Apartheid de cimento - Le Monde Diplomatique

PROIBIÇÕES NO DIA A DIA DAS MULHERES IRANIANAS

Apartheid de cimento

por Roberto López Belloso
25 de outubro de 2022
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A situação das mulheres tornou-se o catalisador da agitação social no Irã. As ruas e o cinema refletem um país onde, como indica o relator das Nações Unidas, são “cidadãs de segunda classe”. O futebol, pela visibilidade de suas estrelas e pela discriminação das mulheres nas arquibancadas, é mais um dos cenários da luta por equidade

A grama, quando toca as arquibancadas, é um bom condutor de energia. Por isso, diante da crise política que abalou as ruas iranianas, as seleções do Irã e do Uruguai disputaram sem público seu amistoso internacional realizado no dia 23 de setembro, na Áustria. Em mais de uma centena de centros urbanos do país do Golfo Pérsico, milhares de pessoas protestavam contra a morte de Mahsa Amini, uma jovem de 22 anos acusada de usar o véu incorretamente. Poucos acreditaram na versão oficial de que ela havia sofrido uma parada cardíaca espontânea enquanto estava sob custódia policial. Assim, a partida de futebol preparatória para o Mundial do Catar, apesar de ser realizada em uma pacata cidade do interior da Áustria, tornou-se, como escreveu a ESPN, “um evento no centro da crescente jornada de mobilizações no Irã em torno dos direitos das mulheres, e um ponto focal para os jovens que exigem mudanças”.[1] No mesmo dia da partida contra o Uruguai – indica a rede especializada em esportes –, alguns jornalistas receberam a informação de que suas credenciais para entrar no estádio haviam sido canceladas; outros foram avisados de que deveriam deixar seus celulares sob custódia antes de entrar. Quando os repórteres recusaram a exigência, tiveram a entrada aceita, no entanto, a equipe asiática e o seu treinador português, Carlos Queiroz, foram proibidos de dar entrevistas. A palavra de alguns jogadores de futebol era um desafio potencial para o regime. Pelo menos sete dos selecionados tinham trocado suas fotos de perfil nas redes sociais por um mapa de seu país em preto, considerado um símbolo dos protestos. Além disso, Mehdi Taremi, autor do gol que deu a vitória ao Irã, tinha usado uma fita de luto no jogo do fim-de-semana anterior pelo Campeonato Português, onde defende o Porto.[2]

Apesar dos “portões fechados” para o amistoso internacional entre iranianos e uruguaios, algumas dezenas de ingressos foram entregues a cada delegação. Assim, espectadores iranianos podiam ser vistos em uma seção das arquibancadas que deveria estar vazia. O que não se enxergou com a mesma clareza foi que, no início do segundo tempo, faltavam dois desses torcedores. A polícia austríaca os expulsou por exibirem um cartaz contra a morte de Mahsa Amini. O porta-voz da polícia, Raimund Schwaigerlehner, disse à imprensa que eles saíram “voluntariamente”, porém, postagens da jornalista Samindra Kunti mostram vários austríacos uniformizados escoltando um dos torcedores através da sala VIP.[3] O Daily Mirror escreveu que tratava-se de “uma cena incomum de se observar num país democrático europeu” e qualificou de “bizarra” a justificativa oficial de que “qualquer manifestação deve ser registada junto às autoridades competentes 48 horas antes da sua realização”.[4]

A mordaça dentro e fora do campo não impediu o goleiro titular, Alireza Beiranvand, de escrever três dias depois uma mensagem em sua conta do Instagram em apoio às manifestações: “Mães, irmãs e filhas do meu país, minha voz é sua voz e a voz dentro de mim está em harmonia com vocês”.[5] Pouco depois, ele foi obrigado a apagar a postagem.

Protestos na Suécia em apoio às mulheres iranianas (Unsplash)
Nas arquibancadas

Uma das primeiras jornalistas a relatar a morte de Mahsa Amini, ocorrida em 16 de setembro, foi Nilufar Hamedi. Os alertas nas redes sociais sobre a posterior prisão da jornalista do Sharg – um dos jornais reformistas mais populares, e com várias proibições de circulação no currículo – mostravam sua foto em um estádio, já que seu trabalho incluía a crônica esportiva. Que Hamedi tenha entre suas funções tanto a cobertura de direitos humanos e como a de futebol não é tão curioso para a realidade iraniana como pode parecer à distância.

Após uma proibição de quarenta anos que começou com a tomada do poder pelos islâmicos em 1979, somente em 10 de outubro de 2019 as mulheres foram autorizadas a entrar em uma partida oficial de futebol.[6] Embora, é claro, separadas dos homens. Na ocasião, apenas 4 dos 76 setores do estádio nacional foram reservados para os 4,6 mil ingressos colocados à venda para o público feminino, em um local com 75 mil lugares.[7]

O custo para abrir essa fenda na cortina monolítica de cimento que separa as mulheres dos estádios foi alto. Um mês antes, em 9 de setembro de 2019, uma torcedora do Esteghlal, um dos times grandes do futebol iraniano, morreu em consequência de queimaduras. Sahar Jodayarí tinha 29 anos quando foi detida pela polícia enquanto tentava entrar em um estádio disfarçada de homem. Após o processo judicial, Jodayarí se encharcou de gasolina e ateou fogo a si mesma nas portas do tribunal que acabara de condená-la.

A abertura, que atendeu a exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), limitou-se, num primeiro momento, aos jogos da seleção nacional, e com as limitações de segregação e quantidade já mencionadas.[8] Contudo, nem isso foi totalmente cumprido. Em março deste ano, trezentas mulheres foram atacadas com spray de pimenta pela polícia que as impediu de entrar na partida das eliminatórias do Catar 2022 contra o Líbano, mesmo tendo ingressos. Aquela fenda de Teerã de um ano e meio antes ainda não havia chegado a Mashhad, considerada a “capital espiritual do Irã”, onde está localizado o estádio Imam Reza.

A entrada de mulheres com roupas masculinas não é incomum nos campos iranianos. Também em um jogo do Esteghlal, um ano e meio antes da imolação de Sahar Jodayarí, 35 torcedoras foram presas por tentar assistir à partida. Isso só veio a público porque o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e o ministro do Esporte iraniano, Masoud Soltanifar, estavam no camarote oficial. Um jornalista que perguntou a Soltanifar, ao vivo, por que as mulheres não podiam estar presentes nas arquibancadas, foi imediatamente retirado do ar.[9]

O assunto já fazia parte da discussão pública há muito tempo e não se limitava ao futebol. Em 2013, as mulheres também foram retiradas das arquibancadas de vôlei. Em 2014, a anglo-iraniana Ghoncheh Ghavami foi presa por tentar assistir a um jogo de vôlei masculino.[10] Como reação, ela chamou a compra online de assentos para mostrar os lugares vazios em nome das mulheres separadas das arquibancadas. A audácia custou a Ghavani um ano de prisão.

Nas telas

A camuflagem das mulheres tentando entrar nos estádios para torcer pela seleção é o foco do filme Offside (2006), de Jafar Panahi. Vencedor dos prestigiosos Leão de Ouro no Festival de Veneza (2000) e do Urso de Ouro no Festival de Berlim (2015), Panahi sofreu várias detenções e prisões domiciliares, o que refletiu em sua obra, como foi o caso de Isto não é um filme (2011). Em julho, foi noticiado que Panahi entraria na prisão para cumprir uma pena de seis anos, cinco deles “por reunião e conluio contra a segurança nacional” e um por “propaganda contra o sistema”.[11]

Em Offside, ele continua denunciando a situação das mulheres. Essa denúncia teve como ponto cinematográfico mais alto O círculo (2000), uma profunda leitura sobre os diferentes fios da opressão por razões de gênero.[12] Mais tarde, outros filmes de Panahi voltariam ao assunto, mostrando as dificuldades cotidianas das mulheres ao lidar tanto com o sistema judicial como com o sistema de saúde (Taxi Teerã, 2015), ou ao tentar fazer uma carreira artística em uma cidade pequena (3 faces, 2018).

Vários dos personagens masculinos de Offside, principalmente os uniformizados, argumentam que a proibição da presença feminina nos estádios é, na verdade, uma forma de protegê-las. É isso o que diz o cambista, que realmente só quer obter um preço melhor pelo ingresso contrabandeado, e é confirmado pelos policiais que as questionam durante a detenção. Essas “eternas menores de idade”, enfraquecidas pelo preconceito dos locais e dos estrangeiros, como diz a escritora e feminista Sahar Khalifeh, valem, na realidade, metade do valor de um homem.

Não é uma metáfora, é o peso constante e retumbante da lei. Se não há um texto escrito que afaste as mulheres das arquibancadas, mas sim um costume ferrenho que as autoridades impõem com a força de Hamurabis, são muitas as normas que estabelecem esse caráter subordinado. Por exemplo, o “dinheiro de sangue”, que orienta a indenização que deve ser dada por uma morte, é o dobro quando a vítima é homem. Isso, e a série de injustiças que assombram a jovem viúva de um prisioneiro executado por engano, incluindo o assédio da família do marido morto, é sutilmente retratado em O perdão (Ballad of a White Cow, 2010), de Behtash Sanaeeha e Maryam Moghadam.

Outra barreira legal revelada pelo cinema foi a necessidade de autorização do marido para a mulher viajar para o exterior. Em Cold Sweat (de Soheil Beiraghi, 2018), a capitã da seleção nacional de futsal não pode viajar para o campeonato asiático, que será disputado na Malásia, mesmo tendo marcado o gol da classificação. O motivo: o marido lhe nega a aceitação prescrita por lei. A história resgata o caso da famosa Niloofar Ardalan, que não pôde viajar para a Malásia em 2015, mas conseguiu uma ordem judicial para ir à Copa do Mundo na Guatemala naquele mesmo ano. Embora Cold Sweat tenha sido proibido um dia antes de sua estreia, a agência de notícias Borna destacou que a parlamentar Tayebeh Siavashi conseguiu, como resultado do conflito levantado pelo filme, certa flexibilidade na regulamentação. As zonas cinzentas entre a lei e o costume, que permitiram aos tribunais colocar Niloofar Ardalan no avião para a Guatemala, impediram Samira Zargari, treinadora da equipe feminina de esqui alpino, de viajar para Itália em janeiro de 2020.[13] Embora as leis, supunha-se, tivessem sido aprimoradas, o recurso interposto pelo marido da esquiadora foi aceito por um juiz.

 

Na crônica histórica

O estabelecimento de um regime teocrático no Irã é o resultado da chamada Revolução Islâmica de 1979. A República Islâmica resultante é uma teocracia xiita em que a autoridade máxima é o chamado Líder Supremo, que atua como chefe de Estado e comandante em chefe do Exército. Ele nomeia, por sua vez, seis dos doze membros do Conselho dos Guardiões, órgão de tutela das autoridades eleitas pelos cidadãos.

Nessa intricada rede de clérigos, é natural que a lei religiosa faça parte do corpus jurídico. Assim, a vida política do país, baseada na maioria das vezes em estreita ligação com o texto religioso, assume seu caráter fundamentalista.

Na política externa, é comum a posição do Irã contra os Estados Unidos e outros governos ocidentais, especialmente contra Israel, e sua participação em algumas ações militares junto com a Rússia, como é o caso da guerra na Síria. Ao mesmo tempo, seu programa nuclear lhe rendeu sanções comerciais e uma atenção preocupada da comunidade internacional.

A localização no “eixo do mal”, para usar a expressão cunhada há vinte anos pelo então presidente norte-americano George W. Bush,[14] e a reaproximação de Teerã com Caracas[15] não são obstáculos para a perseguição sistemática que a esquerda sofre no regime teocrático.

Essa repressão está concentrada, com especial dureza, sobre os membros do partido Tudeh (comunista), banido desde 1982. Durante o período das “execuções de presos políticos”, que durou quase todo o segundo semestre de 1988, foram submetidos à pena de morte, oficialmente, mais de 3 mil pessoas (os números das organizações de direitos humanos multiplicam esse número por dez).

A violência contra os comunistas não era nova. Em 1953, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha patrocinaram um golpe para depor um reformador democrático, Mohammad Mosaddeq, em cujo governo o petróleo foi nacionalizado. Os comunistas haviam sido uma das forças de apoio de Mosaddeq e foram duramente perseguidos pelo xá Rezá Palhevi, colocado no poder pelo Ocidente. O descontentamento popular derivou das políticas do xá e, sem alternativas seculares de esquerda, acabou sendo capitalizado pelos islâmicos em 1979.

 

Nos relatórios e nas urnas

Apesar das melhorias nos indicadores oficiais de saúde e emprego,[16] o relatório do relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos no Irã, Javaid Rehman, concluiu que mulheres e meninas continuavam sendo tratadas, em 2021, “como cidadãs de segunda classe”.[17] Sua principal preocupação era com “os milhares de casamentos de meninas entre 10 e 14 anos que ocorrem a cada ano”, juntamente com a violência doméstica e a “contínua e arraigada discriminação na lei e na prática”.

O diplomata destacou que os defensores e as defensoras dos direitos das mulheres sofrem “contínuo assédio, detenção e encarceramento”. Ele observou que, de acordo com o artigo 638 do Código Penal, as mulheres que não usam hijab podem ser presas por até dois meses ou multadas em até 500 mil riais (US$ 12). Mas, na prática, as penas são mais altas, pois geralmente são dadas de acordo com normas que regulam a segurança nacional ou a moralidade.

Para modificar por vias legais as normas que as discriminam, as mulheres têm como dificuldade adicional a falta de representação nas instituições: em 2020, o Irã ocupava o 181º lugar entre 193 países no ranking de participação política feminina. Nas eleições daquele ano, apenas 16 dos 290 assentos foram obtidos por legisladoras. A sub-representação não decorre da falta de votos, mas da desclassificação antes de poder concorrer às urnas. Naquele ano, o Conselho dos Guardiões proibiu 60% das candidaturas femininas antes das eleições parlamentares.

Um dos paradoxos dessa realidade é que na região mais pobre do território, considerada pelos moradores da capital como a mais “atrasada e selvagem”, o Baluchistão, são as mulheres que carregam o peso da administração pública local.[18] O fenômeno começou com casos isolados e em 2017 as vereadoras e prefeitas já eram quatrocentas; quase todas jovens professoras. São áreas em que a ausência de homens, que emigram em busca de melhores oportunidades, as obrigou a ser o sustentáculo da economia de muitas famílias, de modo que as cooperativas compostas apenas por mulheres não são uma raridade nessa paisagem empobrecida.

Sem a exigência de pré-qualificação pelo Conselho dos Guardiões requerida para concorrer ao Legislativo nacional, os governos municipais são um bom campo de ação para as candidatas que, geralmente, são percebidas pelos eleitores como mais instruídas e motivadas do que muitos homens, e ainda mais hábeis para lidar com o Estado central. Às vezes elas vencem quase sem oposição, já que em muitas aldeias os candidatos do sexo masculino não concorrem para não correr o risco de perder.

 

Roberto López Belloso, jornalista, é diretor do Le Monde diplomatique, edición Uruguay.

 

1- Mark Ogden, “Why it was so hard to see Iran vs. Uruguay, a World Cup warm-up game in Austria” [Por que foi tão difícil assistir Irã vs. Uruguai, um amistoso na Áustria para a Copa do Mundo], ESPN, 23 set. 2022.

2 – Ana Luísa Magalhães, “Taremi entre os jogadores iranianos unidos no luto e pesar por Mahsa Amini”, O Jogo, 24-9-2022.

3 – twitter.com/samindrakunti

4 – Reportagem de Ian Herbert na edição de domingo do Daily Mirror, 25 set. 2022.

5- Deutsche Welle, “Protestas en Irán: se rompió el silencio de los jugadores de la selección nacional” [Protestos no Irã: rompido o silêncio dos jogadores da seleção], 26 set. 2022.

6 – A presença de mulheres nas arquibancadas do estádio nacional para o amistoso contra a Bolívia, em outubro de 2018, foi rejeitada como um precedente válido, uma vez que o caráter criteriosamente selecionado das poucas torcedoras foi entendido como uma “encenação” das autoridades.

7 – Stefan Nestler, “Mujeres iraníes vuelven a los estadios de fútbol” [Mulheres iranianas voltam aos estádios de futebol], Deutsche Welle, 10 out. 2019.

8 – A primeira vez em quarenta anos que um número limitado de mulheres teve permissão para assistir a uma partida da liga local foi em 25 de agosto de 2022, no jogo entre Esteghlal e Mes Kerman, no Estádio Azadi de Teerã.

9 – BBC, “Iran detains 35 women for going to football match” [Irã detém 35 mulheres por irem a jogo de futebol], 1 mar. 2018.

10 – Amnistía internacional, “Irán, encarcelada por defender el derecho de las mujeres a asistir a eventos deportivos” [Irã, presa por defender o direito das mulheres de assistir a eventos esportivos], 24 nov. 2014.

11 – El País, “Condenado a seis años de cárcel el cineasta iraní Jafar Panahi” [Cineasta iraniano Jafar Panahi é condenado a seis anos de prisão], Madri, 19 jul. 2022.

12 – Roberto López Belloso, “Fotogramas del (otro) apartheid: el cine de Panahi” [Fotogramas do (outro) apartheid: o cinema de Panahi], La Diaria, 9 fev. 2021.

13 – Deutsche Welle, “Samira Zargari, otra atleta prohibida por su marido” [Samira Zargari, outra atleta interditada por seu marido], 19 jan. 2020.

14 – Office of the Press Secretary, “President Delivers State of the Union Address” [Presidente profere discurso sobre o estado da União], 29 jan. 2002. Disponível em: georgewbush-whitehouse.archives.gov.

15 – “Venezuela e Irán afianzarán lazos en el sector energético” [Venezuela e Irã estreitarão laços no setor de energia], psuv.org.ve, 10 jul. 2022.

16 – As mulheres iranianas vivem hoje treze anos a mais do que em 1991, com a expectativa de vida aumentando de 63 para 76 anos. Em 1976, apenas 12,5% das mulheres contribuíam para a previdência social; em 2016, eram 77,4%. Fonte: National Report on Women`s Status in the Islamic Republic of Iran (Beijing + 25), The Vice Presidency for Women and Family Affairs. Disponível em www.unwomen.org.

17 – Javaid Rehman, “Situation of human rights in the Islamic Republic of Iran” [Situação dos direitos humanos na República Islâmica do Irã]. Disponível em documents-dds-ny.un.org.

18 – Charlotte Wiedemann, “Emanzipiert in Belutschistan” [Emancipadas no Baluchistão], Le Monde diplomatique, edição alemã, jun. 2021.



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