realizados em laboratórios de ciências básicas e trabalhos clínicos com seres humanos saudáveis ou adoentados. Além de campanhas públicas, muitas vezes de cunho ideológico, que visam eliminar algo que sempre acompanhou o ser humano, e, por incrível que pareça, até passeatas ou caminhadas que desejam combater o terror do homem sobre a possibilidade de se auto aniquilar. Ao mesmo tempo, a ciência moderna tenta prolongar a vida e aumentar a sua qualidade.

Será que a comunicação pela arte pode contribuir para desvendar este enigma que a era moderna tem como uma de suas características, ou consequências?

Nesse sentido, temos desenvolvido alguns trabalhos que foram publicados em livros, que constituem a bibliografia deste artigo, sobre o papel da subjetividade humana, e como ela contribui para a comunicação mais profunda, íntima, carregada de emoções e sentimentos, ou a “anestesia” dos mesmos. Isto tem sido tentado pela Psicobiologia, por nós, pela ciência, mas, apesar de todo o progresso, ainda não foram identificados marcadores biológicos capazes de diagnosticar doenças mentais ou tendências em pessoas saudáveis de pensarem, planejarem ou até tentarem suicídio. Escalas para mensurar a qualidade e a intensidade, como também os diagnósticos psiquiátricos, fornecem apenas indícios do funcionamento mental e da sua intimidade subjacente. O uso de palavras traduzidas por dicionários teria como objetivo chegar a mensurações que traduziriam todas as características e “desvios” do funcionamento cerebral e mental. Interesses econômicos na “cura” das doenças introduzem um viés econômico que complica muito uma visão mais geral.

Autores como Nise da Silveira e Osório César, levando em conta a produção artística de pacientes psiquiátricos crônicos, internados, perceberam que por meio da arte eles tinham muito mais a comunicar do que apenas os sintomas. Bispo do Rosário é um exemplo neste sentido. É a chamada Arte Bruta, feita por pessoas que não tiveram nenhuma formação acadêmica em artes. Psicanalistas tentam, com sua ciência, entender artistas plásticos consagrados que se suicidaram, como Van Gogh e Rothko.

Nas últimas décadas, temos tentado uma comunicação subjetiva pela arte com pessoas consideradas saudáveis e com pacientes psiquiátricos, muitos deles psicóticos, que tiveram ideias ou tentativas de suicídio. Isto ocorreu num relacionamento dual, em psicoterapia. Quando necessário, também foram prescritos medicamentos.

Nosso mais recente trabalho foi com um artista plástico consagrado, Egas Francisco, com depressão grave, que, nas sessões, se comunicava não apenas por relatos, associações, mas por poesias e principalmente esboços que, com enorme sensibilidade, emergiam em poucos minutos, expressando o que estava ocorrendo no seu mundo interno. Egas Francisco, bem como todos os que participaram destes processos autorizaram a publicação ou exposição de suas produções. Egas, em particular, insistiu para que seu nome verdadeiro fosse conservado.

Durante as sessões com Isac Germano Karniol, Egas pintava e fazia esboços. Às vezes improvisava ou trazia poesias suas ou de outros poetas, como Rilke; a obra e as lembranças de diversas fases da vida dos dois, e até mesmo pessoais, que Egas tinha de Hilda Hilst, permeavam a comunicação da dupla terapêutica, ou as tentativas de comunicação mais profunda. Lembranças de diversas fases da vida, versos e canções infantis erotizadas, escatológicas, entre gargalhadas, pululavam em sucessão; também palavras e xingamentos em idish, uma das contribuições de Isac, que Egas adorava e procurava entender, faziam parte de uma livre associação que deixaria Freud envergonhado e orgulhoso, pois a técnica que desenvolveu facilitava a onipresença do inconsciente, influenciando ideias e vidas. Os dois lembravam de músicas, compositores e grandes cantores brasileiros e juntos passavam a cantar num dueto, desafinado por parte do Isac. Às vezes, um grito primal, que provavelmente assustava os vizinhos, ecoava inicialmente de Egas, e de Isac, depois que ele se desinibia, provavelmente procurando com isto despertar o que estava adormecido, não representável.

Tudo isso era entrecortado por “diálogos sérios”, ou momentos de distanciamento afetivo, silêncio, anestesia, quando os ponteiros do relógio pareciam não se movimentar.

No sofrimento de uma depressão grave, Egas precisou tomar alguns medicamentos, que poderiam ter influenciado sua vital criatividade, mas isso felizmente não ocorreu.

Nesses quase quatro anos de trabalho em comum, Egas produziu aproximadamente quinhentos esboços durante as sessões. No livro Palimpsesto mágico, são focalizados os primeiros 150 esboços.

Em cada sessão, eram produzidos um ou vários esboços. Oposto do que ocorre na feitura de uma pintura no seu ateliê, onde cores e traços se sucedem, aqui os esboços iniciais não eram excluídos e em seguida uma nova fase era iniciada, ficavam, então, documentados mais de um referencial do que estava ocorrendo. É difícil afirmar se cada esboço expressava um momento isolado ou um elo no encadeamento de vários. Estes podem ser considerados verdadeiros documentos psicanalíticos.

Para Egas, o término de uma tela no seu ateliê não constitui o fim de uma obra, mas um degrau que posteriormente permite novos desdobramentos. O absoluto nunca é atingido. A energia que ilumina todo o processo provém da não forma, do instintual.

No Egito antigo, a pintura e a escrita eram feitas em papiros. As linguagens neles contidas muitas vezes eram raspadas e novas produções eram sobrepostas, constituindo os chamados palimpsestos. Imaginamos, para traduzir o que ocorria na produção dos esboços de Egas, a existência de um “palimpsesto mágico”, onde imagens raspadas eram rapidamente substituídas por outras; concomitantemente, as primeiras retornavam, sem que as últimas desaparecessem. Aumentávamos para quase o infinito o número dessas imagens em constante movimento, sendo substituídas e retornando com a influência de outras variáveis tão dinâmicas quanto emoções, sentimentos, memórias, a escolha de pincéis e seus movimentos, tintas e cores, além do espectro da consciência.

Embora seja difícil, mesmo com os avanços da ciência, comprovar a existência de um mecanismo como o “palimpsesto mágico”, sendo causa ou consequência, e influenciando o nosso funcionamento mental, a arte e, em particular, o contato que tivemos com Egas Francisco e outros pacientes, fornece indícios como metáfora, que algo parecido possa existir, inúmeras variáveis influenciariam umas às outras e raciocínios causais perderiam a sua importância. Uma influência importante seria o mundo instintual que, como fonte básica de energia vital, tudo “ilumina” e permite funcionar. São necessários novos referenciais, além daqueles fornecidos pela ciência cognitiva atual e pela psicanálise, para compreender esta infinita plasticidade cerebral e mental. Influências externas multifatoriais, contatos sociais consigo e com os outros… também devem ser considerados. Estudos recentes sobre conectividade funcional utilizando a neurociência das redes mostram como a mente pode emergir a partir de uma interação refinada entre diferentes áreas do cérebro. A subjetividade, no entanto, não é diretamente abordada nesses trabalhos.

O que chega à nossa consciência e é geralmente encarado e vivenciado como fonte única e constante do que acontece conosco através de pensamentos, sentimentos e emoções é aqui substituído por experiências pontuais mais complexas, momentâneas. Não mais predominariam as lógicas duradouras ou quase contínuas, como quer a razão. Elas seriam modificadas pela influência de outras variáveis. O importante é que cada momento seja carregado de energia suficiente para propiciar o aparecimento dos momentos seguintes.

Não procurávamos a cura, a diminuição imediata dos sintomas ou a sua remoção, mas contribuir para que não se prolongassem ou, num outro extremo, fossem vivenciados sem emoções.

Sonia Novaes de Rezende, no prefácio do livro Palimpsesto mágico, relembra Maurice Merleau-Ponty que nos diz que o pintor “pensa por meio da pintura” ou ainda a talentosa escritora Lillian Hellman que abre seu livro Pentimento da seguinte maneira: “à medida que o tempo passa, a tinta velha em uma tela muitas vezes torna-se transparente. Quando isto acontece, é possível ver, em alguns quadros, as linhas originais: através de um vestido de mulher surge uma árvore, uma criança dá lugar a um cachorro, e um grande barco não está mais em mar aberto…”. Também nos esboços de Egas, das cores e manchas frequentemente transpareciam, de forma não totalmente figurativa, animais, florestas, vulcões, afinal, todo um embrião gestando uma linguagem que surgiria a partir do inconsciente.

Clarice Lispector, em “Água Viva”, é relembrada no prólogo de Palimpsesto mágico escrito pelo psicanalista Carlos de Almeida Vieira: “eu sou puro it (coisa) que pulsava ritmadamente, mas sinto que em breve estarei pronta para falar em ele ou ela. História não te prometo aqui. Mas tem it…”

De fato, esse it básico do qual a ciência tenta, mas não consegue se aproximar e também o modo como Egas faz sua arte não foi e, provavelmente, nunca será domado pelo ser humano.

Apresentamos a seguir alguns esboços pelos quais Egas procurava expressar sua subjetividade e seu inconsciente, que a razão procura, mas dificilmente consegue atingir.

No esboço “Consultório do Dr. Isac” (figura acima) surge uma figura de menina-mulher, que, segundo Egas, representa a sensibilidade, com dois olhos observadores nas costas e um rosto possivelmente também de uma mulher. Isac comenta: mãe e filha? Egas contesta: são dois monstros, elas não estão se comunicando.

No esboço “Paredes” (imagem acima), aparece uma figura angustiada, desesperada, em prantos, que reage ao contato com uma parede fria, azul-amarelada. O sofrimento não foi percebido no nosso contato, mas emerge da pintura como se fosse um pesadelo, algo que não chegou à consciência. Diversas associações na sessão somente serviram para fazer hipóteses sobre o que estaria ocorrendo. Não é incomum que pessoas transmitam num contato mais superficial estarem bem, calmas, mas, surpreendentemente, logo depois, tentam se matar.

 

Finalmente, “A águia” (figura acima), força, vida, agilidade. Quando o vulcão inconsciente em erupção interna transborda na consciência por uma angústia insuportável, um desejo de morte ou uma paralisia emocional, torna-se possível a sua reorganização; aqui ela surge no desejo de continuar vivendo com liberdade.

 

O vigor e a possibilidade de um bem-estar nem sempre é possível. Estímulos externos sofridos, perdas, decepções, ou estímulos internos provenientes de sofrimento corporal, emergem na mente, o que é acompanhado por uma intensa agitação psicomotora, pela dor, desespero e pela angústia. Egas representou isto por um ´Vulcão´ em erupção. No desespero para interromper essa dor insuportável, frequentemente a pessoa tenta se matar. Outras vezes, o próprio organismo reage e uma paralisia emocional, morte em vida, sobressai; friamente acossado pela memória do terror vivido, o suicídio planejado acaba acontecendo; não adiantam apelos, invocação de ideias religiosas ou lógica sobre o que está ocorrendo. Mesmo uma pessoa que não sabe nem fazer um nó acaba desenvolvendo um raciocínio mórbido e se enforca.

Muitas barreiras do conhecimento têm sido ultrapassadas pela ciência numa velocidade assombrosa. No entanto, alguns obstáculos no estudo do funcionamento mental têm sido o apego exagerado às teorias existentes, a pressa em obter resultados práticos e o uso de paradigmas questionáveis no que diz respeito ao que é normal ou patológico, saudável ou doença. A insistência em considerar os diagnósticos psiquiátricos como pilares indiscutíveis tornou-se problemática, e a “erradicação” das sintomatologias com o uso somente de medicamentos e técnicas comportamentais pode ter consequências tão graves como o que levou a utilizá-los. A subjetividade e a individualidade, por serem dificilmente mensuráveis, frequentemente não são levadas em consideração.

Levar em conta a existência e a importância do inconsciente, inicialmente pela psicanálise, e mais recentemente pela ciência, pode, para muitos, alimentar a utopia de que seu manejo poderia viabilizar uma vida sem conflitos, dores e sofrimentos, propiciando uma felicidade eterna. Seria desastroso transformar o homem num ser apenas racional, robotizado, previsível e frio, cumprindo programas previamente estabelecidos. Nesse contexto, a subjetividade, as emoções e os sentimentos seriam apenas forças a serem direcionadas para objetivos práticos. Felizmente, a arte procura se contrapor a tudo isso.

No contato “terapêutico” com Egas e no encontro das nossas subjetividades ficavam evidentes os indícios de quão complexo é o funcionamento mental quando a criatividade está presente.

A procura de modelos que traduzissem o que ocorreu nesse processo dual de intensa comunicação nos levou inicialmente ao “palimpsesto mágico”, uma hipótese de como os esboços de Egas eram produzidos durante as sessões.

No “Palimpsesto mágico”, de Isac, que se diferencia do produzido por Egas, pela ausência de esboços como linguagem, mas sim por palavras, frases, interpretações e tentativas de entendimento do que estava ocorrendo. Algo semelhante ocorria com Egas quando ele não estava pintando.

Nesse modelo haveria uma intensa atividade inconsciente e reflexos organizadores neste nível, ou na consciência. Com isso, esses “ruídos” iniciam a formação de linguagens com as quais o indivíduo consegue perceber a si mesmo e aos outros e comunicar-se numa intensidade emocional maior ou menor. A diminuição da aceleração, da “entropia” deste processo, ou sua parada não prolongada, ocasiona o predomínio da consciência, da razão e da abstração e o predomínio da cultura, da civilização e do livre-arbítrio.

O intercâmbio entre consciente e inconsciente é mais intenso em pessoas sensíveis e em artistas criativos, aumentando a possibilidade do surgimento do novo não diretamente ligado à razão. O inconsciente nesses casos não fica tão isolado, cercado de ´Paredes´ (barreiras) às vezes intransponíveis, podendo levar a diferentes combinações dos estímulos, à criação do novo. Assim, a ansiedade ligada a esse tumulto pode ser aliviada.

Quanto aos esboços de Egas, nem sempre nossa primeira reação emocional era intensa, nem distinguíamos formas inteligíveis. Gradativamente, a presença das cores-emoções se acentuava, havendo uma procura que reverberava com o nosso mundo mental; assávamos a vibrar com elas, estabelecendo-se uma comunicação subjetiva com o artista no ato da criação.

O trabalho que desenvolvemos com Egas não foi o primeiro no qual tentamos nos aproximar das pessoas, dos pacientes, considerando não apenas estereótipos e a sintomatologia que levavam a diagnósticos psiquiátricos aprisionantes, mas do ser humano, seu mundo interno, sua visão particular do mundo e sua subjetividade. Nesse sentido, a importância da subjetividade subjacente e a tentativa do homem de interromper sua existência poderiam ser melhor entendidas e poderiam surgir novos caminhos para tentar preveni-la. É necessário ressaltar que não somente aqueles capazes de se comunicar através da arte podem ser beneficiados, mas o importante é a consideração de sua subjetividade a partir da qual consegue-se uma verdadeira comunicação, o que torna viável a prevenção da tentativa ou consumação do suicídio.

Isac Germano Karniol é  professor titular do Departamento de Psiquiatria, FCM-Unicamp. Doutor em ciências com pós-doutoramento na Dinamarca e Inglaterra. Psiquiatra, Cientista e Psicanalista. Patrícia Siqueira Lopes Karniol é psicóloga clínica com pós-graduação em psicanálise pela USP-Universidade de São Paulo e filiada à SBPSP-Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

 



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